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Edição 772

Festa de Nossa Senhora das Dores: ONTEM, HOJE E SEMPRE

“Não foi a Trofa que impôs a Nossa Senhora das Dores, mas a Nossa Senhora das Dores que impôs à Trofa”

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Terminaram as festas de Nossa Senhora das Dores de 2022. Parabéns à Comissão de Festas. Virou mais uma página da longa história iniciada há cerca de 256 anos! Viva as próximas festas de Nossa Senhora das Dores, em 2023, e a próxima aldeia a realizar as mesmas. As próximas festas…

 

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Folha Liberal: Lucros excessivos

Então, quando olharmos para os lucros de uma empresa, temos também de olhar para a sua dimensão, para o seu volume de negócios, para o número de trabalhadores, para os investimentos que foram necessários para se obter esses lucros, porque, a não ser assim, corremos o risco de ficar com uma visão claramente distorcida.

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Há alguns meses, as empresas, que a isso são obrigadas, nomeadamente pela sua dimensão, apresentaram os seus resultados semestrais, provocando um grande alarido, já que os lucros foram muito elevados.
Houve uma grande indignação, porque enquanto as famílias e as pessoas estão a sofrer, e muito, com o aumento do custo de vida causado pela elevada inflação, pela desvalorização do Euro face ao dólar e pelo aumento das taxas de juro, essas empresas tiveram lucros que muitos consideram excessivos.
O que devia causar alarido e indignação são os prejuízos que algumas empresas públicas têm ano após ano, e que no final, os contribuintes são sempre chamados a pagar.
De qualquer dos modos, é um erro e não se devem analisar as contas, sejam elas quais forem olhando apenas para um dos dados. É preciso olhar de uma forma global, para se fazer uma avaliação correta.
Vou dar um exemplo: No concelho da Trofa existem um pouco mais de quatro mil e trezentas empresas, que empregam um pouco mais de vinte mil e trezentas pessoas. Mas, só nas quatro maiores empresas do concelho trabalham 13,5% das pessoas. Se estas quatro empresas tivessem um lucro equivalente a 13,5% dos lucros de todas as empresas, isso seria considerado excessivo?
Estas mesmas quatro empresas, representam quase 39% do volume de negócios de todas as empresas do concelho. Se estas quatro empresas tivessem 39% dos lucros de todas as empresas isso seria considerado excessivo? Em que medida? Se têm 39% do volume de negócios, o mais normal não seria ter essa percentagem dos lucros?
Então, quando olharmos para os lucros de uma empresa, temos também de olhar para a sua dimensão, para o seu volume de negócios, para o número de trabalhadores, para os investimentos que foram necessários para se obter esses lucros, porque, a não ser assim, corremos o risco de ficar com uma visão claramente distorcida.
Além disso as empresas que dão lucros são as que pagam impostos. Por outro lado, a rentabilidade dos fundos onde as pessoas aplicam as suas poupanças, bem como a rentabilidade dos investimentos da segurança Social, que garantem as reformas, são assegurados pelos lucros destas empresas.
As grandes empresas, privadas, costumam ter grandes lucros, e isso é uma coisa boa! Que o digam os seus trabalhadores, os seus fornecedores etc.
No nosso concelho temos algumas grandes empresas, mas é preciso criar condições para que mais empresários invistam cá, nomeadamente, criar zonas industriais, ou empresariais bem estruturadas, melhorar as vias rodoviárias, para que não se percam horas intermináveis em filas de trânsito e exigir a expansão da linha do metro até à Trofa.

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📹 Cruz Vermelha com fundos da “bazuca” para reabrir antigo centro de dia da ASCOR

O financiamento garantido através do PRR é “exclusivo para obras”, pelo que será necessário, referiu Daniela Esteves, “agilizar com a Segurança Social as parcerias necessárias para colocar este projeto no terreno”.

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A delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa vai dar uma segunda vida ao edifício da extinta ASCOR, Associação de Solidariedade do Coronado.

À luz de um contrato de comodato com a Junta de Freguesia, pelo período de 20 anos, a instituição ficou com a possibilidade de gerir o espaço situado na Quinta de S. Romão, dando-lhe a mesma finalidade para o qual foi criado, ou seja, ter a funcionar um centro de dia, com capacidade para 30 utentes, e prestar apoio domiciliário para outras 30 pessoas.
Para conseguir reabrir o edifício, a delegação da Cruz Vermelha candidatou-se a fundos oriundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), sendo-lhe atribuído um apoio de “403 mil euros”. O contrato de financiamento foi entregue a 1 de setembro, numa cerimónia conjunta, no Hotel Hilton, em Vila Nova de Gaia.
Através deste projeto, a Cruz Vermelha abre a porta a uma nova área de atuação, respondendo “ao panorama demográfico atual” e “à tendência para o envelhecimento da população”. “Isto vai ao encontro do espírito para o qual este edifício foi construído. Quisemos manter este sentido para não defraudar todos os esforços feitos pela população do Coronado”, sublinhou Daniela Esteves, presidente da delegação.

Ao gerir este espaço, a Cruz Vermelha consegue, igualmente, descentralizar a sua atividade e ganhar condições para “alocar recursos” já utilizados no auxílio à população mais fragilizada, como a entrega de refeições a famílias carenciadas, que é feita em parceria com a Junta de Freguesia.
O financiamento garantido através do PRR é “exclusivo para obras”, pelo que será necessário, referiu Daniela Esteves, “agilizar com a Segurança Social as parcerias necessárias para colocar este projeto no terreno”. As obras, explicou, por sua vez, Carla Lima, funcionária da delegação, focar-se-ão na “eficiência energética”, incluindo “a colocação de painéis solares e mudança da caixilharia”. “Vamos tentar reabilitar o melhor possível e torná-lo mais moderno e confortável. Numa fase posterior, vamos ter de pedir a ajuda de todos para conseguirmos equipar condignamente todo o edifício, assim como a valência de apoio domiciliário”, acrescentou.
É expectável que este equipamento possa criar até 30 postos de trabalho.
O executivo da Junta de Freguesia, que fez cumprir a determinação de tomar posse do terreno e, por conseguinte, do edifício após a extinção da ASCOR, mostrou-se satisfeito com esta nova vida do centro de dia.
“Não é natureza da junta gerir este tipo de equipamentos, porque não temos condições para isso, é uma máquina que não é possível suportar. Então, fruto de algumas parcerias que já temos com a maior instituição de solidariedade social do mundo, a Cruz Vermelha, e neste caso a delegação da Trofa, surgiu a possibilidade de esta gerir o espaço, dando-lhe o mesmo fim para o qual ele foi criado. Como presidente de Junta só me posso sentir satisfeito com esta solução”, sublinhou José Ferreira.
Agora com “90 dias para iniciar as obras”, a Cruz Vermelha espera, diz Daniela Esteves, poder, “nas melhores perspetivas”, inaugurar o centro de dia “dentro de um ano”.

Santa Casa da Misericórdia também conta com apoio do PRR

Assim como a Cruz Vermelha da Trofa, também a Santa Casa da Misericórdia da Trofa esteve, a 1 de setembro, representada na sessão pública de entrega de contratos de financiamento no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para a requalificação e o alargamento da rede de equipamentos e respostas sociais da zona Norte, no Hotel Hilton, em Vila Nova de Gaia.
A instituição assumiu, como foi anunciado há um ano, a responsabilidade de construir um lar residencial no local onde figurava parte do “esqueleto” do Centro Comunitário de Alvarelhos.
O projeto, orçado em cerca de 2,7 milhões de euros, mereceu da “bazuca” um financiamento de quase 1,8 milhões.
Na apresentação do projeto, a 10 de setembro de 2021, Alfredo Gomes, provedor da Santa Casa da Misericórdia da Trofa, explicou ao NT que “este edifício tem muitos aspetos diferentes do habitual”. “Até conseguimos criar uma rua interior e uma grande varanda e virar o edifício para a zona exterior ajardinada e verde. Temos a capela e podemos aceder a todo o edifício através de uma rampa. Já os quartos são sui generis, principalmente os duplos, porque são divididos a meio por uma barreira que faz toda a diferença, pois dão privacidade aos utentes”.
A nova residência terá capacidade para 50 utentes.

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