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Edição 665

Fábio Pereira abandona Bougadense por “motivos pessoais”

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“Motivos pessoais” foi a justificação dada por Fábio Pereira para abandonar o comando técnico do Bougadense. O treinador esteve oito jornadas na equipa, somando três vitórias e cinco derrotas.

O anúncio da saída do comando técnico da equipa sénior masculina do Bougadense foi dado pelo próprio treinador, Fábio Pereira, em entrevista ao NT. “Comuniquei ontem (terça-feira) à direção a minha decisão de abandonar o clube, por motivos pessoais”, afirmou, não deixando de sublinhar que “é com pena” que abandona “o projeto”, uma vez que nota “uma evolução muito grande nos jogadores e na equipa”.
Fábio Pereira quis “desejar a melhor sorte possível ao Bougadense e em especial aos jogadores”, que agora “sabem que passam a contar com um adepto e um amigo”.
O treinador madeirense foi o terceiro da época no Bougadense, depois de António Paris e Agostinho Lima. Assumiu o comando técnico da equipa após a 17.ª jornada, quando o Bougadense ocupava o 3.º lugar, com 30 pontos. Após oito jornadas, a formação bougadense somou nove pontos (três vitórias e cinco derrotas) e posicionou-se no 6.º lugar, onde permanece à saída de Fábio Pereira.
Contactado, Hilário Duque, presidente do Bougadense, confirmou a saída de Fábio Pereira, desejando a “maior sorte” ao treinador.
O sucessor será o treinador-adjunto, André Mota.
No último jogo com Fábio Pereira como treinador, o Bougadense venceu o último classificado, Ataense, por 2-1. Um resultado que o técnico considerou “justo” e que “peca por escasso”. “Nos últimos jogos, apesar de os resultados nem sempre acompanharem as exibições, tínhamos sido sempre claramente superiores aos adversários. Desta vez, o resultado foi justo, mas peca pelo facto de os números não serem mais expressivos”, salientou.
O Bougadense defronta o Nogueirense, 7.º classificado, no próximo domingo, pelas 15 horas, em Nogueira da Maia.

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Crónica – O país a cair aos pedaços

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A governação atual, que tem desinvestido fortemente na manutenção de pontes, viadutos, estradas, via férrea, no combate aos incêndios, na saúde, na educação e na cultura permite que a EDP faça entrar quase 20 milhões de euros nos cofres do consórcio luso-brasileiro formado pelas construtoras Lena e Odebrecht. Esta quantia (a carecer de justificação) foi acordada já depois de a Barragem do Baixo Sabor, em Trás-os-Montes ter sido inaugurada, e no contexto de uma negociação confinada ao círculo restrito da EDP e das duas empresas construtoras, grandes sustentáculos do regime «socrático» de má memória e envolvidas nos escândalos “Lava-Jato e “Operação Marquês”.

O atual governo que se calou com esta jogatana, também ficou quedo e mudo com a situação grave de nas zonas afetadas pelos incêndios do ano passado ainda existirem, vergonhosamente, cerca de 4.600 clientes sem serviço de telecomunicações restabelecido. É o agravamento do sofrimento constante das populações do interior do país, de uma interiorização aterradora que o poder centralista e macrocéfalo lisboeta não quer ver.
O governo aprovou há dias o valor de vinte e três milhões de euros destinados a reparar as graves fissuras (já identificadas em 2016) na Ponte de 25 de Abril, que liga a cidade de Lisboa à cidade de Almada. Esta aprovação só se verificou depois do LNEC – Laboratório Nacional de Engenharia Civil ter alertado para a necessidade urgente de obras de manutenção na referida ponte, que tem sido o ponto habitual de partida da Meia Maratona de Lisboa, só que por questões de segurança devido ao mau tempo (só?) foi alterado para a zona de Sete Rios.
Um relatório técnico interno das infraestruturas de Portugal refere que existem troços de linhas férreas com um nível de degradação muito grave, que fazem com que a passagem de comboio nessas vias coloque em risco a vida de passageiros e maquinistas. Inclusive já provocaram descarrilamentos, embora sem vítimas mortais, mas deseja-se que haja, urgentemente, uma manutenção técnica nesses troços, antes que aconteça uma tragédia nacional.
O país a cair aos pedaços é que se pode constatar com o estado de degradação de importantes infraestruturas, como é o caso da situação a que chegaram as pontes da antiga linha de comboio (Porto – Guimarães), que foi «surripiada» em 2002, com a promessa de ser construído o metro de superfície para ligar o ISMAI à Trofa. Como esse troço foi votado ao abandono, as pontes situadas na Freguesia do Muro (Trofa) estão num estado de risco iminente de ruir, em virtude das fissuras enormes nas junções e infiltrações de águas nos pilares.
Como o dinheiro não é elástico – não chega para satisfazer as reivindicações (dos parceiros que sustentam a “geringonça”), para calar Bruxelas (os números do défice) e para as manutenções (mais que necessárias) -, o governo atual inventou as famosas cativações do Ministério das Finanças. É uma “centelhice” para enganar os papalvos europeus (e os nacionais), que tem merecido alguns aplausos, pois deu resultado na “cosmética” utilizada para que os números da macroeconomia se ajustem às metas impostas pela União Europeia. Mas não pode ser à custa da segurança das pessoas!

José Maria Moreira da Silva
moreira.da.silva@sapo.pt
www.moreiradasilva.pt

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FORAVE – Um sistema Integrado de oportunidades de Formação

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INICIAL – RECONVERSÃO – AVANÇADA

Na FORAVE, os adultos e as empresas encontram soluções de formação à medida, uma equipa multidisciplinar motivada e experiente e um modelo de formação sustentado em work based learning.
O FEAT – Formação Empresarial e Apoio Técnico – é o departamento da FORAVE que tem como missão desenvolver soluções formativas e técnicas de forma focada no trabalho e com base na realização de diagnósticos que permitam identificar claramente as reais necessidades das empresas e dos ativos empregados ou futuros colaboradores.
Com o apoio de financiamento privado ou público, fruto de candidaturas aprovadas para a FORAVE ou para entidades parceiras, a FORAVE apresenta múltiplas respostas pensadas em função do público-alvo ou do cliente, integrando formação Certificada de Curta Duração, a medida Vida Ativa, percursos de Educação e Formação de Adultos e formação à medida.
Sempre com o objetivo de oferecer um serviço especializado, a FORAVE é conhecida pela sua experiência em áreas identificadas como prioritárias no setor industrial da região, evidenciando-se, em algumas delas, como oferta única. Não admira que as UFCD de Polímeros, Lean Management, Manutenção Industrial e Pneumática e Hidráulica, entre outras, que estão a ser desenvolvidas na FORAVE, estejam completamente esgotadas pelo excesso de procura.
A atitude da FORAVE relativamente ao meio empresarial e aos players da Rede de Educação e Formação tem sido sempre a de contribuir para criar respostas necessárias e complementares. Foi o caso da Gestão na vertente da Produção, é a resposta aos clusters da Mecânica e Metalomecânica, dos Materiais Poliméricos, das Indústrias Alimentares e, mais recentemente, ainda em fase de candidatura, a Indústria Têxtil, nas vertentes de operador de Fiação e operador de Tecelagem.
A partir de abril, o FEAT irá disponibilizar formação avançada e as vantagens para os parceiros e amigos da FORAVE são consideráveis. Esta iniciativa deve-se ao Protocolo de Cooperação celebrado com o CENERTEC – Centro de Energia e Tecnologia, que irá deslocar para as instalações da FORAVE vários cursos para promover a aproximação às empresas e aos nossos clientes. Ainda no âmbito desta parceria, foi criado o Prémio de Mérito e Distinção CENERTEC, que atribui uma Pós Graduação em Gestão de Operações e Serviços Industriais, no valor de 3.200€, ao melhor aluno da FORAVE.
Brevemente disponibilizaremos Cursos e Vantagens em www.forave.pt.

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Manuela Guimarães
Diretora pedagógica FORAVE

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