quant
Fique ligado

Ano 2011

Concelho unido, bom ensino garantido

Publicado

em

 

A primeira edição das Jornadas do Projeto Educativo Municipal decorreu com sucesso. Estiveram presentes mais de duas centenas de professores para ouvir falar de educação.

“É preciso toda uma aldeia para educar uma criança”. Este provérbio moçambicano foi um mote para a intervenção de José Matias Alves, docente da Universidade Católica Portuguesa. O professor abriu o primeiro painel das Jornadas do Projeto Educativo Municipal (PEM), que decorreram nos dias 5 e 6 de setembro, no auditório da Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado.

Mias de duas centenas de pessoas estiveram presentes nestas jornadas, pelo que o balanço “foi excelente”, referiu Teresa Fernandes, vereadora da Educação da Câmara Municipal da Trofa. “Houve uma excelente adesão, é sinal que as pessoas estão receptivas a partilharem connosco as experiências e a construírem o PEM”, salientou.

A autarquia da Trofa tem vindo a “apostar na educação” e, por isso, decidiu criar o PEM. “A partir do momento em que houve a discussão para a criação deste projeto no conselho de vereadores da Área Metropolitana do Porto, a Trofa assumiu-o como sendo seu também”, afirmou Joana Lima, presidente da Câmara Municipal da Trofa.

Já a vereadora da Educação defende que a criação deste Projeto Educativo é “uma prioridade do município”, que vai envolver “todos os agentes que fazem parte da escola, direta e indiretamente”. O PEM visa refletir, “não só a realidade do concelho”, mas também “a estratégia para os próximos anos em termos de educação e formação”.

Foram muitos os que passaram pela mesa de oradores destas jornadas, entre os quais os vários diretores dos agrupamentos de escolas do concelho da Trofa, o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais, Albino Almeida, ou Elisa Chagas, do Gabinete de Estudos Sociais da Câmara Municipal de Sesimbra.

Publicidade

Entre os temas abordados, destaque para o contributo dos diferentes parceiros, frisando o papel dos pais e dos professores, bem como a promoção da saúde escolar, as políticas de proximidade e os atores empresariais e sociais.

 

Esta é uma iniciativa que o executivo da Câmara Municipal da Trofa quer repetir. “Penso que estas jornadas são para continuar, uma vez que o sucesso foi tanto, a autarquia tem todo o interesse em continuar a promover este tipo de iniciativas”, afirmou, com convicção a autarca.

Continuar a ler...
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

Publicado

em

Por

A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

Publicidade

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

{fcomment}

(mais…)

Continuar a ler...

Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

Publicado

em

Por

O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

{fcomment}

Publicidade
Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também

} a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);