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Entrevista à presidente da Associação de Futebol Popular: “Ponho as mãos no fogo de que nada é feito com má intenção”

Entrevista à presidente da Associação de Futebol Popular: “Ponho as mãos no fogo de que nada é feito com má intenção”

A época da Associação de Futebol Popular da Trofa (AFPT) não foi imaculada e Madalena Azevedo não passa uma borracha nas situações menos positivas, que acabaram por marcar os campeonatos concelhios. Em entrevista de balanço de temporada, a presidente da AFPT considera que muitos dos problemas surgiram, porque as associações “não estavam habituadas” ao “cumprimento de regras” e a “algum tipo de sanções”.

NT: Que balanço faz desta época desportiva?
Madalena Azevedo (MA):
À exceção dos pequenos problemas que foram surgindo durante a época, iniciamos de forma muito positiva, com dez equipas de seniores masculinos, cinco de seniores femininos e cinco de veteranos masculinos. Nos seniores, temos uma equipa masculina de Rebordões, que nos procurou, uma vez que não tinha competição em Santo Tirso, e uma feminina da Maia, o Inter de Milheirós, que fui eu que procurei, porque só tínhamos quatro inscritas do concelho. Posso adiantar que, na próxima época, teremos mais uma equipa sénior masculina de fora e mais equipas femininas a quererem vir também. Desta vez, não fui eu que procurei, elas vieram ao nosso encontro. Ou seja, apesar das críticas de que somos alvo internamente, fora do concelho somos muito bem vistos pelas associações.

NT: Qual serão as equipas de fora do concelho que vão integrar os campeonatos?
MA:
A equipa masculina é de Vila do Conde que, perante a ausência de competição no próprio concelho, teve a indicação da Federação Portuguesa de Futebol para nos procurar. As equipas femininas também serão da Maia.

NT: E da Trofa, há perspetivas para o surgimento de mais equipas ou pelo contrário?
MA:
Inicialmente, foi-me dito que era para diminuir, mas entretanto, essas mesmas associações já me deram a entender que iriam continuar. No entanto, poderá haver troca de equipa por outra, mas ainda é cedo para traçar cenários.

NT: Ainda sobre a época que terminou, não podemos passar ao lado de alguns problemas que surgiram.
MA:
Penso que a maior parte dos problemas surgiu, porque….

LEIA A ENTREVISTA COMPLETA NA EDIÇÃO 697 DO JORNAL O NOTÍCIAS DA TROFA, JÁ NAS BANCAS.

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