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Ano 2011

Festas realizam-se há mais de dois séculos

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Comissão de Festas em honra de Nossa Senhora das Dores já faz “balanço positivo” da romaria. Aníbal Costa mostrou-se satisfeito com o trabalho da sua aldeia.

Há 255 anos milhares de pessoas saem à rua para honrar Nossa Senhora das Dores. Com o passar dos anos, das décadas, dos séculos… a festa cresceu e transformou-se numa das mais importantes referências do concelho e da região. O segredo? Aníbal Costa, presidente da Comissão de Festas parece não ter dúvidas: “O compromisso com Nossa Senhora das Dores de manter esta romaria viva e com saúde”. “Esse é o grande motivo que faz com que esta festa tenha mais de 250 anos e assim continuará, se houver essa força por trás. De outra maneira, não quer dizer que não se faça, mas não com este esplendor e riqueza”, acrescentou.

A história faz-se com as diferentes aldeias de S. Martinho de Bougado que, ano após ano, fazem o seu melhor para honrar a santa. Este ano são os moradores do Paranho os responsáveis por manter a tradição: “Somos uma aldeia muito unida, temos uma comissão excelente, com a participação voluntária de muita gente, que dá a camisola e mais pelas festas. Fazem isso por dedicação à Nossa Senhora das Dores e isso não tem preço”, acrescentou.

As festas vão a meio, mas Aníbal Costa já fala em “balanço positivo” do ponto de vista organizacional e, em “termos monetários”, também espera que “assim seja”. “Este é um mês em que entra muita receita e estamos convencidos que vamos ter um saldo positivo. O grande objetivo de todo este trabalho é chegar ao fim e termos verbas para cobrir as despesas das festas”, defendeu.

Para isso muito contribui o bar que a comissão explora, no Parque Nossa Senhora das Dores: “O bar é um êxito. Todas as comissões dizem o mesmo e está provado”.

O programa das festas está a ser cumprido e Aníbal Costa está contente com a vida que o Parque Nossa Senhora das Dores ganhou nas últimas semanas, com iniciativas como o Concurso de Bandas de Garagem, o Festival da Canção Ligeira ou o Festival Internacional de Folclore. “No dois eventos surgiram uma série de artistas de muito mérito e valor. Quem venceu o Festival da Canção será, com certeza, ouvido muitas vezes nos próximos anos”, defendeu.

As Festas em honra de Nossa Senhora das Dores decorrem até 23 de agosto, com atividades e espetáculos para todos os gostos a decorrer no Parque.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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