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Edição 681

Concelho da Trofa 20 anos: foi bonita a festa, pá!

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As comemorações do 20º aniversário da criação do Concelho da Trofa tiveram um brilho e uma beleza muito especial. Além de terem sido organizados, ao longo de cinco dias, quase duas dúzias de eventos muito diversificados, também houve a feliz ideia de três desses eventos terem sido descentralizados, na Freguesia do Muro: Autarcas vão à Escola; Tertúlia “A criação do Concelho da Trofa e a Missa Solene de Aniversário.
Tenha sido uma feliz ideia ou uma feliz coincidência, o certo é que foi na Freguesia do Muro que esteve instalada, a única sede que a Comissão Promotora do Concelho da Trofa teve ao longo da sua existência. Talvez por isso é que esta freguesia recebeu este ano três eventos das comemorações do 20º aniversário.
A Sessão Solene das comemorações, realizada no Fórum Trofa XXI, foi abrilhantada pelo Coro dos Meninos Cantores do Município da Trofa, superiormente dirigido pela Maestrina Antónia Maria Serra. A sessão teve a presença de dois Secretários de Estado, um deles em representação do Primeiro-Ministro. Também marcou presença o Presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses. Foram estes ilustres convidados, conjuntamente com o Presidente do Município, que entregaram aos membros da Comissão Promotora do Concelho da Trofa, as condecorações que foram aprovadas pelo executivo camarário.
Os membros da Comissão Promotora, dois deles a título póstumo, receberam a MEDALHA DE HONRA DO CONCELHO – GRAU OURO, bem como o título de CIDADÃO HONORÁRIO. Este honroso título foi atribuído, pela primeira vez, pela Câmara Municipal da Trofa. Muitos trofenses proclamaram que foi merecida tal distinção, que só pecou por tardia.
É minha convicção, que ao repor a verdade histórica da criação do Concelho da Trofa, condecorando os membros da Comissão Executiva, da Comissão Promotora do Concelho da Trofa, o executivo camarário entendeu que era indispensável a reposição da justiça, que há muito tempo era exigida pela grande maioria dos trofenses. Como não se pode enganar toda a gente durante todo o tempo, a Câmara Municipal da Trofa, na pessoa do seu presidente, Sérgio Humberto, quis homenagear e condecorar os “verdadeiros” pais do concelho repondo a verdade histórica. Felizmente!
Sérgio Humberto já tinha tido um gesto de elevada nobreza, no seu primeiro ano de mandato, ao visitar de surpresa e apresentar cumprimentos do executivo municipal aos membros da Comissão Executiva da Comissão Promotora do Concelho da Trofa, que estavam na sua confraternização anual, que sempre fizeram, desde que foi criado o Concelho da Trofa. Foi o único presidente camarário, a ter tão nobre gesto, quer na visita quer na condecoração ao mais alto nível municipal. Os verdadeiros líderes são feitos desta têmpera!
Parafraseando a canção “tanto mar”, que Chico Buarque dedicou à Revolução de Abril de 1974 em Portugal: foi bonita a festa, pá! Sendo eu, um dos homenageados e condecorados, ainda guardo renitente, uma imagem de singeleza, mas de rara beleza, e um mar de emoções maravilhosas, que as comemorações do “Concelho da Trofa 20 anos” me proporcionaram.
O sonho da criação do Concelho da Trofa realizou-se e não foi fácil, mas valeu a pena. Sem qualquer dúvida!

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Edição 681

O speaker de que se fala

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Emanuel Gomes é apaixonado pela “comunicação motivacional” e, num curto espaço de tempo, ganhou espaço na apresentação de diversas provas desportivas, com maior evidência no BTT. A “fama” foi alcançada na edição de estreia do Raid BTT da Trofa e, atualmente, é raro não o ver apresentar provas na região, nessa modalidade, mas também no atletismo e trail.
Natural de Alvarelhos, este licenciado em Português e História e mestre em Ciências da Comunicação sempre esteve ligado ao desporto e, a par da prática, é fascinado pela vertente logística das provas. Em entrevista ao NT, explicou como notou a falta de “uma voz que explicasse, sobretudo aos visitantes, os costumes, as tradições, a história e a gastronomia” dos locais onde decorriam as competições. Assumiu esse papel e este ano quase não conseguiu arranjar agenda para trocar o microfone pelo dorsal. Ainda assim, reservou “seis datas” para cumprir o Campeontato Nacional de Trail e forrar esses dorsais às já preenchidas paredes de uma das divisões de casa.

Leia a entrevista completa na edição 681 d’O Notícias da Trofa, já nas bancas.

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Trofa tem campeão de danças de salão

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Começou a dançar em janeiro e não tinha objetivos competitivos ambiciosos este ano, mas a verdade é que em menos de um ano conseguiu subir ao lugar mais alto do pódio. Dinis Rocha é da Trofa e já conta com dois títulos nacionais de danças de salão, com o par Maria Cabral. 

A representar a escola Apolo, de Vila Nova de Famalicão, Dinis e Maria iniciaram a competição em janeiro, tendo arrecadado o título de campeões nacionais em Juvenis Standard e Juvenis Latinas, no início de novembro, no concelho de Vila Nova de Famalicão, tendo confirmado o favoritismo no fim de semana passado, com a conquista da Taça de Portugal nas mesmas categorias, no Entroncamento. A nível regional, alcançaram também o 1.º lugar de Latinas, em Tui, Espanha.

“É fora do comum conseguirem ser campeões nas duas categorias, pois muitos pares especializam-se só num estilo, mas é muito difícil serem os melhores nos dois estilos”, evidenciou o Dário Rocha, pai do pequeno Dinis, que tem agora nove anos.

A vitória, acrescentou, “foi um momento feliz para eles, mas o resultado de muito trabalho e dedicação” em conjunto com a professora, Bárbara Ribeiro, conhecida pela participação no programa de televisão Dança com as Estrelas, pelos resultados competitivos vistosos a nível nacional e internacional. Ela foi uma das principais razões que fizeram Dinis escolher a escola Apolo.

Para completar a fórmula para o sucesso, junta-se o bom relacionamento entre os bailarinos. “Tão pequeninos, mas tão trabalhadores, focados e dedicados. Nunca discutem, nunca se chateiam, sempre em sintonia um com outro e quando algo corre mal, apoiam-se sempre um ao outro”, contou o pai do jovem trofense.
O par treina, em média, três vezes por semana e os campeonatos são quase todos no sul do país, o que obriga “a deslocações longas constantes”. “Mas quem corre por gosto não cansa”, garante Dário Rocha.

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