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Assinado o contrato para execução da variante à Trofa

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Foi assinado o contrato entre as Infraestruturas de Portugal e a empresa M. Couto Alves SA, para execução da empreitada EN14 – Maia (Nó do Jumbo) | Interface Rodoferroviário da Trofa – 2ª Fase – Via Diagonal | Interface Rodoferroviário da Trofa, com um investimento de 32 milhões de euros e com 666 dias de execução.

Trata-se de uma empreitada  no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), integrada no plano de melhoria das acessibilidades rodoviárias às Áreas Empresariais. A EN14 entre a Maia, a Via Diagonal, e o Interface Rodoferroviário da Trofa, configura a segunda das duas fases de construção do lanço da Variante à EN14, entre Maia e a Trofa.

A presente obra diz respeito a um troço com cerca de 10 km, entre a Maia (Via Diagonal) e a Trofa (Interface Rodoferroviário), que se apresentará com um perfil transversal tipo 1×1 vias, iniciando-se no Nó com a Via Diagonal, já construído, e terminando na Rotunda do Interface Rodoferroviário da Trofa.

As três ligações à rede local previstas são:

  • À EN318, nas proximidades das Zonas Industriais do Soeiro e da Carriça;
  • À atual EN14, na localidade de Lantemil;
  • À rotunda existente que irá permitir a ligação da Variante à EN14 ao Interface Rodoferroviário da Trofa e futura continuidade para Norte.

No que respeita a Obras de Arte correntes serão construídas duas Passagens Superiores, duas Passagens Agrícolas e cinco Obras de Arte especiais, com a construção de quatro viadutos e uma ponte: o Viaduto sobre a Ribeira do Arquinho, com 374 metros, o Viaduto de Vilares, com 264 metros, o Viaduto das Covas, com 180 metros, a Ponte sobre o Rio Trofa, com 750 metros e o Viaduto sobre o Vale de S. Roque, com 472 metros.

Serão também construídos sete restabelecimentos de vias municipais, preconizando-se, na maioria dos casos, a melhoria das suas características em termos de perfil transversal. Os Nós, e respetivas Rotundas associadas, serão dotados de iluminação.
 


Estrada Nacional 14


O empreendimento da EN14 ligará os concelhos de Vila Nova de Famalicão, Trofa e Maia, através da EN14 e da sua nova Variante.

Numa primeira fase foi executada a empreitada de requalificação, com um investimento associado de 3,2 milhões de euros, numa extensão de quatro quilómetros, e que está em funcionamento desde julho de 2019. Esta empreitada teve os seguintes trabalhos:

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1. EN14 – Beneficiação do troço entre Santana e Vitória

  • Extensão de 2,5 quilómetros;
  • Reabilitação integral do pavimento;
  • Construção de novos passeios e reabilitação dos existentes;
  • Criação de gares para paragem de transportes coletivos de passageiros;
  • Reformulação e melhoria das condições de articulação com a rede viária municipal existente.

2. EN14 – Beneficiação do troço entre Vitória e a ligação à Variante de Famalicão

  • Extensão de 1,5 quilómetros;
  • Alargamento da plataforma para 2 X 2 vias com separador central;
  • Construção de rotunda para articulação com a R. Rodrigues Sampaio e R. da Vitória;
  • Reabilitação integral do pavimento;
  • Construção de passeios;
  • Criação de vias coletoras para acesso ao estacionamento junto às zonas comerciais;
  • Implantação de abrigos nas paragens de transportes coletivos de passageiros;
  • Instalação de semáforos para controlo de velocidade e travessia de peões.

3. Rotunda de Santana

  • Com o objetivo de potenciar o efeito dinamizador das Unidades Industriais sediadas no território, em setembro deste ano, a Infraestruturas de Portugal e o Município de Vila Nova de Famalicão estabeleceram um aditamento ao acordo de gestão, tendo em vista a construção de uma nova rotunda na EN14, uma nova ligação, denominada Rotunda de Santana, que assegurará a articulação da EN14 com a futura via de acesso à Área Empresarial Famalicão Sul – Lousado.

Variante à EN14


Em relação à variante à EN14, esta é dividida por quatro troços, um deles já concluído e em serviço. Trata-se de uma ligação com de cerca de 1,3 km denominada Interface Rodoferroviário da Trofa.
 
Os restantes três troços foram divididos por empreitadas independentes:
 
1. A empreitada entre o Nó do Jumbo e a Via diagonal, em serviço desde dezembro de 2020, após um investimento de 5,2 milhões de euros para uma extensão de 1,8 km, visou o reforço da mobilidade, das condições de circulação e segurança rodoviária das populações, bem como a melhoria da acessibilidade para as empresas às áreas das zonas empresariais sediadas na zona.
 
Neste empreendimento foram executados os seguintes trabalhos:

  • Criação de uma plataforma rodoviária constituída por uma via por sentido com 3,50 metros de largura, mais 1,50 metros de berma;
  • Construção de quatro rotundas, assegurando a ligação com a rede viária local existente, onde se destaca a reformulação do Nó do Jumbo e a construção do Nó com a Via Diagonal;
  • Execução de restabelecimentos à rede viária local através da reposição de arruamentos;
  • Construção de duas Passagens Superiores.

2. O troço entre a Via Diagonal e o Interface Rodoferroviário da Trofa.

3. O troço entre Santana e Trofa, com investimento associado de oito milhões de euros para uma extensão de 2,4 km, que pretende eliminar os constrangimentos no atravessamento do centro urbano da Trofa e da travessia do Rio Ave, através da construção de uma Nova Ponte na sua zona mais estreita. Visa ainda melhorar as acessibilidades ao Hospital da Trofa e à Estação de caminho-de-ferro, diminuindo os tempos de percurso para o tráfego com destino ao tecido industrial e comercial existente implantado nas margens do rio. Outro dos objetivos passa por reabilitar as margens do Rio Ave.
 
Este projeto prevê ainda a construção de quatro rotundas para melhoria das acessibilidades e um conjunto de restabelecimentos desnivelados para garantia da mobilidade das populações. A nova ponte será construída na zona de Carqueijoso ligeiramente a Norte do Hospital da Trofa, cerca de um km a montante da atual ponte sobre o Rio Ave na EN14. O tabuleiro desta ponte terá uma extensão de 163 metros.


Investimento na EN14 – o objetivo


As intervenções no corredor da EN14, entre Maia e Vila Nova de Famalicão, visam reforçar as condições de segurança e de acessibilidade numa zona densamente povoada e com grande dinâmica empresarial, mas fortemente condicionada pelo elevado grau de congestionamento e pressão marginal que caraterizam a atual Estrada Nacional.
 
As especificidades intrínsecas das zonas atravessadas, que implicam necessariamente soluções adequadas, assim como os diferentes estágios de desenvolvimento dos projetos de execução, levaram à subdivisão das intervenções em três lanços principais: “Maia | Trofa”, “Variante à Trofa” e “Trofa | Vila Nova de Famalicão”.
 
O investimento neste corredor é prioritário, e além de solucionar os problemas de fluidez de tráfego pretende contribuir para:

  • Aproximar a indústria aos eixos que constituem a malha fundamental para o transporte de pessoas e mercadorias, tendo como foco a rede de autoestradas que caracteriza a envolvente (A3, A7 e A28);
  • Potenciar a Zona de influência do Aeroporto Sá Carneiro e do Porto de Leixões;
  • Melhorar a articulação com as infraestruturas ferroviárias.
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Covid-19

Covid-19: Mais 80 pessoas internadas, 32.271 infeções e 33 mortes em Portugal

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Portugal registou mais 32.271 infeções e 33 mortes provocadas pelo vírus da covid-19 nas últimas 24 horas, segundo os dados oficiais de hoje da pandemia, que dão conta de mais 80 pessoas internadas com a doença, desde sábado.

Estão agora internadas 1.813 pessoas infetadas com o vírus SARS-CoV-2 (mais 80 do que no sábado), sendo que 168 delas estão em unidades de cuidados intensivos (mais cinco), segundo os dados do relatório de hoje da pandemia da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Os 33 novos óbitos associados à covid-19 (o mesmo número registado no sábado) ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo (14), na região Norte (8), no Centro (4), no Alentejo (3), no Algarve (2) e na Madeira (2).

Uma destas pessoas que morreu tinha entre 20 e 29 anos, mas a maioria dos óbitos (23) são de maiores de 80 anos.

Houve também registo da morte de uma pessoa entre os 50 e os 59 anos de idade, de uma entre os 60 e os 69 e de sete entre os 70 e os 79.

O maior número de novas infeções registou-se na região Norte (13.166) e em Lisboa e Vale do Tejo (11.501).

Seguiram-se a região Centro (mais 3.640 infeções), Madeira (1.327), Algarve (1.201), Alentejo (808) e Açores (628).

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As faixas etárias até aos 59 anos foram aquelas com mais novas infeções confirmadas, com o maior número a registar-se nos grupos dos 40 aos 49 anos (5.578 casos) e dos 30 aos 39 (5.024).

Por outro lado, foi entre os maiores de 80 anos que se detetaram menos infeções nas últimas 24 horas (673).

As autoridades de saúde têm hoje em vigilância 280.944 contactos, mais 18.910 do que no sábado.

Há um ano, em 16 de janeiro de 2021, Portugal registava 10.947 novas infeções (menos quase 22.500 do que hoje), mas um número muito maior de mortes (166), de internados (4.653) e de internados em cuidados intensivos (638).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, já morreram em Portugal 19.303 pessoas com covid-19 e foram confirmadas 1.884.974 infeções com o vírus que provoca a doença, estando neste momento ativos 327.355 casos (mais 17.722 do que no sábado).

Em Lisboa e Vale do Tejo confirmaram-se até hoje 743.511 infeções e 8.132 mortes desde que começou a pandemia.

Segue-se a região Norte (690.783 casos e 5.866 mortes) e o Centro (251.672 casos e 3.405 mortes).

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O Algarve registou até agora 73.346 infeções e 605 óbitos e o Alentejo 62.898 casos 1.102 mortes.

Na Madeira houve 44.949 infeções e 138 mortes e, nos Açores, 17.815 infeções e 55 mortes, segundo os dados da DGS.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

No total do país, 10.152 das pessoas que morreram com covid-19 eram homens e 9.151 eram mulheres.

Já nas infeções, há mais casos confirmados entre as mulheres (997.828) do que nos homens (885.141), sendo que há 2.005 registos sem um género identificado e que estão sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Em todo o mundo, desde o início da pandemia, a covid-19 provocou pelo menos 5.519.380 mortes, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

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Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

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Covid-19

Covid-19: Mais 38.136 infeções e 33 mortes em Portugal

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Portugal registou 38.136 infeções com o vírus da covid-19, 33 mortes atribuídas à doença e um aumento dos internamentos nas últimas 24 horas, segundo o relatório de hoje da pandemia da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Estão agora internadas 1.733 pessoas infetadas com o vírus SARS-CoV-2, mais 34 do que na sexta-feira, sendo que 163 delas estão em unidades de cuidados intensivos (mais uma do que há 24 horas).

Os 33 óbitos das últimas 24 horas registaram-se em Lisboa e Vale do Tejo (14), na região Norte (12), no Centro (5), no Alentejo (1) e na Madeira (1).

Uma destas pessoas que morreu era uma mulher que tinha entre 20 e 29 anos de idade, mas a maioria dos óbitos são de maiores de 80 anos (12 mulheres e nove homens). 

Houve também registo de quatro mortes entre os 50 e os 59 anos, duas entre os 60 e os 69 e cinco no grupo etário dos 70 aos 79.

Foi na região Norte que se confirmaram mais novos casos de infeção nas últimas 24 horas (14.899), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo (13.585), Centro (4.649), Madeira (2.133), Alentejo (1.224), Algarve (1.219) e Açores (427). 

As faixas etárias até aos 59 anos foram aquelas com mais novas infeções confirmadas, com o maior número a registar-se no grupo dos 40 aos 49 anos (6.945 casos). 

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Por outro lado, foi entre os maiores de 80 anos que se detetaram menos infeções nas últimas 24 horas (843).

Em relação a sexta-feira, as autoridades de saúde têm hoje em vigilância 262.034 contactos, mais 10.202.

Há um ano, em 15 de janeiro de 2021, Portugal registava 10.663 novas infeções (menos quase 27.500 do que hoje), mas um número muito maior de mortes (159), de internados (4.560) e de internados em cuidados intensivos (622).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, já morreram em Portugal 19.270 pessoas com covid-19 e foram confirmadas 1.852.703 infeções com o vírus que provoca a doença, estando neste momento ativos 309.633 casos (mais 10.036 do que na sexta-feira).

Em Lisboa e Vale do Tejo confirmaram-se até hoje 732.010 infeções e 8.118 mortes desde que começou a pandemia.

Segue-se a região Norte (677.617 casos e 5.858 mortes) e o Centro (248.032 casos e 3.401 mortes).

O Algarve registou até agora 72.145 infeções e 603 óbitos e o Alentejo 62.090 casos 1.099 mortes.

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Na Madeira houve 43.622 infeções e 136 mortes e, nos Açores, 17.187 infeções e 55 mortes, segundo os dados da DGS.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

No total do país, 10.136 das pessoas que morreram com covid-19 eram homens e 9.134 eram mulheres.

Já nas infeções, há mais casos confirmados entre as mulheres (980.851) do que nos homens (869.877), sendo que há 1.975 registos sem um género identificado e que estão sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Em todo o mundo, desde o início da pandemia, a covid-19 provocou pelo menos 5.519.380 mortes, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

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