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Criadores Trofenses no Portugal Fashion

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São dois os desfiles do Portugal Fashion que os criadores trofenses Júlio Torcato e Inês Torcato vão realizar na edição que começa esta quinta feira.

A primeira a subir à passerelle é Inês, pelas 15 horas do dia 16 e no dia 17 de outubro, pelas 14 é a vez de Júlio.

O Portugal Fashion regressa ao Porto com um corte de 80% no número de espectadores e num modelo especial onde se vão conjugar desfiles presenciais ao ar livre e desfiles via Internet devido à covid-19.

Em ano de celebrar o 25.º aniversário e após o evento ter sido suspenso em março por causa do coronavírus, o Portugal Fashion regressa agora para três dias dedicados à moda portuguesa com desfiles no edifício da Alfândega do Porto, mas também no Hotel Neya e no Café Vogue, num modelo de apresentação diferente do habitual devido à pandemia com o corte de 80% no público nos desfiles presenciais e a realização de outras apresentações ‘online’.

O primeiro dia arranca às 12:00, com a apresentação da nova coleção primavera/verão 2020/21 da marca portuguesa Sophia Kah. O desfile, que vai decorrer no Neya Porto Hotel, com vista para o rio Douro e a 350 metros do edifício da Alfândega do Porto, vai ter um número limitado de público, com acesso só por convite.

O Portugal Fashion continua durante toda a tarde no edifício da Alfândega, com desfiles presenciais do jovem ‘designer’ João Sousa (14:00), no espaço Bloom, seguido pelo desfile presencial e em formato vídeo do ‘designer’ David Catalán (15:00), e depois o desfile presencial de Vírus e Carolina Sobral (16:00), no espaço Bloom.

A ‘designer’ Katty Xiomara apresenta a sua nova coleção às 17:00 num modelo de desfile presencial e em vídeo, seguida pelo desfile também presencial do criador Estelita Mendonça (18:00).

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O primeiro dia da 47.ª edição do Portugal Fashion encerra com o desfile da marca portuguesa Ernest W. Baker — estreante no Portugal Fashion -, que fez parte, em julho, do calendário oficial da Semana de Moda de Paris, e está à venda em Itália, Canadá, Japão, Hong Kong, China e Coreia do Sul

Para a diretora do Portugal Fashion, Mónica Neto, talvez nunca como nunca nestes 25 anos de Portugal Fashion foi tão importante “proteger o talento nacional”. “Não me parece que haja melhor maneira do que esta de assinalar o 25.º aniversário”, considerou.

O segundo dia do Portugal Fashion vai ter como “cabeça de cartaz” o desfile do ‘designer’ Miguel Vieira, que vai acontecer a partir das 20:30 no café Vogue, junto à Praça Filipa de Lencastre e à Avenida dos Aliados.

Ainda no dia 16 de outubro estão previstos decorrer os desfiles presenciais de Inês Torcato (15:00), de Maria Gambina (17:00) e da marca Pé de Chumbo (18:00), na Alfândega.

A ‘designer’ Susana Bettencourt estará no Hotel Neya às 12:00 para se apresentar via digital e por marcação. A marca de joias Together We Stand apresenta os seus novos trabalhos pelas 12:30, também no Neya Porto Hotel, via digital e por convite.

O último e terceiro dia da 47.ª edição do PF termina na Alfândega do Porto com os desfiles presenciais da dupla de ‘designers’ Alves/Gonçalves (20:00), Luís Onofre (18:00), Hugo Costa (15:00), Júlio Torcato (14:00) e Alexandra Moura (12:30).

Para amortecer os efeitos da crise sanitária e económica na fileira da moda, o Portugal Fashion destaca três iniciativas direcionadas para a promoção de vendas e a dinamização de negócios, designadamente o protocolo com a Câmara Municipal do Porto, acordos com plataformas de ‘e-commerce’ e a parceria com a Lupabiológica.

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O Portugal Fashion e a Câmara Municipal do Porto assinaram um protocolo que define o “apoio institucional” da autarquia ao evento, garantindo recursos acrescidos para reforçar a posição daquela organização no ecossistema de moda nacional e internacional, fortalecendo “dinâmicas da cidade/região enquanto ‘hub’ de inovação, empreendedorismo, manufatura, exportações, criatividade e cultura”, explica a estrutura.

A 46.ª edição, em março, foi interrompida, no âmbito da prevenção da pandemia de covid-19.

O Portugal Fashion é um projeto da responsabilidade da Associação Nacional de Jovens Empresários, que conta com o apoio dos seus parceiros estratégicos e é cofinanciado pelo Portugal 2020, no âmbito do Compete 2020 — Programa Operacional da Competitividade e Internacionalização, com fundos provenientes da União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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Incêndios: Governo vai declarar situação de alerta a partir de sexta-feira

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“O Governo irá acionar a declaração de alerta para limitar todas as ações que possam pôr em risco as populações e criar todas as condições que permitam garantir a mobilização dos recursos necessários e indispensáveis para o esforço que os próximos dias irão exigir”, disse José Luís Carneiro aos jornalistas.

O ministro avançou que, nos próximo dias, existirá um elevado grau de severidade meteorológico em que os níveis de humidade vão estar muito baixos e as temperaturas muito altas com vegetação muito seca.

O governante acrescentou que vão ser dias “muito exigentes e preocupantes” no que toca ao risco de incêndio rural.

José Luís Carneiro, juntamente com o ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, e a secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, participou hoje de manhã na reunião do Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON), na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide.

O ministro sublinhou que “a determinação da situação de alerta deve ser sempre adequada e proporcional aos indicadores que estão disponíveis, o que corresponde a uma resposta graduada e será adotada pelo tempo considerado necessário às circunstâncias que sejam determinadas”.

“Está mesmo previsto para os próximos dias noites tropicais, o que significa noites muito quentes e um esforço acrescido do dispositivo que tem que se prolongar em regime de horários mais exigentes”, precisou, acrescentando que a ANEPC tem “um conjunto de medidas de antecipação operacional para garantir uma resposta rápida e eficaz” às ocorrências de incêndio.

O ministro alertou para que a população evite comportamentos negligentes e sustentou que “a tolerância é zero relativamente ao uso do fogo”, sendo proibido, nos próximos dias, a realização de queimas e queimadas, fazer fogueiras e fumar ou fazer lume nos espaços rurais, além do uso de maquinaria agrícola ou de corte de mato.

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O governante relembrou igualmente que “qualquer ignição pode rapidamente transformar-se num incêndio de grandes proporções”.

O ministro disse também que o Governo não exclui “a adoção de outras medidas” necessárias para proteger o país dos incêndios, que serão tomadas em função do diagnóstico que é “feito hora a hora” pela ANEPC.

O governante garantiu que “Portugal está melhor preparado para o combate aos incêndios florestais” do que em 2017, destacando o reforço dos meios de combate e de natureza preventiva.

José Luís Carneiro deu ainda conta de que a GNR registou este ano 600 contraordenações por falta de limpeza dos terrenos e notificou mais de 11 mil proprietários.

Por sua vez, o presidente da ANEPC, Duarte Costa, afirmou que há um conjunto de medidas e de meios que estão a ser equacionados, considerando que existe uma “perspetiva evolutiva com as cartas de risco”.

“Nada está definido e nada é fixo. A palavra-chave é a flexibilidade”, disse.

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Edição 769 do Jornal O Notícias da Trofa

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Edição de 07de julho de 2022

 

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