A “junção” das freguesias foi um dos assuntos discutidos na Assembleia do Muro. Esta sessão ordinária debateu também a possibilidade da construção de mais campas no cemitério e o corte dos arbustos.

Na Assembleia de Freguesia do Muro, realizada na sexta-feira, 30 de setembro, houve concordância por parte de todos os elementos da Assembleia em quase todas as temáticas debatidas.

No início da sessão ordinária o presidente da Junta do Muro, Carlos Martins, começou por salientar o sucesso das atividades realizadas pela Junta e pela comissão social de Freguesia no fim de semana de 23, 24 e 25 de setembro. Depois abordou os assuntos de interesse para a freguesia pedindo a opinião da Assembleia relativamente a duas questões relacionadas com o cemitério: corte das árvores que se encontram à frente do cemitério e construção de campas na secção de anjinhos. Apesar da lei geral dos cemitérios dar plenos poderes ao presidente de Junta para fazer quaisquer alterações no cemitério, o autarca murense fez questão de dar a conhecer à Assembleia as suas intenções relativamente ao corte das árvores. Carlos Martins pretende substituir as árvores e colocar no mesmo local um pequeno jardim. Já na questão da construção de mais campas no cemitério do Muro, Carlos Martins só vê duas opções:ou alargar o cemitério, que irá acarretar grandes custos para a Junta, ou então “transladar os corpos existentes na secção de anjinhos para o interior do cemitério e nesse local construir mais campas”. Contudo o autarca prevê que estas sepulturas apenas sejam vendidas “aquando de um falecimento e não por antecipação”. Mudando de assunto, o presidente da Junta fez questão de falar na “junção” das freguesias. “Sou a favor da reforma administrativa do poder político mas geograficamente que o nome das freguesias se mantenha”, asseverou.

Depois desta pequena intervenção Baldomero Talaia, presidente da mesa da Assembleia, deu a palavra aos outros elementos. Alice Gomes (PSD) foi a primeira a intervir e a referir que concordava com o corte dos arbustos, mas relativamente à questão da transladação dos anjinhos a social-democrata considera ser uma questão “sensível e delicada” e que por isso mesmo não encontra outra solução a não ser o possível alargamento do mesmo. Quanto à questão da “junção” das freguesias, Alice Gomes disse concordar plenamente com esse agrupamento uma vez que é a altura ideal para haver “coletivismo e não individualismo”.

 

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