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Conheça as alterações ao Código da Estrada que entram este sábado em vigor

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Este sábado dia 9 de janeiro entram em vigor as alterações ao Código da Estrada aprovadas em novembro. Este vai apresentar mudanças ao nível do regime sancionatório, mas também vão tornar os procedimentos mais simples e acessíveis. Uma das medidas mais sonantes passa pelo agravamento da coima por utilização de telemóvel durante a condução. Para além de retirar três pontos na carta (mais um do que anteriormente), a coima duplica passando para 250 a 1250 euros.

Relativamente aos condutores de veículos TVDE, estes passam a ser sujeitos ao regime especial que considera sob influência de álcool a condução com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,20g/l. Destaque ainda para o aumento de potência admitida nos velocípedes a motor.

No capítulo da simplificação e eficiência, o condutor pode agora apresentar os documentos de identificação através da aplicação id.gov.pt, disponível para os sistemas operativos IOS e Android. Nesta nova plataforma vai encontrar Cartão de Cidadão, Carta de Condução e outros documentos necessários e obrigatórios à condução. Porém, se não for possível validar os dados, o condutor tem 5 dias para apresentar os documentos físicos à autoridade. Caso seja mesmo necessário apreender os documentos, o condutor é obrigado a entregar os mesmos no prazo máximo de 5 dias.

Uma das medidas que tem dado que falar, principalmente por parte das empresas de aluguer de caravanas, é a proibição de permanência de autocaravanas ou similares em local de estacionamento na via pública e com ocupantes, entre as 21 horas de um dia e as 7 horas do dia seguinte e, para além disso, passa a ser proibido o estacionamento deste tipo de veículo fora dos locais autorizados para o efeito. Caso isto não seja cumprido, a coima pode ir dos 60 aos 600 euros.

Fonte auto+ sapo

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Edição 769

DS SEGUROS: famílias podem poupar até 60% do que pagam por Seguro de Vida do crédito habitação

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Para quem se prepara para comprar casa, ou comprou casa com recurso a crédito habitação, seguramente reparou que existem vários seguros associados. Um desses seguros é o seguro de vida, cujo objetivo é garantir o pagamento do crédito habitação em caso de morte ou invalidez das pessoas seguras.
Será que o seu seguro de vida é o melhor do mercado, com as melhores coberturas e ao melhor preço?
Se contratou o seguro de vida no banco, muito provavelmente está a pagar gato por lebre e possivelmente tem um mau seguro de vida.
Muitos clientes acabam por contratar no banco o seguro de vida, assinando de cruz, sem olhar para as coberturas, exclusões e condições, acabando por fazer um mau seguro. Mas não devia ser assim, este é na verdade um dos seguros mais importantes de qualquer família, pelo que deve ler bem o contrato de seguro e analisar várias opções antes de assinar.
Apesar das instituições financeiras procurarem convencer os clientes a efetuar no banco o seguro de vida, saiba que para proteção dos clientes foi publicado o Decreto-lei n.º 222/2009, que dá a possibilidade ao cliente de contratar o seguro de vida junto de uma seguradora da sua preferência ou de substituir o seguro de vida que tenha celebrado aquando de contrato de crédito habitação, por um novo contrato de seguro que lhe ofereça melhores condições em termos de coberturas e preço.
Existe um desconhecimento por parte dos portugueses sobre o facto de ser possível fazer este seguro fora da entidade bancária onde está o empréstimo, sem que tenham qualquer agravamento na prestação do crédito habitação. Este fantasma tem levado as famílias a não procurarem aconselhamento para reduzir o preço do seu Seguro de Vida do Crédito Habitação, pois ficam com a ideia que com essa mudança o banco aumentará o spread”.
Assim, as famílias numa faixa etária acima dos 40 anos e que tenham uma divida bancária que ronde os 100.000 euros ou mais, têm a possibilidade, com o aconselhamento especializado da DS SEGUROS TROFA, de poupar cerca de 60% no valor que pagam pelo Seguro de Vida do Crédito Habitação, sem que com essa alteração, tenham um agravamento na prestação do crédito habitação.
E nos casos em que possa existir uma alteração do spread, não haverá um impacto significativo na prestação, quando comparado com a redução do valor mensal do seguro de vida, ou seja, a poupança continuará a compensar.
Assim das formas de aliviar os seus encargos fixos e de ter mais rendimento disponível para enfrentar as dificuldades que se avizinham, pode passar pela negociação do Seguro de Vida do Crédito Habitação.
Na DS SEGUROS TROFA encontra uma equipa de profissionais que diariamente prestam aconselhamento nesta área, pelo que a nossa experiência será sem dúvida importante para o ajudar a poupar. O nosso aconselhamento especializado é gratuito e poderá fazê-lo poupar centenas de euros anualmente e milhares de euros ao longo do contrato.
A DS SEGUROS TROFA sempre procurou estar próxima dos clientes para os ajudar a poupar, este ano pretende continuar a fazer a diferença e vai estar presente na Expotrofa.

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Incêndios: Governo vai declarar situação de alerta a partir de sexta-feira

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“O Governo irá acionar a declaração de alerta para limitar todas as ações que possam pôr em risco as populações e criar todas as condições que permitam garantir a mobilização dos recursos necessários e indispensáveis para o esforço que os próximos dias irão exigir”, disse José Luís Carneiro aos jornalistas.

O ministro avançou que, nos próximo dias, existirá um elevado grau de severidade meteorológico em que os níveis de humidade vão estar muito baixos e as temperaturas muito altas com vegetação muito seca.

O governante acrescentou que vão ser dias “muito exigentes e preocupantes” no que toca ao risco de incêndio rural.

José Luís Carneiro, juntamente com o ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, e a secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, participou hoje de manhã na reunião do Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON), na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide.

O ministro sublinhou que “a determinação da situação de alerta deve ser sempre adequada e proporcional aos indicadores que estão disponíveis, o que corresponde a uma resposta graduada e será adotada pelo tempo considerado necessário às circunstâncias que sejam determinadas”.

“Está mesmo previsto para os próximos dias noites tropicais, o que significa noites muito quentes e um esforço acrescido do dispositivo que tem que se prolongar em regime de horários mais exigentes”, precisou, acrescentando que a ANEPC tem “um conjunto de medidas de antecipação operacional para garantir uma resposta rápida e eficaz” às ocorrências de incêndio.

O ministro alertou para que a população evite comportamentos negligentes e sustentou que “a tolerância é zero relativamente ao uso do fogo”, sendo proibido, nos próximos dias, a realização de queimas e queimadas, fazer fogueiras e fumar ou fazer lume nos espaços rurais, além do uso de maquinaria agrícola ou de corte de mato.

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O governante relembrou igualmente que “qualquer ignição pode rapidamente transformar-se num incêndio de grandes proporções”.

O ministro disse também que o Governo não exclui “a adoção de outras medidas” necessárias para proteger o país dos incêndios, que serão tomadas em função do diagnóstico que é “feito hora a hora” pela ANEPC.

O governante garantiu que “Portugal está melhor preparado para o combate aos incêndios florestais” do que em 2017, destacando o reforço dos meios de combate e de natureza preventiva.

José Luís Carneiro deu ainda conta de que a GNR registou este ano 600 contraordenações por falta de limpeza dos terrenos e notificou mais de 11 mil proprietários.

Por sua vez, o presidente da ANEPC, Duarte Costa, afirmou que há um conjunto de medidas e de meios que estão a ser equacionados, considerando que existe uma “perspetiva evolutiva com as cartas de risco”.

“Nada está definido e nada é fixo. A palavra-chave é a flexibilidade”, disse.

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