Homeless é o nome da nova exposição, da autoria de Georgina Efigénio, que está patente na Casa da Cultura, onde pode visitar, até ao dia 28 de julho, de segunda-feira a sábado, entre as 10 e as 18 horas. Esta é a primeira vez que a Trofa acolhe uma mostra deste género, onde as matérias primas utilizadas são a tinta da china e a corticite.

Uma inauguração que ficou marcada não só pela novidade dos materiais utilizados, mas também pelo momento musical interpretado por Ivo Machado. A autora escolheu como suporte a corticite, não só pela sua ligação à terra natal, mas também pela sua fragilidade, levando os visitantes a experimentar “sensações de desconforto, em similitude com as imagens criadas, também elas frágeis, desprotegidas, cobertas com um manto de solidão e de dor, representando vidas vividas nas margens e à margem, onde a vida e a morte se passeiam de mãos dadas”, pode ler-se na apresentação da obra.

Desta forma, a autora questiona o lugar do homem na sociedade, numa perspetiva de “equilíbrio e dignidade”. Para receber a autora marcaram presença na Casa da Cultura da Trofa, Joana Lima, presidente de Câmara Municipal, José Magalhães Moreira, vice-presidente da Câmara Municipal, Assis Serra Neves, vereador do pelouro da Cultura, e João Fernandes, presidente da Assembleia Municipal.

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