Distribuição de correspondência não está em risco no concelho da Trofa já que os trabalhadores do posto da Trofa não aderiram à greve.

Os trabalhadores do posto de Correios da Trofa não aderiram à greve que esta terça-feira se fez senti um pouco por todo o país. O movimento dentro do posto da Trofa era muito, e à semelhança do que acontece todos os dias mas os funcionários estavam lá todos, de serviço.

De acordo com o gabinete de imprensa dos CTT ” a adesão à greve foi de 7 por cento a nível nacional e de 0 por cento na Trofa (dos 7 trabalhadores no atendimento, 17 carteiros e 1 chefia ninguém fez greve). Este valor é um dos mais baixos de sempre da história dos Correios e garante que o serviço de Correios está a decorrer com absoluta normalidade da esmagadora maioria dos locais do País”.

correiosA leitura que os CTT fazem desta fraca adesão prende-se com “a falta de sintonia observada no presente entre os trabalhadores e o sindicato que convocou esta greve (1 de 14 sindicatos da empresa). Esta greve, na realidade, não é uma greve de trabalhadores, mas de dirigentes sindicais”, adiantou a empresa.

O sindicato diz que, neste momento, 56 por cento dos trabalhadores dos CTT estão em greve.

Os trabalhadores da empresa estão até sexta-feira em greve contra a imposição do novo acordo de empresa que, diz o sindicato, poderá ter efeitos na distribuição da correspondência.

“A greve abrange todos os trabalhadores dos CTT mas será na distribuição da correspondência que ela se fará sentir mais, mas tudo dependerá do nível de adesão que se venha a registar”, disse Vítor Narciso.

Durante o período de greve os trabalhadores vão assegurar os serviços mínimos que prevêem, nomeadamente, o funcionamento de uma estação de correios por município e de 15 por cento dos balcões de Lisboa, Porto e Coimbra.