O jovem algarvio Diogo Gago que faz dupla com o trofense Jorge Carvalho (pai), conquistaram a segunda vitória consecutiva no Desafio Modelstand ao terminarem em 6º da geral e ainda venceram na categoria Júnior o Rali de Castelo Branco, que se disputou no sábado. A vitória no rali sorriu a João Barros após uma intensa luta com Fernando Peres.

Num rali muito bem organizado e estruturado pela Escuderia de Castelo Branco, assistiu-se a uma disputa tremenda pelas primeiras posições, o que sem dúvida constituiu uma excelente propaganda aos ralis que, infelizmente, andam pelas ruas da amargura.

O público, que marcou presença maciça ao longo das 9 especiais que constituíam o rali, assistiu a uma luta tremenda entre João Barros (Citroen Saxo Kit Car) e Fernando Peres (Ford Escort Coswhort) pelo 1º lugar.

Durante toda a prova a diferença entre os dois pilotos nunca foi superior a dez segundos o que demonstra bem a competitividade dos pilotos. Mas seria João Barros, que num forcing final logrou alcançar a vitória por apenas sete segundos. Carlos Martins que utilizou o habitual carro de Fernando Peres, um bem preparado Mitsubishi Evo 8, conquistou o lugar mais baixo do pódio a mais de um minuto do vencedor.

Quem continua a surpreender meio mundo é o jovem Diogo Gago que este ano disputa o competitivo Desafio Modelstand, depois de no ano passado ter conquistado o Troféu Fastbravo. Contando com a enorme experiência do trofense Jorge Carvalho (pai), Diogo já tinha surpreendido toda a gente ao vencer, na sua classe, o Rali de Barcelos, para agora em Castelo Branco calar os mais céticos, ao vencer mais uma vez o Desafio Modelstand com grande autoridade, à frente de pilotos bem mais credenciados como é o caso de Gil Antunes, que terminou em 2º, e de João Ruivo que terminou em 3º, mas que no final viria a ser desclassificado, entregando a sua posição a Pedro Fins. Todos os pilotos do Desafio Modelstand utilizam viaturas iguais, o pequeno mas bravo Peugeot 206 GTI. 

O mesmo será dizer que à partida os pilotos partem todos em pé de igualdade, sendo que o que faz a diferença no final é a mestria do piloto e do seu navegador, contando obviamente com um bom lote de mecânicos. Posto isto, basta apenas referir que nos Clássicos a vitória voltou a sorrir aAníbal Rolo que tripula um velhinho, mas espantoso Renault 5 Maxi Turbo. 

Miguel Mascarenhas
Marco Monteiro

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