Deolinda é cabeça-de-cartaz das festas de Nossa Senhora das Dores. Grupo atua na noitada de sexta-feira, num concerto composto por músicas dos dois álbuns, “Canção ao Lado” e “Dois selos e um carimbo”.

Dizem que o fado tem uma “longa série de clichés” e fazem questão de os quebrar. A música dos Deolinda é fado, mas sem a guitarra portuguesa, sem uma música sisuda ou triste, sem roupas pretas e com dança.

A “receita” de Ana Bacalhau, Pedro da Silva Martins, Zé Pedro Leitão e Luís José Martins vingou e prova disso é o respeito que o grupo já alcançou não só dentro de portas, mas também no estrangeiro. A música dos Deolinda vai desde a tradicional portuguesa à rembetika grega, música ranchera mexicana, samba música havaiana, jazz e pop. Uma mistura difícil de conjugar, mas conseguida por este grupo, que vai animar a noitada desta sexta-feira, 17 de agosto, nas festas de Nossa Senhora das Dores.

O NT falou com Zé Pedro Leitão, que tem à sua responsabilidade o contrabaixo, para perceber o que o público da Trofa pode esperar do concerto.

O Notícias da Trofa (NT): Vocês atuam na Trofa depois de concertos pelo estrangeiro. Como se sentem ao voltar a atuar para o público português?

Zé Pedro Leitão (ZPL): É sempre uma ótima sensação voltar a casa e podermos tocar para o público português. São concertos intensos, em que o público consegue usufruir não só da música, mas também da letra e da história de cada canção.

NT: Quais as expectativas que têm relativamente ao público da Trofa?

ZPL: Já tocámos muitas vezes muito próximos da Trofa e sempre fomos muito bem recebidos. Esperamos ser muito bem recebidos. Acima de tudo, uma noite de concerto é uma noite de partilha com o público.

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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