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Edição 434

Fernando Moreira, presidente da Junta de Freguesia de Covelas, fez balanço de mandato

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Em entrevista ao NT de balanço de mandato, o presidente da Junta de Freguesia de Covelas, Fernando Moreira, acusou Joana Lima, presidente da Câmara Municipal da Trofa, de perseguir a freguesia.

O Notícias da Trofa (NT): Quando assumiu a Junta, há 30 anos, quais eram as carências da freguesia?

Fernando Moreira (FM): Há 30 anos, quando assumi a Junta, as carências da freguesia eram as ruas que davam acesso às freguesias vizinhas, a ponte principal sobre o caminho de ferro, que dá ligação à Igreja, e a estrada de acesso à cidade da Trofa. Ao longo dos anos, consegui ligar toda a freguesia às vizinhas, fazendo com que tenha saída nas principais vias da comunicação.

Leia a reportagem completa na edição do jornal O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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Nova direção reformula ação da Cruz Vermelha

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Daniela Esteves assumiu a presidência da Cruz Vermelha na Trofa e apesar das dificuldades financeiras que encontrou, não desiste de trabalhar para “gerar sorrisos”.

Atualmente, a delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) está a prestar apoio alimentar regular a 237 agregados familiares, que representam 739 pessoas. O número, isolado, é já revelador das carências do concelho que, porém, não se esgotam por aí. Este ano, em sete meses, a instituição também já prestou “230 apoios de emergência, que representam 750 pessoas”, mais cinco por cento do total de apoios concedidos em todo o ano de 2012.

Para além disso, há famílias sinalizadas para os “excedentes alimentares”, que foram atendidas em 892 ocasiões, assim como 225 agregados familiares (697 pessoas) que contam com alimentos oriundos do Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados, da Comissão Europeia, e ainda há cinco em lista de espera.

Apesar de serem números “assustadores”, foram estes dados que fizeram Daniela Esteves lançar-se no desafio de liderar a delegação da Trofa da CVP, quando a sede nacional estudava alternativas para resolver os graves problemas que a instituição apresentava no início do ano. Valendo-se do espírito solidário que, garante, a acompanha desde criança, em que “levava lanche para os colegas”, Daniela esqueceu os quilómetros que separam a casa e o local de trabalho da Trofa para construir uma equipa para “trabalhar o presente e garantir o futuro”.

“Existia uma situação avançada no tempo, que foi apreciada pela Cruz Vermelha nacional e revelava uma realidade em termos financeiros bastante comprometida. Quando vem cá para tomar a decisão de intervir, passou-me pela cabeça que uma das saídas poderia ser o encerramento da delegação e eu não podia deixar que isso acontecesse. A Trofa precisa de uma Cruz Vermelha com ação e dedicação à causa social”, sublinhou.

Daniela Esteves acompanhou este período através de conversas com a antiga presidente, Odete Pedroso, e concluiu que “era importante que se criasse uma gestão moderna e adequada aos tempos de hoje”. Depois de ter o consentimento da sede nacional, Daniela Esteves começou a montar a equipa, com pessoas “que podiam trazer novas ideias” e que, apesar da situação financeira frágil, ficaram “entusiasmadas” com a ação delineada.

Só depois de tomar posse é que a direção “tomou real conhecimento” do passivo existente. “A instituição estava comprometida num valor aproximado de 75 mil euros, 25 mil dos quais eram o valor do empréstimo que restava pagar da aquisição da sede e os restantes correspondiam a custos operacionais, ordenados e dívidas a fornecedores”, revelou.

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O próximo passo foi avançar com uma “operação financeira”, em que “a sede serviu como garantia de um financiamento” no valor do passivo. Neste momento, sublinha, as dívidas “estão praticamente liquidadas”, mas esta ação não possibilita “começar do zero”. “Tenho, igualmente, uma dívida de 75 mil euros para pagar, mas reformulada no tempo e o que dantes representava um encargo mensal na ordem dos 1500 euros, agora está reduzido a cerca de 900 euros”, explicou.

Sobre a situação que se criou na instituição, Daniela Esteves não aponta o dedo a ninguém, sublinhando que “não é fácil responder a um encargo mensal de cinco mil euros” e que poderá ter sido resultado “de uma bola de neve que se formou e foi crescendo”.

 

As delegações estão por si e têm que se tornar sustentáveis”

Daniela Esteves repete a ideia que a CVP “é uma rica instituição, mas não é uma instituição rica”, garantindo que “nenhum elemento da direção é remunerado” e que “não há nenhum apoio estruturado da sede nacional”. “Localmente, as delegações estão por si e têm que se tornar sustentáveis, responsabilizando-se pelos gastos, quer sejam da luz, telefones, água ou vencimentos de funcionários”, afiançou.

A presidente da instituição assinalou ainda que da Segurança Social “não existe nenhum apoio”, antes pelo contrário, “muitas vezes, a Cruz Vermelha é que a substitui nalgumas situações”, como é o caso do “acompanhamento de 300 processos, 25 dos quais de Rendimento Social de Inserção e os restantes de Ação Social, que representam 1200 pessoas”.

As dificuldades presenciadas e vividas, diariamente, na delegação são minoradas pela “compensação” de ajudar quem precisa. “Ninguém consegue ficar indiferente a alguém que precisa de comer. Não temos todas as soluções para os problemas do mundo, mas temos as nossas mãos para trabalhar”, sustentou.

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Mas para ajudar a “gerar sorrisos”, a instituição “está à mercê da boa vontade e generosidade dos trofenses”, salientou. “As contas são saldadas muito à justa. Temos uma ‘sombra’ que nos acompanha todos os meses e, por isso, estamos a apelar a todos, particulares, associações e empresas que nos ajudem. Temos muita vontade de trabalhar, pomos muita energia naquilo que fazemos e, juntos, podemos fazer obra”, salientou.

 

Transporte é preciso, com urgência

A carrinha da delegação está “muito velha” e “a dar muitos problemas”. Por isso, uma das necessidades mais prementes é “um transporte encargo”, encargo que a instituição “não tem hipótese nenhuma” para assumir. Daniela Esteves apela, por isso, “à generosidade” daqueles que poderão colmatar esta lacuna.

 

Projetos vencedores

O projeto desenvolvido em parceria com a escola de kickboxing LifeCombat revelou-se numa agradável surpresa, que até mereceu as felicitações do presidente da sede nacional da CVP. O que pretendia a “inclusão pelo desporto”, afastando jovens de “comportamentos desviantes” já detetados revelou-se num verdadeiro ninho de campeões.

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“São miúdos que se empenham muito, porque é-lhes dada uma oportunidade e eles não a querem perder”, afirmou. Prova de que o desafogo de material não é, sempre, sinónimo de vitória, é que os jovens foram campeões, usando, entre si, “um par de luvas”.

Este projeto resultou de uma candidatura apresentada para ser financiada através do “Portugal + Feliz”, cujos valores são recolhidos pelo IRS.

Já a Porta dos Sabores nasceu para possibilitar uma refeição quente a pessoas carenciadas. Alimenta, diariamente, 40 utentes e até agora já foram servidas “3758 refeições”. Quando tomou posse, Daniela Esteves confrontou-se com muitas dificuldades, com a carência de alimentos, e um dos primeiros passos como presidente foi garantir parcerias com empresas de géneros alimentares. “Há muita regra. Com cinco coelhos, conseguimos fazer refeições para 40 pessoas”, garante. A presidente da instituição revelou que há escassez de voluntários para esta valência e apela à população para que participe, “dando apenas duas horas num por semana” para ajudar.

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Voz feminina vence concurso de fado amador da Trofa (c/videos)

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Sílvia Raquel, da Póvoa de Varzim, venceu a primeira edição do concurso “Trofa Dá Voz ao Fado”, cuja final contou com muito público. Organização fala em “sucesso”.

O Património Imaterial da Humanidade ergueu-se pelas vozes daqueles que através do amadorismo alimentam uma paixão e fazem sonhar os que fruem das palavras e dos sentimentos transmitidos no palco. No bar da comissão de festas de Nossa Senhora das Dores, fez-se silêncio para ouvir o fado. O primeiro concurso “Trofa Dá Voz ao Fado”, que teve a chancela da Câmara Municipal, esgotou o número de inscrições e extravasou fronteiras, com participações oriundas de Vila do Conde, Maia, Guimarães, Braga, Santo Tirso, Ribeirão, Gondomar, Lousado, Penafiel e Póvoa de Varzim.

A ideia de promover o concurso surgiu numa “brincadeira”, durante “uma conversa de café, em maio” e rapidamente ganhou forma, contou Assis Serra Neves, vereador da Cultura da autarquia e presidente do júri, em declarações ao NT e à TrofaTv. Ultrapassadas as “dificuldades burocráticas” através da “parceria feita com a comissão de festas” – que recebeu o evento e atribuiu os prémios – foi possível organizar o evento.

“Foi um sucesso, muito além daquilo que esperávamos, com a participação de pessoas de vários concelhos, que levaram o nome da Trofa muito longe. Está lançada a base para que se prossiga com este projeto”, adiantou o autarca.

Depois de cinco eliminatórias que atraíram muito público, as expectativas para a final eram altas e foram correspondidas pela audiência.

No palco, os dez finalistas ombrearam pela melhor interpretação para conquistar o ouvido e o coração dos elementos do júri. Feitas as contas, houve uma voz feminina que se destacou. Sílvia Raquel, da Póvoa de Varzim, canta “há 13 anos” e garante que o amor ao fado “nasceu” com ela. Venceu a primeira edição do “Trofa Dá Voz ao Fado”, mesmo sem expectativas. “Quando entramos neste tipo de concurso, esperamos participar e conviver com os amigos que conhecemos aqui e ali nas casas de fado, mas é sempre bom ganhar. Estou muito feliz”, afirmou.

Sílvia Raquel elogiou a “qualidade” do concurso e dos concorrentes, quer da final, quer da eliminatória em que participou.

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A noite ficou ainda marcada por surpresas. Joaquim Macedo, que fez parte do júri, brindou o público com um fado bem conhecido dos portugueses: “Nem às paredes confesso”, de Amália Rodrigues.

Noutro momento da noite, pela voz de António Sousa, responsável pela agenda cultural da Casa da Cultura da Trofa, a poesia foi chamada a exaltar a guitarra portuguesa.  

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