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FORAVE REALIZA ENTREGA DE PRÉMIOS DE MÉRITO E DIPLOMAS

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Depois de um período de Pandemia difícil e de afastamento compulsivo, que nos remeteu para uma mudança de paradigma muito brusca, de muitas incertezas, mas também de grande aprendizagem e de resiliência, a FORAVE retomou a Cerimónia de Entrega de Prémios de Mérito e Diplomas, para reconhecer o sucesso dos diplomados 2020 e 2021 e homenagear todos aqueles que se distinguiram pela dedicação e colaboração ao Projeto Educativo da FORAVE.

A Cerimónia foi realizada, no dia 25 de novembro, no Auditório da Casa de Esmeriz e contou com a participação do Vereador da Educação e Ciência, Augusto Lima, do Presidente da Direção da FORAVE, Carlos Gonçalves, dos Presidentes de Junta de Freguesia de Lousado, de Ribeirão, e de Esmeriz e Cabeçudos, dos associados da FORAVE, parceiros, colaboradores, representantes dos encarregados de educação ex-alunos e diplomados.

Este foi, também, o culminar de 30 ANOS de um Projeto Educativo pioneiro na implementação do Ensino Profissional em Portugal, assinalado por Carlos Gonçalves e foram formalizadas, parcerias e protocolos com as empresas: CS Plastic, Muroplás – Indústria de Plásticos, S.A., LEANBOX, Hélder Nascimento Atelier de Arquitetura e Design, com o IPCA – Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e com a Academia do Futebol Clube de Famalicão. No âmbito das Redes de Cooperação Internacional a FORAVE tornou-se parceira dos projetos VETFEST – que visa a criação de soluções para os desafios do Ensino Profissional e Ambassadors4skills&Jobs – Programa focado na futura geração de profissionais altamente qualificados para a indústria automóvel.

Os Prémios Empresa foram para atribuídos pela Continental Mabor, aos melhores alunos e às melhores PAP dos Cursos de Eletrónica, Automação e Comando e Manutenção Industrial, pela CELOPLÁS ao Curso de Polímeros, pela Continental – ITA ao Curso de Gestão, pelo Centro QI3 ao melhor aluno do 2º ano e finalmente pelo CENERTEC aos melhores alunos dos Cursos Profissionais 2020 e 2021.

Foram, ainda, reconhecidos com o Galardão FORAVE, Leonel Rocha, enquanto Vice- Presidente da Direção desta Escola durante 18 anos e pelo trabalho desenvolvido como Vereador da Educação e Ciência, Paulo Cunha pelo trabalho desenvolvido em Vila Nova de Famalicão, Nuno Drumond da Continental – ITA pelo apoio prestado ao Curso de Gestão e à FORAVE, Inês Silva na categoria de colaboradora da FORAVE, pelo Selo de Conformidade EQAVET, Daniela Patrícia Gonçalves Albuquerque e Joana Rita Ferreira Dias como alunas de mérito, os associados 30 ANOS, Câmara Municipal Vila Nova de Famalicão e Continental Mabor, as turmas que completaram 25 anos do Curso de Gestão 1992/95 e 1993/96; o colaborador 30 ANOS, António Mendes e os colaboradores aposentados João Azevedo e Lurdes Sampaio.

Aos melhores alunos das turmas finalistas 2020 e 2021 foi entregue um certificado de mérito pelo sucesso escolar e os alunos ERASMUS receberão o certificado de participação nos Projetos Europeus.

O momento FORAVE VISÃO INTEGRADA 2030, foi partilhado pelo Vereador da Educação e Ciência, Augusto Lima e pelo Diretor Geral RH da Continental, Carlos Gonçalves.

A cerimónia terminou com a participação dos ex-alunos que deram voz à campanha comemorativa da FORAVE – 30 ANOS, 30 CASOS DE SUCESSO “Falar de nós por outra voz. Mostrar a todos vós o melhor de nós.”

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Covid-19

Covid-19: Mais 80 pessoas internadas, 32.271 infeções e 33 mortes em Portugal

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Portugal registou mais 32.271 infeções e 33 mortes provocadas pelo vírus da covid-19 nas últimas 24 horas, segundo os dados oficiais de hoje da pandemia, que dão conta de mais 80 pessoas internadas com a doença, desde sábado.

Estão agora internadas 1.813 pessoas infetadas com o vírus SARS-CoV-2 (mais 80 do que no sábado), sendo que 168 delas estão em unidades de cuidados intensivos (mais cinco), segundo os dados do relatório de hoje da pandemia da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Os 33 novos óbitos associados à covid-19 (o mesmo número registado no sábado) ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo (14), na região Norte (8), no Centro (4), no Alentejo (3), no Algarve (2) e na Madeira (2).

Uma destas pessoas que morreu tinha entre 20 e 29 anos, mas a maioria dos óbitos (23) são de maiores de 80 anos.

Houve também registo da morte de uma pessoa entre os 50 e os 59 anos de idade, de uma entre os 60 e os 69 e de sete entre os 70 e os 79.

O maior número de novas infeções registou-se na região Norte (13.166) e em Lisboa e Vale do Tejo (11.501).

Seguiram-se a região Centro (mais 3.640 infeções), Madeira (1.327), Algarve (1.201), Alentejo (808) e Açores (628).

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As faixas etárias até aos 59 anos foram aquelas com mais novas infeções confirmadas, com o maior número a registar-se nos grupos dos 40 aos 49 anos (5.578 casos) e dos 30 aos 39 (5.024).

Por outro lado, foi entre os maiores de 80 anos que se detetaram menos infeções nas últimas 24 horas (673).

As autoridades de saúde têm hoje em vigilância 280.944 contactos, mais 18.910 do que no sábado.

Há um ano, em 16 de janeiro de 2021, Portugal registava 10.947 novas infeções (menos quase 22.500 do que hoje), mas um número muito maior de mortes (166), de internados (4.653) e de internados em cuidados intensivos (638).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, já morreram em Portugal 19.303 pessoas com covid-19 e foram confirmadas 1.884.974 infeções com o vírus que provoca a doença, estando neste momento ativos 327.355 casos (mais 17.722 do que no sábado).

Em Lisboa e Vale do Tejo confirmaram-se até hoje 743.511 infeções e 8.132 mortes desde que começou a pandemia.

Segue-se a região Norte (690.783 casos e 5.866 mortes) e o Centro (251.672 casos e 3.405 mortes).

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O Algarve registou até agora 73.346 infeções e 605 óbitos e o Alentejo 62.898 casos 1.102 mortes.

Na Madeira houve 44.949 infeções e 138 mortes e, nos Açores, 17.815 infeções e 55 mortes, segundo os dados da DGS.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

No total do país, 10.152 das pessoas que morreram com covid-19 eram homens e 9.151 eram mulheres.

Já nas infeções, há mais casos confirmados entre as mulheres (997.828) do que nos homens (885.141), sendo que há 2.005 registos sem um género identificado e que estão sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Em todo o mundo, desde o início da pandemia, a covid-19 provocou pelo menos 5.519.380 mortes, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

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Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

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Covid-19

Covid-19: Mais 38.136 infeções e 33 mortes em Portugal

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Portugal registou 38.136 infeções com o vírus da covid-19, 33 mortes atribuídas à doença e um aumento dos internamentos nas últimas 24 horas, segundo o relatório de hoje da pandemia da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Estão agora internadas 1.733 pessoas infetadas com o vírus SARS-CoV-2, mais 34 do que na sexta-feira, sendo que 163 delas estão em unidades de cuidados intensivos (mais uma do que há 24 horas).

Os 33 óbitos das últimas 24 horas registaram-se em Lisboa e Vale do Tejo (14), na região Norte (12), no Centro (5), no Alentejo (1) e na Madeira (1).

Uma destas pessoas que morreu era uma mulher que tinha entre 20 e 29 anos de idade, mas a maioria dos óbitos são de maiores de 80 anos (12 mulheres e nove homens). 

Houve também registo de quatro mortes entre os 50 e os 59 anos, duas entre os 60 e os 69 e cinco no grupo etário dos 70 aos 79.

Foi na região Norte que se confirmaram mais novos casos de infeção nas últimas 24 horas (14.899), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo (13.585), Centro (4.649), Madeira (2.133), Alentejo (1.224), Algarve (1.219) e Açores (427). 

As faixas etárias até aos 59 anos foram aquelas com mais novas infeções confirmadas, com o maior número a registar-se no grupo dos 40 aos 49 anos (6.945 casos). 

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Por outro lado, foi entre os maiores de 80 anos que se detetaram menos infeções nas últimas 24 horas (843).

Em relação a sexta-feira, as autoridades de saúde têm hoje em vigilância 262.034 contactos, mais 10.202.

Há um ano, em 15 de janeiro de 2021, Portugal registava 10.663 novas infeções (menos quase 27.500 do que hoje), mas um número muito maior de mortes (159), de internados (4.560) e de internados em cuidados intensivos (622).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, já morreram em Portugal 19.270 pessoas com covid-19 e foram confirmadas 1.852.703 infeções com o vírus que provoca a doença, estando neste momento ativos 309.633 casos (mais 10.036 do que na sexta-feira).

Em Lisboa e Vale do Tejo confirmaram-se até hoje 732.010 infeções e 8.118 mortes desde que começou a pandemia.

Segue-se a região Norte (677.617 casos e 5.858 mortes) e o Centro (248.032 casos e 3.401 mortes).

O Algarve registou até agora 72.145 infeções e 603 óbitos e o Alentejo 62.090 casos 1.099 mortes.

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Na Madeira houve 43.622 infeções e 136 mortes e, nos Açores, 17.187 infeções e 55 mortes, segundo os dados da DGS.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

No total do país, 10.136 das pessoas que morreram com covid-19 eram homens e 9.134 eram mulheres.

Já nas infeções, há mais casos confirmados entre as mulheres (980.851) do que nos homens (869.877), sendo que há 1.975 registos sem um género identificado e que estão sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Em todo o mundo, desde o início da pandemia, a covid-19 provocou pelo menos 5.519.380 mortes, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

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