A final da Taça Concelhia de Futebol Popular da Trofa voltou a encher o Pavilhão gimnodesportivo de S. Romão do Coronado, no feriado de 25 de abril. CR Bougado, AMU Barca, Núcleo do Sporting da Trofa e CA Bairros foram os vencedores.

O Futebol Popular da Trofa movimenta vários atletas do concelho, assumindo-se como uma importante locomotiva da prática desportiva. As finais da Taça Concelhia são um dos momentos mais “brilhantes” desta competição e também servem para comemorar o espetáculo desportivo e exibir os talentos trofenses. Vários foram os que encheram as bancadas do pavilhão gimnodesportivo de S. Romão do Coronado, a 25 de abril, para apoiar as equipas. Na plateia também marcava presença Joana Lima, presidente da Câmara Municipal da Trofa, e Teresa Fernandes, vereadora do pelouro do Desporto, que apoiaram e incentivaram os atletas e coletividades presentes.

A tarde começou com a final da Taça no escalão de iniciados, onde o Centro Recreativo de Bougado B venceu o Futebol Clube de Guidões por 2-0. O emblema guidoense voltou a ter um momento menos feliz ao sair  derrotado da final de juvenis, diante da Associação de Moradores da Urbanização da Barca, por uns esclarecedores 4-1.

Na Trofa, o futsal também é uma modalidade de mulheres, que se bateram na final de seniores. O “caneco” foi entregue ao Núcleo do Sporting da Trofa, que arrebatou o Centro Associativo de Bairros por 5-0. Por fim, os mais experientes (veteranos) entraram nas quatro linhas. O Centro Associativo de Bairros esteve de novo representado, mas desta vez saiu vencedor do dérbi com a Associação Recreativa de S. Pedro da Maganha, numa final renhida que terminou com 4-3.

Vasco Torres, presidente da Associação de Futebol Popular da Trofa (AFPT), referiu que “é importante incentivar a prática desportiva e acima de tudo dar condições aos jovens para o fazerem”, daí que considera “importante” o trabalho que esta coletividade “tem desenvolvido” na organização destes campeonatos. “No início da época passamos um momento difícil, que pôs em risco a existência da Associação de Futebol Popular, porque não havia direção, mas achei que não era justo acabar com tudo isto, porque os adultos reúnem um grupo e facilmente encontram local para jogar, já nos miúdos estaríamos a cortar algo de muito importante para eles, por isso me candidatei a presidente e tento continuar este projeto. E pelo que vemos hoje, toda esta gente e o empenho dos atletas mostram que valeu a pena”, confessou.

Diana Azevedo

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