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Edição 455

Empresa têxtil “suspende” processo de deslocalização para a Trofa

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O processo de instalação da nova empresa têxtil da Trofa estava previsto para “janeiro”, mas foi “suspenso” por um período “nunca inferior a meio ano”, referiu ao NT responsável jurídico da Opportunity.

“Devido a um conflito judicial entre a empresa e o Estado tunisino, teve que se suspender, por algum tempo, o prazo de instalação da empresa em Portugal”. O anúncio foi de Luís Cameirão, representante jurídico da empresa Opportunity, em declarações ao NT, na terça-feira, 7 de janeiro. 

Segundo Cameirão, a empresa “não está a conseguir tirar as máquinas de lá (Tunísia) e por isso ficou decidido, ontem (6 de janeiro), suspender a instalação da mesma em Portugal por algum tempo, nunca inferior a meio ano”.

Este é um revés no processo que estava previsto ser concluído “em janeiro”, de acordo com declarações dadas por Luís Cameirão há um mês. Nessa altura, já havia “algum atraso” relativamente ao agendamento previsto e pelo mesmo motivo: dificuldade de “deslocar um conjunto de maquinaria que vem de uma das fábricas da Tunísia”. “Essas máquinas só foram libertadas há cerca de oito dias e, neste momento, estão em trânsito. A instalação só deve ocorrer no mês de janeiro”, explicou Luís Cameirão no início de dezembro de 2013.

Para a nova empresa da Trofa contavam-se, na mesma data, “mais de 500 candidaturas” para a unidade fabril, de capitais franceses, do ramo têxtil para produção de vestuário desportivo. O advogado frisou que convencer os investidores a instalar-se na Trofa “não foi fácil”, uma vez que estes “já tinham algumas localizações predefinidas, noutros concelhos da zona Norte” e que “por mero acaso” conseguiu encontrar “instalações compatíveis com os requisitos indicados”, na Rua do Poente, em Santiago de Bougado. Esta empresa, acrescentou, ia criar “250 postos de trabalho” aquando a sua instalação e “mais 150 ao fim de três anos de laboração”.

No entanto, já foram “mais de 2500” as candidaturas que chegaram à autarquia, que se prestou a colaborar no processo, afirmou o presidente, Sérgio Humberto. Apesar da suspensão, “a empresa não deu diligências para parar de receber currículos”, acrescentou. “Queríamos que a empresa abrisse em janeiro e estamos a dar outros passos para trazer outras empresas, mas é algo que eu espero que aconteça”, sublinhou.

Esta notícia da suspensão do processo surge dias depois de ter vindo a público a instalação de uma empresa têxtil na freguesia de Vilela, no concelho de Paredes.

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Fonte da Câmara Municipal de Paredes afirmou ao NT que se trata de uma empresa de capitais estrangeiros que, em parceria com uma empresa do concelho de Paços de Ferreira, pretende empregar no imediato “cerca de 250 pessoas” e, “a longo prazo 400”, na produção de vestuário desportivo para golfe.

A aquisição do imóvel para a unidade industrial isenta de imposto, a isenção de IMI por cinco anos e o custo das taxas e licenças devidas ao município reduzido a um euro foram os apoios indiretos providenciados pelo município de Paredes.

Apesar das semelhanças, Luís Cameirão garantiu que “não se trata da mesma empresa que se pretende instalar na Trofa”.

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Coronado recebe Rali a 2 de fevereiro (c/video)

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A terceira edição do Rali dos Patrocinadores, promovido pelo Gondomar Automóvel Sport, realiza-se a 2 de fevereiro na freguesia do Coronado.

As estradas da Vila do Coronado vão transformar-se numa pista de rali no dia 2 de fevereiro. As melhores máquinas do circuito nacional vão deixar a sua marca no percurso, com pilotos de renome ao volante. A novidade da prova é a participação ativa dos patrocinadores, que vão sentir de perto as emoções do desporto automóvel.

São eles, aliás, que dão o nome à prova promovida pelo Gondomar Automóvel Sport (GAS) que, depois de duas edições em Valongo, experimenta agora a freguesia do Coronado.

A prova foi apresentada na sexta-feira, 10 de janeiro, na Junta de Freguesia do Coronado. “Fomos bem acolhidos, houve uma recetividade excelente”, referiu Paulo Magalhães, presidente do GAS, convicto que esta será uma prova “muito interessante”. Desde logo pelas características, pois “além da corrida normal, ao segundo, terá a participação dos patrocinadores que farão de pilotos juntamente com os patrocinados”. “Esse é objetivo primordial, de forma a aliciar e a cativar os patrocínios. Hoje em dia, dado o período económico em que se vive, não é fácil arranjá-los e esta é uma forma de fazer com que os anunciantes tenham o conhecimento da realidade e perceber onde é que foi desenvolvido o seu investimento”, explicou.

Por seu lado, José Ferreira, presidente da Junta de Freguesia do Coronado, parceira na organização, espera que a iniciativa seja um sucesso, sustentando que provas desta natureza “atraem e são apelativas para a grande maioria das populações”. “Vai ser interessante para a nova freguesia, que será promovida e dinamizada e onde serão dadas a conhecer as nossas paisagens”, acrescentou.

O percurso será feito em asfalto, paralelo e terra e, segundo José Ferreira, foi pensado para “causar o mínimo de constrangimentos à população”. Mesmo assim, a Estrada Nacional 318 “estará cortada ao início da tarde”, assim como outras artérias, mas “estão asseguradas as devidas alternativas”, salvaguardou o autarca, que apelou compreensão à população.

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O piloto Zé Pedro Fontes é o padrinho desta prova, da qual tece elogios por “recompensar os patrocinadores” e devolver o rali aos centros urbanos. “Eu sou adepto que os ralis têm de voltar a estar dentro dos grandes centros urbanos e ótimo estarmos tão perto do Porto. Espero que isto seja uma forma de, quem sabe, termos um rali do campeonato nacional nesta zona”, afiançou.

Assim como Zé Pedro Fontes, outros nomes de destaque do automobilismo português, como “João Barros, Vítor Pascoal, Ricardo Moura e o Adruzilo Lopes vão marcar presença na prova”, anunciou Paulo Magalhães, do GAS.

Pela primeira vez envolvida numa organização desta natureza, o executivo do Coronado considera que os encargos financeiros a si imputados, com as forças de segurança e bombeiros, “não irão comprometer” a gestão da Junta de Freguesia.

A organização espera ter na pista do Coronado “entre 30 a 40 pilotos”.

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A troika vai embora este ano. Finalmente!

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Já lá vão quase três anos, que uma missão técnica da Comissão Europeia (CE), Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) chegou a Portugal, para iniciar negociações sobre o programa de ajuda financeira ao país, a pedido do então primeiro-ministro, José Sócrates, que anunciou, numa comunicação, que o Governo tinha conseguido “um bom acordo”. A assistência financeira internacional era para garantir condições de financiamento a Portugal e ao seu sistema financeiro. É preciso recordar!

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