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Ano 2008

Frezite vai criar mais 30 postos de trabalho

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Secretário de Estado da Inovação visitou o Grupo trofense que continua a apostar na internacionalização

Quando se propôs "cortar o mundo a diamante" poucos acreditavam que fosse possível a uma empresa portuguesa chegar tão longe como o Grupo Frezite já chegou. António Castro Guerra, Secretario de Estado da inovação visitou na semana passada as instalações do Grupo, sedeado na Trofa e reconheceu o mérito, o empreendedorismo e a coragem de José Manuel Fernandes.

   "Conheço a forma apaixonada como José Manuel Fernandes fala da Frezite e do seu projecto". Foi desta forma que António Castro Guerra, se referiu ao projecto da empresa trofense Frezite e FMT, durante a visita que levou a cabo na semana passada, às instalação da Grupo. Apesar de ser amigo de longa data de José Manuel Fernandes, presidente do conselho de Administração do Grupo Frezite, o Secretario de Estado ainda não tinha visitado a Frezite Metal Tooling (FMT), uma nova empresa do Grupo, direccionada para o segmento do metal.

"O projecto foi-me apresentado pelo responsável da Frezite numa reunião, que decorreu na Secretaria de Estado, e na qual fiquei impressionado pela forma apaixonada como mo apresentou. Agora dois anos depois é com satisfação que hoje constato o trajecto da empresa, traduzido em indicadores económicos da madeira ao metal, dentro de cada uma das divisões das soluções standard em que se compete pelo preço, passando pelas soluções especiais, em que se compete pela diferenciação e pela qualidade e é aqui que se ganha dinheiro e que se criam as soluções. Outro dos aspectos passagem do nacional ao internacional o que só possível com a afirmação de uma marca,", afiançou O secretario de estado não esqueceu a constante ligação da Frezite às Universidades, "no recrutamento de jovens engenheiros e licenciados, que constituem as equipas qualificadas e com o mesmo entusiasmo que demonstrava há 15 anos atrás".

No rosto de José Manuel Fernandes , principal responsável pelo sucesso da Frezite era bem visível a alegria e entusiasmo por poder mostrar o resultado do trabalho que ao longo dos últimos dois anos foi sendo desenvolvido pela empresa. "é com enorme satisfação que recebemos aqui o Sr. Secretario de estado para que ele possa ver com os seus próprios olhos o projectos que há dois anos lhe mostramos no papel e que hoje podemos dizer está aqui".

Além de todo o valor acrescentado que a marca Frezite tem vindo a criar e a difundir um pouco por todo o mundo, José Manuel Fernandes anunciou que pretende, nos próximos dois anos criar na Trofa mais 230 novos postos de trabalho, que serão possíveis graças à expansão da FMT que cria "soluções e propostas de cordo com as necessidades de cada cliente, não esperando que o cliente nos diga que precisa".

Para José Manuel Fernandes, o trunfo da Frezite está na sua competência tecnológica, na capacidade de resposta e na I&D. "Estamos a procurar nas nossas sucursais estrangeiras as principais competências tecnológicas locais, para depois fazermos um refluxo dessas competências para o grupo, ou seja, vamos tirar partido das sinergias de I&D estrangeiras e da relação que pode ser desenvolvida com as universidades locais", refere.

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Todo o negócio das ferramentas de corte com diamante policristalino – que é artificial e pode ser moldado – tem um mercado agressivo, onde o crescimento das empresas é feito a pulso, dominado por multinacionais. Mesmo assim, José Manuel Fernandes conseguiu atingir o objectivo a que se propunha aquando da inauguração da FMT " a empresa ficará sub-dimensionada no espaço de um ano".

Já Bernardino Vasconcelos, presidente da autarquia, a quem José Manuel Fernandes agradeceu a colaboração que tem permitido "manter a empresa na Trofa", considerou notável a forma como a empresa tem vindo a crescer e a projectar o nome da Trofa", frisou o autarca.

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Ano 2008

Cinco mulheres atropeladas, duas em estado grave

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 Dois feridos graves e três ligeiros é o balanço de um acidente de viação, esta segunda-feira, junto à empresa Ricon, em Ribeirão. O condutor do veículo terá ligado ao sogro a pedir auxílio, abandonando depois o local do sinistro, visivelmente transtornado. As mulheres já não correm risco de vida.

 José Marcelino nem queria acreditar no que viu quando regressou de uma tarde de pescaria. “Quando me aproximei do meu carro, que tinha ficado estacionado no sentido Ribeirão/EN14, vi que estava virado em sentido contrário e só quando cheguei perto da viatura me apercebi do que tinha acontecido. Tinha o carro com a parte lateral esquerda completamente desfeita”, adiantou ao NT, José Marcelino ainda mal refeito do susto.

O proprietário do Opel Vectra ainda estava incrédulo com os contornos deste acidente. “Ouvi sirenes enquanto estava a pescar mas como tinha o meu carro bem estacionado nunca pensei que a minha viatura estivesse envolvida”, adiantou.

O palco do acidente foi a Avenida da Indústria, perto da empresa têxtil Ricon, envolvendo três viaturas ligeiras e, segundo o NT conseguiu apurar, resultou de “uma colisão lateral entre dois ligeiros seguida de despiste e atropelamento de cinco peões”, adiantou fonte da Brigada de Trânsito de Braga, que esteve no local.

Alegadamente, as duas viaturas seguiam no mesmo sentido: “Uma das viaturas ia estacionar e a outra tocou-lhe, despistou-se e atropelou as pessoas que iam na berma, batendo ainda numa terceira viatura que estava estacionada. De acordo com a Brigada, trata-se de uma zona sem passeio, mas os peões “circulavam do lado correcto da estrada, com o trânsito de frente”. Os veículos seguiam no sentido poente-nascente, em direcção à EN14.

O acidente terá acontecido às 12.50 horas quando as vítimas, com idades entre os 30 e os 45 anos, regressavam ao trabalho após a hora de almoço. Segundo o NT conseguiu apurar, duas das mulheres são residentes na Trofa e as outras três serão de Ribeirão.

As vítimas foram transportadas para o Hospital S. Marcos em Braga e para o Centro Hospitalar do Médio Ave, unidade de Famalicão.

A mulher de 34 anos de idade, residente na cidade da Trofa, está estável e internada em Braga e segundo um familiar contactado pelo NT, “sofreu fracturas nas duas pernas, num braço e na bacia, apresentando ainda costelas partidas com perfuração dos pulmões, mas não corre riscos de vida”, adiantou. A vítima esteve consciente e contou aos familiares como tudo aconteceu: “Estava a chover, o veículo seguia em direcção à EN 14, estava a ultrapassar um outro que se encontrava parado, acabando por embater no veículo, abalroando ainda uma segunda viatura, e acabou por colher as cinco funcionárias da Ricon”.

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Outra das vítimas, que se encontra internada no Hospital de S. Marcos, apresenta lesões na coluna.

O condutor do veículo, que ficou “transtornado com o acidente”, abandonou o local “com medo que lhe batessem”, segundo confirmou a esposa, garantindo que ele ia entregar-se às autoridades.

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Ano 2008

Campeonato nacional é objectivo a alcançar

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Juniores do Trofense lideram campeonato

 Todas as equipas dos diferentes escalões do Clube Desportivo Trofense aceitaram o desafio de atingir os nacionais e os resultados começam a aparecer. Actualmente todas ocupam os primeiros três lugares do campeonato, e em posição privilegiada surgem os juniores, que lideram a 1ª divisão distrital.

 O frio que se sente no Complexo de Paradela nesta altura do ano não é obstáculo para os jovens que integram os escalões do Clube Desportivo Trofense. O sonho de um dia chegar ao patamar mais alto do futebol faz com que os poucos graus centígrados sejam esquecidos e a bola torna-se no único acessório de valor para os pequenos craques em altura de treinos e jogos.

Com a nova direcção liderada por Rui Silva, o departamento de futebol do Trofense modificou estratégias e delineou novas metas, numa clara aposta na formação para conferir ao clube expressividade na captação de jovens talentos. Todas as equipas dos diferentes escalões aceitaram o desafio de atingir os nacionais e os resultados começam a aparecer. Actualmente todas ocupam os primeiros três lugares do campeonato, e em posição privilegiada surgem os juniores, que lideram a 1ª divisão distrital, com quatro pontos de avanço sobre o segundo classificado, Paços de Ferreira. Todos alimentam o sonho de qualquer jovem no seu lugar: serem chamados para integrar o plantel sénior da equipa.

Jorge Gonçalves é o treinador da equipa há três anos. Já tinha integrado o departamento de formação noutra altura e depois de um período em que experimentou outros clubes decidiu “aceitar o convite do coordenador Jorge Maia” para abraçar um projecto de quatro anos, que está “a correr conforme o planeado”, afirmou em entrevista exclusiva ao NT/TrofaTv.

Os dois primeiros anos serviram para “criar condições para tornar a equipa competitiva”, no sentido de atingir a subida aos nacionais. “Esse é o patamar onde os jogadores poderão evoluir melhor”, referiu.

O projecto não abrangeu apenas o escalão júnior e os resultados de um trabalho “árduo” começam a notar-se: “Neste momento, nas camadas jovens, os juniores estão em primeiro lugar, os juvenis estão em terceiro lugar a um ponto do segundo, os iniciados estão em segundo lugar e os infantis ocupam o terceiro lugar”.

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Actualmente a ocupar, confortavelmente a liderança, os jogadores desfrutam do sucesso “confiantes no seu valor”. No entanto, há necessidade de “equilibrar as mentalidades para que eles não se deslumbrem”, adiantou Jorge Gonçalves que reforçou o facto dos feitos de hoje “serem fruto de um trabalho de três anos”.

O técnico considera que os resultados positivos são fruto da sintonia entre o departamento de formação e a direcção do clube e sabe que Tulipa, treinador da equipa sénior, está atento ao trabalho desenvolvido pelos juniores. “Existe uma grande comunicação entre o departamento e a equipa técnica profissional. Sei que (Tulipa) já veio ver um ou dois jogos da equipa e alguns juniores têm ido treinar com os seniores com alguma regularidade. Integraram, aliás, o jogo da Liga Intercalar e fizeram uma boa figura, com um excelente desempenho”, acrescentou.

O treinador acredita nas capacidades dos jovens para poderem fazer parte do plantel sénior, mas não esquece que “existem muitos outros factores, como estar no sítio certo no momento certo, a posição do jogador ou se o treinador estiver mais necessitado e também há o aspecto da coragem para o fazer”.

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