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Edição 703

DS Seguros Trofa celebra primeiro ano de atividade

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No dia 31 de outubro, Dia Mundial da Poupança, a DS SEGUROS TROFA celebra o seu 1.º aniversário. Ao longo deste ano de atividade, a agência sediada no Edifício Habitat XXI, junto à Rotunda do Bombeiro, na cidade da Trofa, deu resposta a centenas de clientes correspondendo sempre às suas necessidades.

“De facto, o Dia Mundial da Poupança é o mais indicado para celebrarmos o nosso primeiro ano de atividade, pois existimos para ajudar os nossos clientes a poupar. Foi um primeiro ano muito dinâmico e no qual conseguimos dar resposta a muitas das necessidades dos nossos clientes. Todos queremos poupar, seja tempo ou dinheiro, e na DS SEGUROS TROFA tornamos esta poupança possível”, afirma Márcio Mota, diretor da DS SEGUROS TROFA.

O objetivo da DS SEGUROS TROFA é providenciar as melhores soluções do mercado para os seus clientes, particulares ou empresas, por forma a que estes beneficiem das melhores coberturas e paguem o mínimo possível pelos seus seguros. O diretor da empresa confessa que tem direcionado a atuação da agência para seguros de proteção das famílias, nomeadamente seguros de vida, saúde e acidentes pessoais. “Nota-se uma crescente procura das famílias por este tipo de produtos, que advém da preocupação com os filhos e com o restante agregado familiar. Existe a preocupação de garantir uma melhor qualidade de vida perante um infortúnio e nesta área dos seguros de vida, na qual existe, atualmente, uma ampla oferta de produtos e coberturas, as famílias procuram uma garantia financeira em caso de invalidez, doença grave ou morte”.

Márcio Mota revela também que uma área dos seguros que tem cada vez maior destaque é a dos seguros de vida associados ao crédito habitação. “Efetivamente, fazemos mensalmente um número muito significativo de seguros de vida associados ao crédito habitação, ajudando muitas famílias a melhorar as condições do seguro e a poupar valores muito significativos, que se traduzem em milhares de euros ao longo do contrato de financiamento. A legislação veio defender o interesse dos clientes, pois com a entrada em vigor do DL 222/2009 já não são obrigados a manter o seguro de vida no banco onde fizeram o financiamento”, explicou.

Neste âmbito, diz Márcio Mota, as principais dúvidas dos clientes quando consultam a agência para trocar o seguro de vida surgem de informação errada transmitida por “alguns gestores dos bancos, que indicam que não podem mudar”. “Na grande maioria dos casos mostramos que a informação dada pelo banco não é verdadeira. Ao analisarmos cada situação, acabamos por concluir, na maior parte das situações, que o cliente pode trocar o seguro, melhorar as coberturas e ainda conseguir poupanças que chegam a 60 por cento do que pagam pelo seguro ao banco”, adiantou.

Segundo o diretor da agência, cada vez mais as famílias que pretendem comprar casa acabam por consultar a DS Seguros para perceber, em concreto, as coberturas e quanto podem poupar. Também os clientes que inicialmente efetuaram o seguro de vida no banco, quando percebem as vantagens em fazê-lo numa seguradora independente, acabam por trocar. Márcio Mota dá alguns exemplos:

“A senhora Justina Silva estava a pagar um valor muito alto no banco pelo seguro de vida associado ao crédito habitação. Foi-lhe apresentada um proposta de seguro com melhores condições e a pagar muito menos. Inicialmente, ficou incrédula. Acabou por mudar o seguro, todo o processo foi tratado por nós e ficou a poupar anualmente algumas centenas de euros.

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A D. Lurdes Gavina é outra situação. Neste caso concreto, a cliente não fazia a menor ideia de que havia contratado um mau seguro de vida associado ao crédito habitação. Quando percebeu que o seguro que havia contratado não lhe garantia o pagamento do crédito em caso de Invalidez Total e Permanente, tratou de trocar de seguro quase de imediato”.

O diretor da DS SEGUROS TROFA termina a indicar quais são os objetivos para o novo ano de atividade que vai começar. “Prestamos um serviço completamente gratuito e pretendemos fazê-lo chegar ao maior número possível de clientes, um serviço de proximidade, personalizado e independente. O primeiro ano de atividade na Trofa foi um excelente indicador, pelo que vamos procurar aumentar o número de colaboradores, atualmente contamos com três profissionais, mas o objetivo é ter mais consultores a trabalhar connosco e mediadores que queiram aumentar a rentabilidade das suas carteiras fazendo parte do grupo DS SEGUROS. Para terminar, não posso deixar de agradecer, em nome de toda a equipa, a todos os clientes, particulares e empresas, que viram na DS SEGUROS o parceiro ideal para responder às suas necessidades.”

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Deficiente visual lança livro e sensibiliza comunidade

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“Pedaços de Vida – Mensagens de Esperança” é o epíteto do segundo livro de Manuela Silva. A trofense apresentou a obra a 19 de outubro, no Fórum Trofa XXI e aproveitou para assinalar o Dia da Bengala Branca, sublinhando a mensagem que pretende transmitir com a escrita: “Sensibilizar as populações para problemáticas que embora digam respeito à nossa sociedade, são muitas vezes esquecidas por estarem em causa minorias”.

Portadora de uma deficiência visual, Manuela Silva quis assim “mostrar a realidade” dos que vivem com limitações físicas ou psicológicas para que “sejam aceites como cidadãos com os mesmos direitos e deveres”, que, “como as outras pessoas, são, muitas vezes, dotados de grandes capacidades”.

O livro compila poemas escritos por Manuela Silva desde 1976. “Eu costumo dizer que não sei se isto é considerado poesia, mas são sentimentos e mensagens que quero transmitir e que estão relacionados com a limitação física e psicológica e com as formas de ultrapassar as dificuldades e ser feliz”, revelou a autora em entrevista ao NT.

Durante a apresentação, houve declamação de poesia por cegos, assim como demonstração de leitura em Braille. Manuela Silva encorajou ainda os convidados a experimentar caminhar às escuras e com auxílio de uma bengala.

“Aprender a Ser Feliz”, lançado a 18 de março de 2018, foi primeiro livro de Manuela Silva, que, além de escrito em Língua Portuguesa, está também disponível em Braille e em formato áudio, graças ao apoio da Biblioteca de Vila Nova de Gaia, que tem uma área de leitura especial.

Foto: CM Trofa

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Construído em 2011, Ecocentro da Trofa nunca funcionou

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Foi anunciado pela AMAVE – Associação de Municípios do Vale do Ave como um dos novos cinco ecocentros a ser construídos em 2009, mas só veria a luz em 2011, na Rua das Novas Empresas, no lugar de Lantemil, em Santiago de Bougado.

O ecocentro da Trofa permanece, desde então, fechado, ao abandono e sem sinais de que possa abrir num futuro próximo e a essa questão o NT não obteve resposta por parte da Resinorte, empresa responsável pela construção deste equipamento, que detinha participação societária da AMAVE, da qual a Trofa fazia parte à época.

Em entrevista ao NT, em 2009, presidente da Trofáguas, António Pontes, dava conta de que no ecocentro seria possível “depositar resíduos de vários tipos, como por exemplo eletrodomésticos velhos, colchões, móveis e outros objetos que deixaram de ter utilidade”. A localização era, para o também autarca, “uma boa solução”, já que estava distanciada de habitações, mas não deixava de estar em “área muito central relativamente ao conjunto de freguesias do concelho, bem servida de acessos”.

“A partir da existência do ecocentro na Trofa, se agora não há desculpa para não colocar, a partir da existência do ecocentro não há desculpa possível para fazer uma deposição clandestina. A nossa expectativa é que vá melhorar o asseio do nosso concelho e melhorar a qualidade ambiental”, referiu António Pontes na mesma entrevista.

O concurso para a sua construção foi então publicado em Diário da República a 1 de julho de 2010, tendo como preço base do procedimento 240 mil euros e como objeto a “construção do ecocentro para a receção e armazenamento temporário de material reciclável, respetivas vias de circulação e redes técnicas e edifício de apoio”.

Para além deste ecocentro seriam ainda construídos mais quatro em São João de Ponte, Guimarães, em Riba d’Ave, no CITRUS, em Vila Nova de Famalicão e Vizela.

A empresa Nirvar Construções acabou por apresentar a candidatura vencedora, com um preço de 237.459,61 euros e prazo de execução de 75 dias. A obra faz parte, inclusivamente, do portefólio da empresa, que pode ser facilmente encontrado numa busca na internet.

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No entanto, apesar de concluído, o ecocentro nunca entrou em funcionamento, gorando-se assim o objetivo “melhorar o asseio do concelho e melhorar a qualidade ambiental”, como dizia António Pontes.

Dos oito ecocentros que a Resinorte executou, só o da Trofa não entrou em funcionamento, conforme declarado pela empresa no Plano de Ação do Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU 2020).

Ainda assim, em 2013, como é possível atestar no relatório e contas desse ano da empresa, foi solicitada “autorização para captação de águas subterrâneas do Ecocentro da Trofa”.

O NT tentou obter esclarecimentos junto da administração da Resinorte, mas sem sucesso.

A Resinorte

A Resinorte é uma sociedade concessionária do Sistema Multimunicipal de Triagem, Recolha, Valorização e Tratamento de Resíduos Urbanos do Norte Central, que tem como utilizadores 35 municípios: Alijó, Amarante, Armamar, Baião, Boticas, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Chaves, Cinfães, Fafe, Guimarães, Lamego, Marco de Canaveses, Mesão Frio, Moimenta da Beira, Mondim de Basto, Montalegre, Murça, Penedono, Peso da Régua, Resende, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião Santo Tirso, São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço, Tarouca, Trofa, Valpaços, Vila Nova de Famalicão, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real e Vizela.

A AMAVE era uma das entidades que faziam parte da estrutura societária da Resinorte, uma das 11 concessionárias do grupo Empresa Geral de Fomento EGF, só que a privatização deste, em 2014, através da compra pela Mota Engil, precipitou a saída da associação de municípios. Nesse ano, a AMAVE, através do presidente Domingos Bragança, autarca de Guimarães, anunciava que ia instaurar uma ação judicial para a rescisão do contrato com a Resinorte, invocando a “alteração das condições acordadas quando as autarquias aderiram àquela entidade gestora do sistema multimunicipal de tratamento de resíduos”.

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No entanto, a associação de municípios acabaria por alienar a sua participação de 24,11 por cento à EGF, conforme declara a Resinorte no relatório e contas de 2015.

Na Trofa, a Resinorte opera através da prestação de serviços à empresa municipal Trofáguas, que, segundo relatório e contas de 2018 da primeira, em 2018, apresentava uma dívida que superava 1,9 milhões de euros, menos 300 mil que em 2017.

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