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Festival MEO Marés Vivas 2015 – 3º Dia Fotorreportagem

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A última noite da edição 13 do MEO Marés Vivas começou uma vez mais com prestações de músicos nacionais no Palco Santa Casa. Primeiro a boysband Like Us, que apesar de recebida por um pequeno número de espetadores contava com uma verdadeira legião de fãs aos berros. Seguiu-se Deau, cantor de hip-hop, a incitar a uma constante overdose de alegria. Momento particular da atuação do músico de Vila Nova de Gaia aconteceu com o tema Teresinha, dedicado à sua irmã mais nova, que subiu ao palco para o acompanhar.

No Palco MEO a abertura das festividades do último dia do MEO Marés Vivas coube aos The Black Mamba, com os seus blues e funk soul. Solos de guitarra e a voz inconfundível de Pedro Tatanka num concerto recheado de brincadeiras e onde, mais uma vez, houve espaço para um pedido de casamento.

A fadista Ana Moura, ‘madrinha’ da edição deste ano do festival de Gaia, deu um concerto bonito, muito esforçado e com constantes apelos feitos ao público. Mas estes resultarem em reduzidas manifestações de euforia, por parte de um público que certamente esperava por outros concertos. Amor Afoito, E Tu Gostavas de Mim, Valentim (fado cantado pela mítica Amália), Os BúziosLoucura e Porque Teimas Nesta Dor foram alguns dos temas interpretados por uma emotiva e energética Ana Moura, que cantou ainda uma versão de No Expectations dos Rolling Stones, numa mescla de fado e rock, com baixo e guitarra portuguesa. Desfado foi o momento alto da atuação de Ana Moura com todo o recinto a celebrar em uníssono aquele que foi o primeiro single do último disco da fadista.

Seguiu-se o animal de palco Jamie Cullum, que uma vez mais não parou um minuto quieto. Irreverente qb, Cullum tocouWhen I Get Famous, Get Your Way, I’m All Over It e Everything You Didn’t Do, tendo sido constantemente acompanhado nas letras pelos presentes no recinto. Recheada de bom humor, a atuação de Cullum teve de tudo um pouco, desde um solo de percussão ao piano, com beatbox e improviso nas teclas, passando pelos parabéns à fã portuguesa Francisca e pelos inúmeros saltos do piano e o constante acenar com a bandeira portuguesa. Cullum fez ainda confissões mais ou menos inusitadas: “Não posso mentir. Tive duas namoradas portuguesas. Eram muito fogosas, mas a coisa acabou por não correr bem. Achava eu que tudo ia bem, pensei até que fosse viver com uma delas, mas acabou por deixar-me e trocar-me por outro músico. Ainda assim, adoro Portugal e adoro cá estar”. Direito ainda a um medley especial com Don’t Stop the Music, de Rihanna, High and Dry, dos Radiohead e excertos de To Build a Home de Cinematic Orchestra.

Já depois da 1h da madrugada apareceram em palco os muito esperados The Script. Superheroes, Breakeven, If You Could See Me NowMan On a Wire e The Man Who Can’t Be Moved foram alguns dos temas tocados. Hall of Fame, com os telemóveis em punho a iluminar a noite de Gaia, encerrou um concerto muito profissional e sem falhas, mas que nunca surpreender pela diferença ou pela irreverência, nem mesmo quando o vocalista, Danny O’Donoghue, cantou abraçado ao público ou subiu para a bancada próxima do palco para saudar os fãs. Mesmo assim, sem dúvida, o concerto mais aguardado e aplaudido pelo público mais jovem do MEO Marés Vivas.

Na segunda noite de festival houve ainda tempo para a animar o Moche Room com João Vaz e Wilson Honrado.

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A organização confirmou a presença de 90 000 pessoas nas três noites do MEO Marés Vivas, naquela que foi a melhor edição do festival de Vila Nova de Gaia, que entretanto já tem datas para o regresso à Praia do Cabedelo em 2016: 14, 15 e 16 de julho. “Grandes novidades” relativas ao cartaz serão anunciadas “muito em breve”, garantiu a organização.

Texto: Joana Vaz Teixeira
Fotos: Miguel Pereira

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As cartas colecionáveis mais valiosas do mundo

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Jogar às cartas: é um dos passatempos mais antigos da humanidade e faz parte da cultura portuguesa há centenas de anos. Seja por culpa dos tradicionais torneios de sueca ou pela crescente popularidade do poker online, Portugal é um país onde as cartas de jogar têm sempre lugar à mesa.
No entanto, nem todas as cartas podem ser compradas por um ou dois euros num quiosque perto de si. Algumas são tão raras e valiosas que podem chegar a valer uma verdadeira fortuna…

Scarlett Tally-Ho Legacy Edition

Jogue poker com os seus amigos com o baralho de cartas mais exclusivo do mundo.

Desenhadas pelo norte-americano Jackson Robinson, as cartas de jogar Scarlett Tally-Ho encontram-se entre as mais valiosas e prestigiadas do mundo. No entanto, nenhum dos baralhos desenvolvidos pela Scarlett Tally-Ho é tão valioso como o Legacy Edition. A coleção Legacy Edition inclui apenas 50 exemplares e foi lançada em 2015. Desde então, o preço dos baralhos já aumentou consideravelmente e atraiu cada vez mais colecionadores. As cartas da Legacy Edition destacam-se pelo seu design único, inspirado pela iconografia do Velho Oeste, e contam com uma caixa protetora em madeira cuidadosamente fabricada à mão.
Se gosta de jogar às cartas com os seus amigos, os exclusivos baralhos Scarlett Tally-Ho Legacy Edition são a melhor maneira de os impressionar. Aprenda tudo sobre os melhores jogos de cartas para 2 no site Poker 888, onde também é possível jogar poker online no telemóvel e computador.

Black Lotus

Magic the Gathering é um jogo de cartas de fantasia que é alvo do entusiasmo de milhares de jogadores em todo o mundo. Enquanto as tradicionais cartas de jogar são vendidas em formato de baralho, as cartas colecionáveis Magic the Gathering são vendidas individualmente ou em edições de 15 unidades. Novas edições de cartas colecionáveis são lançadas periodicamente desde a década de 80, mas ainda nenhuma carta Magic conseguiu ser tão rara e valiosa como a Black Lotus.
A Black Lotus é uma carta Magic tão poderosa que foi banida dos torneios oficiais. Por ter sido produzida numa das primeiras edições desenvolvidas pela Magic the Gathering, apenas 1,100 Black Lotus foram criadas. Consequentemente, os colecionadores mais fanáticos de Magic the Gathering estão dispostos a pagar autênticas fortunas por uma Black Lotus original.
Uma das poucas Black Lotus em circulação chegou a ser vendida em leilão por qualquer coisa como vinte e sete mil euros!

Crush Card Virus

Menções a “vírus” são pouco inspiradoras nos dias que correm, mas não existe nenhum motivo para suspeitar do Crush Card Virus. Este é o nome da carta colecionável mais valiosa do universo Yu-Gi-Oh, que continua a apaixonar vários colecionadores nostálgicos em todo o mundo.
As cartas da Yu-Gi-Oh não são tão valiosas como as de Magic: the Gathering ou Pokemón, mas a carta Crush Card Virus é tão rara que é praticamente impossível comprar uma por menos de três mil euros.

Pikachu Illustrator

A aplicação Pokémon Go foi um dos principais fads da década de 2010.

Mais do que a inspiração para uma série de cartas colecionáveis extremamente valiosas, Pokémon é um fenómeno de popularidade que apaixona miúdos e graúdos há mais de duas décadas. Há não muito tempo, os célebres pokémons invadiram a cultura mainstream após o lançamento de Pokémon Go, uma aplicação para o telemóvel que gerou muita polémica.
Em 2022, o YouTuber Logan Paul chegou mesmo a investir mais de três milhões de dólares num pack de cartas Pokémon que acabou por ser falso. Mas quanto vale a carta colecionável Pokémon mais rara do mundo? De acordo com a última venda registada, qualquer coisa como uns impressionantes cinquenta e quatro mil euros! Trata-se de uma carta conhecida como Pikachu Illustrator, e estima-se que existam apenas quatro em circulação.

Venexiana Gold

Se está à procura do baralho de cartas de jogar mais luxuoso do mundo, a resposta só pode ser uma: a edição Venexiana Gold, lançada em 2014 pela Half Moon Playing Cards. Apenas 212 baralhos Venexiana Gold foram produzidos, e o grande detalhe que faz com que as cartas sejam tão valiosas é o acabamento a ouro no verso.
O baralho foi desenvolvido por um designer conhecido como Lotrek, que teve bastante dificuldade em arranjar um fabricante que conseguisse aplicar um padrão em folha de ouro nas cartas. A folha de ouro acabou por ser manualmente inserida no verso de cada carta. Desde o seu lançamento, o preço dos baralhos Venexiana Gold não tem parado de aumentar.

T206 Honus Wagner

Cartas de beisebol não são usadas para jogar, mas continuam a ser cartas colecionáveis extremamente valiosas. O mercado para este tipo de objeto é enorme nos Estados Unidos, e a raríssima T206 Honus Wagner é a carta de beisebol mais cara de todos os tempos. Inacreditavelmente, foi comprada em leilão por uns impressionantes 3.2 milhões de euros! Anteriormente, a carta já tinha sido vendida por qualquer coisa como 1.27 milhões de dólares—suficiente para comprar uma casa de luxo no Algarve.
Representado na carta encontra-se Honus Wagner, um jogador do período clássico do beisebol (1909-1920) que era conhecido como o “The Flying Dutchman” (O Holandês Voador).

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CCB transmite concerto da Orquestra de Câmara Portuguesa no Museu Soares dos Reis

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O Centro Cultural de Belém vai transmitir, no dia 15 de julho, o concerto Serenata, da Orquestra de Câmara Portuguesa, no Museu Soares dos Reis, no Porto. A entrada é livre e a transmissão começa às 21h30.

Este evento surge no âmbito do projeto CCB – Cidade Digital, que o Centro Cultural de Belém desenvolve, em parceria com a Direção-Geral do Património Cultural, com o objetivo de transmitir gravações de espetáculos do CCB por todo o país e permitir a novos públicos, a fruição digital de espetáculos, em lugares fundamentais da nossa cultura e identidade.

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