Frei Hermano da Câmara era cabeça de cartaz do espetáculo de beneficência, marcado para as 21.30 horas de sábado, 7 de setembro. No entanto, o artista não compareceu e metade da assistência pediu a devolução do dinheiro, que seria revertido na totalidade para a Pediatria do Instituto Português de Oncologia do Porto.

Uma promessa feita à pequena Sara Marques, que faleceu em dezembro de 2012, devido a “complicações na doença” por falta de um transplante de medula óssea, motivou Fernando Costa a organizar um espetáculo de beneficência, em que as verbas angariadas, com a venda de bilhetes, eram revertidas para a Pediatria do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto.

Por admirar Frei Hermano da Câmara, Fernando Costa telefonou-lhe no dia em que completou “51 anos de carreira”, explicando-lhe qual era o objetivo do espetáculo e que este seria de beneficência, “não tendo possibilidades económicas” para lhe pagar. O artista acedeu ao convite e reencaminhou o assunto para o seu empresário, Jorge Dinis, com quem teria que “acertar os pormenores”. Fernando entrou em contacto com o empresário para “saber as datas disponíveis” para o espetáculo, tendo ficado marcado para “o dia 9 de março”. Pouco tempo depois de começar a organizar o ato benemérito, recebeu uma chamada de Jorge Dinis a desmarcar, pois nesse dia “já tinha um espetáculo agendado”.  

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