O presidente da Junta, José Ferreira e Modesto Torres, da oposição, protagonizaram vários momentos de discórdia na última sessão da Assembleia de Freguesia de S. Mamede do Coronado. 

A convocatória da Assembleia de Freguesia de S. Mamede do Coronado de 28 de junho até podia dar a entender que a sessão seria pacífica e sem grande história. No entanto, à medida que a discussão se prolongava, o tom das intervenções ia aumentando até chegar ao ponto de o presidente da Assembleia, Arnaldo Sá, intervir para serenar os ânimos.

Dos muitos assuntos abordados na sessão, o que fez “estalar o verniz” entre oposição e executivo da Junta de Freguesia foi a limpeza efetuada no Largo da Urbanização do Casal, tema introduzido pelo social-democrata Modesto Torres, que afirmou que “parece que não vai ser contemplado com arranjos, talvez só para o ano”. José Ferreira, presidente da Junta, explicou que o local, apesar de não estar sob a esfera do executivo mamedense, “tem sido limpo”. “As árvores que foram colocadas eram mais um incómodo do que um benefício. Mudamos caldeiras e foram colocadas novas espécies, que à partida não causarão tantos danos”, explicou.

Foi a questão “o que foi feito ao dinheiro das outras árvores”, colocada por Modesto Torres, que fez levantar o tom da discussão, com José Ferreira a acusar o social-democrata de proferir “uma afirmação muito grave”. “O senhor devia informar-se muito bem do que está a perguntar, pois está a ser muito indelicado e quer fazer passar a imagem de que as árvores foram vendidas. Pergunte aos moradores. Peço-lhe que retire o que disse, porque não admito esse tipo de afirmações, que não o enobrecem em nada e mostram a sua baixeza e o seu caráter de achincalhar as pessoas que aqui estão. Tenha vergonha e retrate-se, pois como ex-presidente fica-lhe muito mal. Se o senhor é muito informado, devia saber o que foi feito à madeira”, respondeu, exaltado.

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