Nos dias 17 a 18 de maio, a praceta de S. Cristóvão do Muro vai acolher uma Festa de Rua, organizada pela Junta de Freguesia, que promete “muita animação”.

“Dê asas à imaginação e transforme as suas ideias em realidade”. O desafio foi lançado à comunidade trofense, tendo até ultrapassado fronteiras e chegado às gentes da cidade do Porto. “Cerca de 50 expositores” aceitaram o desafio e, durante este fim de semana, vão invadir a praceta de S. Cristóvão do Muro, apresentando peças de artesanato, velharias, gastronomia, arranjos florais e roupa em segunda mão.

Segundo Conceição Campos, elemento da Junta de Freguesia do Muro, esta iniciativa tem como objetivos “o convívio entre a comunidade”, a “promoção dos talentos e aptidões das pessoas”, assim como a “animação na freguesia”.

A abertura do certame está marcada para as 15 horas de sábado, seguindo-se um desfile e exposição de carros antigos. O grupo de dança Alvadance atua à noite, pelas 21 horas, antes de um desfile de moda, e volta a entrar em palco de seguida. Para as 23 horas está programada a atuação de um grupo musical.

No dia seguinte, há exposição de bicicletas, motas e carros antigos e uma demonstração de boxe, pelo Alvacenter, pelas 10.30 horas. Meia hora depois, o Grupo de Jovens “Juventude Sem Fronteiras” promete animar o espaço com teatro de rua.

Às 15 horas, o protagonista é o Dojo Murakami da Associação Recreativa Juventude do Muro, que vai fazer uma demonstração de karaté, seguindo-se uma atuação dos utentes da Muro de Abrigo. A Festa de Rua encerra por volta das 21 horas.

Conceição Campos declarou que a festa promete “muita animação”, destacando a participação de “todos os movimentos” do Muro, assim como de outras freguesias, como é o caso do Agrupamento de Escuteiros de Alvarelhos. “Penso que vão ser dois dias em cheio com muita animação. Em termos de adesão estou surpreendidíssima, temos cerca de 50 pessoas que vão expor, entre particulares, comércio local e associações. Acho que é uma festa que vai ficar na memória e que será para repetir no futuro”, concluiu, adiantando que a festa “tem custos mínimos para a Junta de Freguesia”, que apenas tem a seu cargo “o palco e o som”.