O Grupo de Jovens Paroquial da Trofa está a promover o espetáculo musical “Rei Leão”, levado à cena pela ACRESCI, no dia 23 de fevereiro. Verbas angariadas revertem a favor da peregrinação dos jovens ao Vaticano, Roma.

 Simba, filho do Rei Leão Mufasa e da rainha Sarabi, é um pequeno leãozinho que, depois de receber a bênção pelo sábio babuíno Rafiki, cai numa armadilha do seu tio Scar, que apenas se quer livrar do sobrinho para assumir o trono. Com a morte do seu pai, Simba é acusado injustamente e acaba por exilar-se das Terras do Reino, encontrando abrigo junto de outros dois excluídos da sociedade: o javali Pumba e o suricata Timon, que lhe ensinam a filosofia do “Hakuna Matata”, ou seja, viver sem preocupações. Alguns anos depois, Simba é descoberto por Nala, sua amiga de infância, vendo-se obrigado a tomar uma decisão: ou assume as suas responsabilidades como rei ou continua a viver o seu estilo de vida despreocupado.

O espetáculo musical “Rei Leão”, um dos maiores sucessos da Disney, vai estar em cena, pelas 21.30 horas do dia 23 de fevereiro, no salão polivalente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa, onde vai ser apresentado pela ACRESCI – Associação Cultural Recreativa e Social de Cidai.

Esta peça está a ser organizada pelo Grupo de Jovens Paroquial da Trofa, com o objetivo de “angariar fundos” para a peregrinação a Roma, mais concretamente ao Vaticano. O custo do bilhete é de cinco euros e, entre outros locais, pode ser adquirido no Cartório Paroquial e na ACRESCI.

As expectativas de Nuno Duque, responsável pelo Grupo de Jovens Paroquial da Trofa, é “encher o salão polivalente”, que tem uma capacidade que “ronda as 500 pessoas”.

Como este é o Ano da Fé, o Grupo de Jovens achou que deveria “peregrinar a um lugar de fé”. E, sendo Roma um “lugar de fé por excelência”, avançou-se com a ideia. Para “apoiar” esta ideia, o Grupo de Jovens tem organizado várias atividades, como a “venda de doces” e a “recolha do cartão”. Também já está a ser pensada “uma encenação do Sermão de Santo António aos peixes, do padre António Vieira, e uma peregrinação a Santiago de Compostela”.

Para Nuno Duque, esta é também uma forma de “manter o dinamismo” nos jovens, para que mais tarde, também eles possam “dar alguma coisa deles à comunidade”. “Uma das falhas que a nossa paróquia tinha era a nível de grupo de jovens que era inexistente. Há três anos começamos com o projeto, depois do Crisma, onde pegamos nestes jovens, para que não desaparecessem dos movimentos da comunidade paroquial”, afirmou, salientando que os jovens são “uma mais-valia para a paróquia”.

Com os cerca de “cem jovens” que todos os anos terminam o Crisma, os responsáveis pelo Grupo de Jovens continuam “uma caminhada de integração na comunidade”, onde são “muito importantes”, pois esta “precisa mesmo deles para continuar uma comunidade viva”. Durante estes três anos de existência, têm sido feitas atividades e “aprofundamento de fé”, que Nuno Duque considerou que estão a ser “bem-sucedidos”, tendo neste momento “dois grupos de jovens já muito sólido”.

Um dos projetos desenvolvidos é o SOS Sós, onde, mensalmente, os jovens fazem acompanhamento de pessoas idosas que vivam sozinhas. Até agora, o projeto “SOS Sós” tem tido um feedback “positivo” e os jovens têm mostrado “interesse” nesta atividade.

Quanto à peregrinação a Roma, que será “mais centrada no Vaticano”, o responsável denotou que servirá para os jovens “conhecerem a realidade e virem de lá de alguma forma tocados”. “Os jovens funcionam mais ou menos por impulsos. Nós vamos tocando e eles vão dando respostas, interiorizando e sentindo cada vez mais”, concluiu.