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Direito de Resposta

Nos termos e para os efeitos do disposto nos artigos 24 e seguintes da Lei 2/99, de 13 de Janeiro, venho exercer direito de resposta em relação à crónica, assinada por João Mendes, publicada neste jornal na edição nº 676 de 20 de Setembro de 2018, porque foram feitas referências e insinuações que afectam a minha reputação e bom nome. Deste modo solicito a publicação do texto que se segue, ao abrigo do direito de resposta, com o mesmo relevo e de acordo com o que é disposto no art. 26 da referida Lei.

Sou “fervoroso” e intransigente na defesa e promoção da minha Terra. Faço-o com coerência e verdade. E não é de agora. Já lá vão quase 40 anos. Não sou nem nunca fui um apoiante de qualquer executivo camarário ou militante de algum partido. Só tomo partido pelo crescimento e progresso da Trofa. O meu passado na imprensa local demonstra-o. Repugna-me a mentira, a incoerência e a desonestidade intelectual ou a gestão ruinosa dos dinheiros públicos. Modéstia à parte, não há na Trofa quem tenha interpelado, responsabilizado e “incomodado” tanto os autarcas, de forma persistente e assertiva, como eu, independentemente de quem gere os destinos das autarquias.


Escrevi e escreverei “artigos de opinião” em qualquer jornal onde tenha liberdade para publicar o que penso e não para defender agendas escondidas de partidos políticos, usando a calúnia e a omissão de informação séria, rigorosa e independente da actividade autárquica. Se amanhã existir um “pasquim” afecto ao BE ou PCP onde me seja garantida total liberdade de expressão lá estarei a dar o meu modesto contributo em prol da verdade e do progresso da minha Terra.

O sr. João Mendes diz que não está condicionado pela cartilha partidária. Pois bem, não é o que se vê. Onde é que andava quando o “seu querido executivo socialista” adjudicou obras mal concebidas a empresas que apresentaram propostas muitíssimo mais caras, ou criou inúmeros empregos, avenças e assessorias.

Tudo o que é desperdício ou má gestão dos recursos públicos deve ser seriamente combatido. Se tem informação concreta e relevante acerca das insinuações que faz sobre o actual executivo da Câmara denuncia esses factos ao Ministério Público para que se investiguem as ilegalidades e punam os seus responsáveis.

O facciosismo e a incoerência descredibilizam-te.

Luís Pinheiro

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