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Ex-presidente do CD Trofense condenado a 4 anos de prisão com pena suspensa por uso indevido de dinheiro público

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O ex-presidente do Clube Desportivo Trofense, Paulo Melro, foi condenado a quatro anos de prisão, com pena suspensa, por uso indevido de verbas do subsídio atribuído pela Câmara Municipal da Trofa.

Na leitura da sentença, a juíza referiu que ficou provado a utilização de 104 mil euros do subsídio da autarquia, destinado ao departamento de formação e realização de obras no complexo de Paradela, para pagar despesas da equipa profissional do CD Trofense, na época 2014/2015.

A juíza sublinhou o facto de Paulo Melro ter confessado a utilização de verbas para o futebol profissional e de não ter mostrado arrependimento.

Além da pena de prisão suspensa, Paulo Melro está ainda obrigado ao pagamento de 3000 euros aos Bombeiros Voluntários da Trofa, no prazo de 12 meses após trânsito em julgado, e de 22.500 euros ao Estado.

O vereador Renato Pinto Ribeiro e os técnicos da Câmara Municipal foram absolvidos. Sobre o primeiro, o tribunal sustenta a absolvição com “única circunstância” de não existir “nenhuma atribuição a este arguido no que respeita a fiscalização” do contrato de atribuição de subsídio. Já sobre os técnicos da Câmara, Artur Costa, Vicente Seixas e Magda Reis, a juíza sublinhou que atuaram em “violação direta das funções que lhes estavam incluídas”, por não terem feito “qualquer fiscalização” do contrato-programa nem “verificaram nem comprovaram” as faturas recebidas acerca das alegadas obras realizadas em Paradela, atuando “com desleixo, falta de zelo e incúria”. No entanto, relevou a falta de elementos que comprovassem que atuaram com intenção de favorecer o CD Trofense, decidindo pela absolvição dos arguidos.

Também os arguidos representantes das empresas que emitiram faturas das alegadas obras realizadas no complexo desportivo de Paradela foram absolvidos do crime de falsificação de documentos, por não haver “elementos suficientes para se afirmar” que o material “não tivesse sido entregue no CD Trofense”.

Atualizado às 16h36.

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Sérgio Humberto foi eleito presidente da distrital do Porto do PSD

Sérgio Humberto, único candidato a presidente da distrital do Porto do PPD/PSD do Porto, a maior a nível nacional, foi eleito com 95% dos votos.

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Sérgio Humberto, único candidato a presidente da distrital do Porto do PPD/PSD do Porto, a maior a nível nacional, foi eleito com 95% dos votos. A restante percentagem foi dividida em 4% em votos em branco e 1% de nulos.

“Acredito que com trabalho, muito trabalho, vamos conseguir devolver a esperança às nossas populações, e, concretizar a revolução laranja que o que o nosso Distrito anseia”, foram estas as primeiras palavras de Sérgio Humberto, aos militantes que encheram por completo o auditório da Distrital Os o encerramento das urnas e continuou:

Aquilo que vos prometo é muito trabalho e dedicação. E garantir-vos que esta será, uma distrital do PPD/PSD do Porto, incómoda para os nossos adversários partidários, porque o nosso foco, estará no serviço às nossas gentes, na concretização dos sonhos das nossas populações, e no servir o Distrito do Porto.

Aumentar o numero de militantes ativos e envolver a sociedade civil na vida do partido está também nos horizontes da nova comissão politica distrital social-democrata. Vencer as eleições autárquicas no distrito e pegar em temas esquecidos, e de elevada relevância tanto para o distrito como a nível nacional, faz parte do seu programa de ação

“O primeiro objetivo é ganhar mais câmaras, mais juntas de freguesia, mais assembleias municipais, Temas como, por exemplo, O Eixo Atlântico, as relações com a Galiza, como é o não exemplo do Infarmed, TAP e assuntos que ainda não foram falados, como por exemplo o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, que precisa de obras, e porque não falar de um novo aeroporto nesta região, serão chamados à discussão por esta comissão politica”.

Sérgio Humberto recordou a Distrital do Porto tem cerca de dois milhões de habitantes e que é um território altamente produtivo e, portanto, muitas vezes não é compensado pelo Estado Central, que só vê Lisboa.

“Vou liderar uma equipa motivada e capacitada, para desenvolver um trabalho de proximidade, estruturando caminhos para um futuro mais próspero e mais liderante no nosso Distrito do Porto., concluiu o novo líder social-democrata.

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Ângela Moreira recandidata à Estrutura Concelhia das Mulheres Socialistas

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Ângela Moreira apresentou, a 17 de setembro, a recandidatura à Estrutura Concelhia das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos da Trofa (MS-Trofa).
No auditório da Junta de Freguesia de Bougado, em Santiago, a socialista de 37 anos contou com o apoio de dezenas de militantes, a quem garantiu ter conseguido “afirmar e credibilizar” a estrutura. “Volvidos dois anos, deixamos uma marca de proximidade, lealdade, trabalho e envolvimento profundo com todas as estruturas locais do Partido Socialista e na sociedade civil”, referiu a bougadense.
No mandato liderado por Ângela Moreira, a estrutura concelhia de MS-Trofa realizou várias iniciativas solidárias, como “a confeção e entrega de máscaras, apanha de fruta e recolha de produtos de higiene pessoal para doar a associações do concelho”. “Participamos em atividades de movimentos cívicos, assinalamos o Dia Internacional da Mulher, o Dia da Árvore e da Poesia e o 25 de Abril, data em que homenageamos os militantes do Partido Socialista mais antigos do concelho. Apostamos ainda na formação e na publicação de artigos como forma de empoderamento das mulheres trofenses”, acrescentou.
Para um segundo mandato, Ângela Moreira propõe-se a motivar mais mulheres na vida política e a ajudar o Partido Socialista “a fazer política com respeito, seriedade e responsabilidade”. “Vamos continuar a mostrar que o que nos move é a Trofa, os trofenses e os seus interesses”.
Ângela Moreira afirma ainda que o projeto que tem como slogan “Junt@s Avançamos” visa contribuir para construir “uma sociedade mais justa, igualitária, solidária e baseada nos valores socialistas”.
As eleições decorrem a 8 de outubro em todas as concelhias do distrito do Porto, data em que serão também eleitos os órgãos das secções e concelhias do partido.

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