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Edição 621

Espaço promove a inclusão através do desporto

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“Faz-te à Vida” é um espaço direcionado para a prática desportiva, que passa a estar ao serviço da comunidade e promove a inclusão. É desta forma caracterizado o novo espaço da Delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), que o inaugurou no sábado, 29 de abril.

Situado no número 99 da Rua de S. José, no lugar de Finzes, em S. Martinho de Bougado, o Espaço Faz-te à vida tem já como inquilinos o projeto Cross Stars, mas a Delegação da Trofa da CVP “está disponível a receber outros projetos/propostas que façam sentido e se encaixem nesta ação da comunidade”. “O espaço está preparado para o projeto Cross Stars, para fazer aulas, por exemplo, de pilates e massagens. As pessoas podem, de alguma forma, criar algumas valências, mas este espaço também pretende receber outros projetos de inclusão”, explicou Daniela Esteves, presidente da Delegação da Trofa da CVP.
Mediante a apresentação de propostas, contou, são “reunidas condições, com mais acessórios e equipamentos que sejam necessários”. “Este projeto vai ajudar a construir adultos mais capazes”, declarou.
O espaço está localizado na “casa do comendador Eurico Ferreira”, que a “cedeu através da filha Marialva, que intercedeu junto dele”, devido às “necessidades” do projeto Cross Stars. A esta necessidade “juntou-se” a ação do CLDS Trofa 3G para “criar o Espaço Faz-te à Vida”. “Tudo o que está aqui foi possível graças a pessoas e empresários, que ficaram sensibilizados com o nosso esforço e vontade. De destacar a Formefeitos, que mobilou e criou cacifos, A Casa ao Lado, que de forma altruísta veio pintar e dar este ânimo ao espaço, entre outras empresas que deram bicicletas e passadeiras. A grande conquista neste espaço foi conseguirmos este tatami que tem um valor de dois mil euros, mas que era muito importante para os treinos”, enumerou.
Já Eurico Ferreira afirmou que, como o espaço “estava de vago”, decidiu “aceder” ao pedido da sua filha Marialva, uma vez que considera que “tem a obrigação de facilitar, para que essas crianças em risco se façam homens ou mulheres”. “Nós temos obrigações, porque felizmente estamos numa posição melhor e se o nosso vizinho/amigo/familiar estiver bem, nós estamos bem”, declarou, salientando que, mais do que os resultados desportivos, o seu “grande objetivo é que amanhã estes jovens sejam homens e mulheres”.
Assim, a partir de sábado, os treinos do projeto Cross Stars deixam as instalações da APPACDM da Trofa, para integrar o Espaço Faz-te à Vida. “Agradeço todo o carinho e tudo o que aconteceu na APPACDM nestes últimos anos, mas o projeto está em crescimento em número de pessoas e também ao nível desportivo e, portanto, nós tínhamos que criar um espaço mais digno para que estes jovens tivessem condições e pudessem nos campeonatos estar um bocadinho mais de igual para igual”, mencionou Daniela Esteves.

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Edição 621

Passos de Dança no pódio

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A Escola Passos de Dança participou, de 29 de abril a 1 de maio, na 7.ª edição do Leiria Dance Competition, onde os grupos participaram em solos clássicos e contemporâneos, duetos, trios e coreografias de grupo. Ana Campos conquistou o 1.º lugar em ballet clássico e contemporâneo no escalão 12/14 anos.
Os bailarinos trofenses estiveram em destaque, tendo conseguido alcançar os lugares do pódio. Joana Carvalhal ficou em 2.º lugar em clássico no escalão 9/11 anos e Tomás Moreira em 2.º lugar clássico e 2.º lugar contemporâneo no mesmo escalão. Também em grupos a Escola conseguiu chegar aos lugares cimeiros, com As Espanholitas a conquistar o 3.º lugar em trio clássico no escalão 5/11 anos e Cats a alcançar o 3.º lugar em grupo de jazz. Fora do pódio, mas ainda em destaque, estiveram Mafalda Oliveira, que foi 4.ª classificada em contemporâneo no escalão 9/11 anos, a Valsa da Giselle que conseguiu o 4.º lugar em grupo clássico e In The Office Loop que ficou em 4.º lugar em grupo fusão.
Márcia Ferreira, professora da Escola Passos de Dança, afirmou que estava muito satisfeita com os resultados obtidos, visto que participaram cerca de 700 candidatos de vários lugares do mundo. “O Tomás ficou em 2.º lugar em clássico, eram só três naquele escalão, mas há um mínimo valor a pontuar, ou seja, se tivesse menos de 75% nem em 3.º lugar ficava. Por isso, penso que todos os resultados foram mesmo muito bons”, explicou a professora. Em relação aos grupos, Márcia Ferreira mostrou-se ainda mais contente, pois os seus alunos participaram contra alunos do conservatório e conseguiram bons resultados. “São coisas muito interessantes para nós, porque fazem muito menos aulas que os outros e conseguem competir com os outros”, referiu.

Passos de Dança e Alva participaram em concurso internacional de Hip Hop
Durante o mesmo período de tempo, os alunos de hip hop da Escola Passos de Dança e o Alva – Academia de Dança participaram no Hip Hop Internacional Portugal, no Clube de Ténis da Maia. A representar o Alva estiveram três grupos, que competiram em dancehall, megacrew e na divisão júnior, enquanto que a Escola Passos de Dança competiu em júnir e em varsity.
Esta foi a primeira vez que a Escola Passos de Dança participou numa competição internacional, sendo que alcançou o 48.º lugar em Varsity, em 50 grupos, e o último lugar na divisão júnior. Anabela Santos, professora de Hip Hop da Escola Passos de Dança, salientou que os alunos “responderam bem ao desafio”, porque era uma “competição com muita qualidade” e “não falharam em nada, apenas havia grupos com mais qualidade”.
Já os grupos do Alva chegaram à final de dancehall, conseguindo o penúltimo lugar, em 15 equipas em competição, e foram à semi-final de megacrew e de júnior, conquistando o 28.º lugar em 31 grupos e o 22.º lugar em 33 grupos, respetivamente.
O Dia Mundial da Dança celebra-se a 29 de abril e, por isso, o Alva organizou um evento dedicado à música, na Concha Acústica do Parque Nossa Senhora das Dores. No espetáculo participaram também as turmas dos MTV4DANCE e a Passos de Dança. O Alva está a preparar as atuações para o DANC’IN Trofa, em junho, e para o espetáculo de final do ano letivo, a 23 de julho, no Teatro Sá da Bandeira, no Porto.

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Sub-11 do Atlético Clube Bougadense: “Queremos que o Bougadense seja um clube de referência na formação no concelho”

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O Notícias da Trofa (NT): Como está a correr a temporada?
Hélder Pereira (HP): No geral, está dentro do que foi projetado no início de época. Ficamos a meio da tabela classificativa na primeira fase do campeonato, jogando contra equipas de maior relevo, e no qual os atletas demonstraram muita vontade de querer aprender, assimilando o que lhes fora pedido e construindo um futebol agradável. Nesta segunda fase, onde a qualidade das equipas são mais equiparadas, continuamos a demonstrar um bom futebol, uma evolução com muito mais competitividade, muita alegria no que fazem e muito fairplay. Uma palavra especial para os pais que marcam sempre presença quer nos jogos, quer nos treinos.

NT: Quais os objetivos na competição?
HP: O principal objetivo dos benjamins da A.C. Bougadense é utilizar o futebol neste escalão no sentido de formar e educar os atletas. No clube, pretende-se proporcionar uma aprendizagem evolutiva sem ultrapassar etapas, criando condições aos atletas para poderem evoluir como futebolistas e terem a possibilidade de um dia poderem fazer parte do plantel sénior e, por outro lado, fomentar a socialização, o respeito pelo outro, amizade, incutindo sempre a importância da escolaridade nestas idades. Neste contexto, os resultados desportivos deixam de ser uma prioridade, mas nunca passam para um segundo plano. Partindo de um princípio que o nosso grande objetivo é formar, queremos que o Bougadense seja um clube de referência na formação no concelho Trofa em todas vertentes.

NT: Quais as principais dificuldades neste escalão/competição?
HP: Inicialmente, a maior dificuldade foi conseguir que os atletas assimilassem o que lhes era pedido, uma vez que a grande maioria era a primeira vez que tinham contacto com uma realidade competitiva. A diferença física com atletas que defrontamos em campo também não foi fácil ultrapassar. Outra dificuldade deste escalão de formação é, sem dúvida, a falta de atletas. Existe uma lacuna de atletas nestas idades, estamos em constante captação de jovens sub-10 e sub-11 e são poucos os atletas que aparecem. Estamos, dia a dia, a inovar, criamos a mascote Bougas, que acompanha a formação e que esteve presente no desfile de Carnaval realizado na Trofa e, sem dúvida, foi o mais requisitado para as brincadeiras pelos alunos das escolas que também participaram. Recentemente, também realizamos o Torneio Vale do Ave Cup 2017, onde quisemos contribuir para os valores que implementamos na formação. Esperamos que com o trabalho que se está a realizar na formação do A.C. Bougadense, o dia de amanha seja melhor com mais atletas, mais “bouguinhas” para Formar.

NT: Com que aptidões os atletas se capacitam neste escalão?
HP: É importante que nós, treinadores, consigamos passar a mensagem sobre as ideias pretendidas e com os exercícios adequados para o desenvolvimento das técnicas básicas como o passe, a receção de bola, o domínio sobre a bola, o remate, aliando tudo isto com o jogo, porque quanto mais jogarem, mais facilmente podem potenciar ao máximo as técnicas e ideias de jogo pretendidas, garantindo assim um melhor desenvolvimento do atleta.

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