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Edição 505

Encontro de Cantares de Reis divulgou tradições em Santiago

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O auditório da Junta de Freguesia de Bougado, em Santiago, acolheu o 9.º Encontro de Cantares de Reis, promovido pelo Grupo de Danças e Cantares de Santiago de Bougado.

Para “combater” o frio, a família estava na cozinha junto à lareira, quando ouviu alguém bater à porta. Era o Grupo de Danças e Cantares de Santiago de Bougado que queria cantar os Reis e desejar um bom ano. Este foi o cenário do 9.º Encontro de Cantares de Reis, que se realizou na noite de sábado, 3 de janeiro.

Leia toda a reportagem na edição 505 do NT, já nas bancas.

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Covid-19

Estar em casa mas não estar parado

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Após semanas de distanciamento social ou confinamento e sem uma data prevista para o fim destas medidas, é natural que o regresso à atividade exterior e às suas múltiplas solicitações nos pareça distante. No entanto, esse momento já esteve mais longe e convém que quando essa data chegar nos encontremos em boa forma, com energia física e mental para retomarmos a atividade profissional ou escolar, as infinitas rotinas diárias e o tempo livre.

De forma mais ou menos acentuada todos reduzimos o grau de atividade física e exceto se de forma consciente o tivermos contrariado, vamos chegar ao fim deste período com menor massa muscular, menor resistência ao esforço e em muitos casos com alguns indesejados quilos a mais.

Se este facto tem consequências nefastas em todas as idades, é de especial relevância nos escalões etários mais avançados, em que a atrofia muscular consequente á inatividade física é mais rápida, marcada e mais difícil de recuperar.

Assim, os conselhos apresentados dirigem-se a todos mas muito especialmente a quem já previamente apresentava dificuldade na marcha – por idade, dores articulares, sequelas de AVC.

Como podemos então praticar atividade física de forma segura, durante o período de distanciamento social que todos temos que cumprir?

  • Reduza os períodos em que está sentado – seja em teletrabalho, estudo, a ver televisão ou online, deve levantar-se e fazer alongamentos de 3 a 5 minutos a cada meia hora, ou ainda melhor, fazendo uma caminhada no jardim de casa e subindo \ descendo escadas.
  • Planeie uma rotina diária de exercícios com um horário a cumprir – caso contrário é fácil chegar ao fim do dia sem ter feito a atividade planeada.
  • Aproveite o tempo extra passado em casa para realizar tarefas domésticas para as quais não tem habitualmente tempo – arrumar armários, limpar a garagem, bricolage. A atividade física não se restringe a atividade desportiva. Estas tarefas consomem energia, mobilizam as articulações e trabalham a força muscular.
  • Se não pertencer a grupos de risco – idade superior a 65 anos, teste covid19 positivo ou com suspeita de o ser – para os quais o confinamento é obrigatório e não podem por motivo nenhum abandonar o domicilio, é permitido fazer pequenos períodos de caminhada ou corrida no exterior, sempre respeitando o distanciamento social, a higiene das mãos e respiratória (sozinho ou acompanhado de um elemento do mesmo agregado familiar), em locais pouco frequentados e perto do domicilio.
  • Se não praticava atividade física regular antes do confinamento, inicie a atividade de forma progressiva e com exercícios de baixa intensidade – comece com 5-10 minutos e aumente progressivamente ate 30 minutos.
  • Não pratique atividade física se tiver febre, tosse persistente ou falta de ar – nestes casos contacte a saúde 24.

Este período exigente não é desculpa para uma vida sedentária com consequências negativas para a saúde a todos os níveis.

Não temos escolha quanto á limitação de mobilidade mas temos quanto á forma de lidar com essas limitações …

Fique em casa – Cuide de si, dos seus … e mexa-se!

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Artigo elaborado por:

Isabel Maria de Freitas Domingos Soares

Licenciada em Medicina no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar no ano de 1995.

Especialista em Medicina Física e de Reabilitação no ano de 2002.

Colaboradora da Fisitrofa e na Clínica Central de Gaia.

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Edição 505

Crónica: Pensar na morte é uma forma de afirmar a vida

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A harmonia do percurso humano e a fleumática lei da vida convidam-nos a aceitar as leis entrópicas do declínio de várias funções do corpo humano em decorrência da idade. A decadência é sentida em termos físicos, psíquicos e emocionais, pois o corpo começa a ficar disforme, começa a crescer para a frente e para os lados, as forças começam a desvanecer, as capacidades a amolecerem, os membros a curvarem e a perderem gradativamente a massa óssea, havendo uma diminuição no seu metabolismo e o medo da fase do envelhecimento, que é muito frágil, começa a surgir.

(mais…)

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