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Edição 411

Colégio da Trofa organizou Torneio de Voleibol (C/video)

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A Trofinhas venceu o Torneio de Voleibol, que o Colégio da Trofa organizou na manhã de sábado, dia 16 de fevereiro, e que juntou três colégios do Grupo Ribadouro.

 Foi ao som do tema da Champions League, que se disputou a final do Torneio de Voleibol que opôs o Colégio da Trofa e o Externato Camões. Num jogo muito disputado, foi a equipa Trofinhas, do Colégio da Trofa, que saiu vencedora, ganhando por 2-1 a Vareiro e Bonitos 2, que se ficou pelo 2º lugar.

Para José Fernandes, capitão da equipa, foi uma “honra” vencer em casa, não para mostrar “quem manda”, mas também para se poder “divertir”. Esta foi uma vitória “um bocado” suada, pois, apesar das eliminatórias terem corrido “bem”, sem “muitas dificuldades”, as equipas “deram luta”.

Segundo Simão Coroa, professor responsável pelo torneio, esta atividade, que já vai na terceira edição, tem “sempre a sua logística” e é “sempre um desafio”, pois torna-se “complicado” juntar “uma centena de jovens” do Externato Camões, Externato Ribadouro e Colégio da Trofa. “É um desafio e quando chega ao fim é uma satisfação enorme ver o resultado que foi fantástico”, acrescentou.

O professor afirmou que o número de equipas participantes tem vindo a aumentar, enumerando que este ano tiveram “20 equipas”, o ano passado “cerca de 13” e “há três anos foi ainda menor”. Isto demonstra que este torneio “já começa a entrar nos planos dos alunos”, que “fazem questão de estarem preparados” e organizados para participar “muito bem e sempre com muita luta e entrega”.

Manuel Pinheiro, diretor pedagógico e administrador do Colégio, declarou que esta iniciativa tem como objetivos “promover a prática desportiva nos jovens” do Ensino Secundário e “o intercâmbio entre os alunos dos três colégios” do Grupo Ribadouro. Por parte dos alunos, Manuel Pinheiro tem recebido um feedback “muito bom”. “Prova disso é a alegria e o entusiasmo com que eles participam e nós sabemos que eles vivem com grande intensidade o torneio, nomeadamente ao preparar-se para que num sábado diferente das suas vidas pessoais poderem deslocar-se aos colégios e fazer o convívio com outros colegas da sua geração”, concluiu.

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O administrador do Colégio da Trofa fez um balanço “muito positivo” desta iniciativa, denotando que é intenção da direção “repetir esta iniciativa, promovendo também o intercâmbio desportivo noutras modalidades, nomeadamente no futebol e basquetebol”, tornando-as “extensivas aos alunos do Ensino Básico”.

O pódio ficou completo com outra equipa do Colégio da Trofa, os “20 Comer”, que conseguiram o 3º lugar, ao vencer outra equipa do Externato de Camões.

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Espuma no rio Trofa provocada por “acidente” numa fábrica de perfumes

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Espuma que se amontoou no ribeiro de Lantemil e rio Trofa, na segunda-feira, foi originada por “acidente” numa fábrica de produção de perfumes e gel de banho, afirmou fonte da GNR.

 Um amontoado de espuma quase não deixava ver a superfície do rio Trofa, na Rua de Santiago, na Lagoa, em Santiago de Bougado, ao início da tarde de segunda-feira. Junto à ponte da Vigenta, por onde também passa o rio, porçoes de espuma branca esvoaçavam por entre os automóveis que circulavam na Estrada Nacional 104.

A espuma, que teve origem no Ribeiro de Lantemil, também se acumulou à superfície da água que corria sob a Ponte da Corredoura, na rua da CEE, em Santiago de Bougado, onde foram avistados muitos peixes mortos. Segundo populares, o grande manto branco começou a formar-se de manhã, “cerca das 9 horas”.

Devido ao histórico de atentados ambientais dos quais este recurso hídrico já foi vítima, o Núcleo de Proteção do Ambiente (NPA) do Destacamento de Santo Tirso da Guarda Nacional Republicana (GNR) foi alertado para a situação, deslocando-se cerca das 13 horas, à Zona Industrial Ibacoc, em Lantemil, Santiago de Bougado. Aí, segundo fonte da GNR, fiscalizaram várias empresas e detetaram que a origem da espuma provinha de um “acidente” ocorrido “numa fábrica de perfumes e gel de banho”.

Apesar de ter sido um acidente, a empresa não se livrou de uma contraordenação.

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Ave campeã do Mundo é de criador trofense

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João Pedro Silva, criador de aves trofense, venceu o 61º Campeonato do Mundo, com o Diamante Gould.

 “Foi espetacular, porque é a espécie que mais gosto e na qual mais trabalho. Nunca tinha sido campeão ou tirado alguma medalha e desta vez tirei logo duas”. O sentimento é do João Pedro Silva, criador de aves trofense, que foi campeão e vice-campeão do Mundo na secção de Diamante Gould.

O criador participou, entre os dias 23 e 27 de janeiro, na 61ª edição do Campeonato do Mundo, que este ano decorreu na Hasselt, na Bélgica. Na secção de Diamante Gould, que teve “cerca de 800 aves participantes”, o criador concorreu com 19 aves: 11 individuais e duas equipas compostas com quatro aves. Na classe de Diamante de Gould cabeça laranja peito branco, João Pedro Silva foi campeão, com 94 pontos, e na classe Pastel Peito Roxo Cabeça Preta arrecadou o 2º posto, com 93 pontos, tendo sido o “terceiro português mais medalhado” nesta secção.

Pela primeira vez, Portugal foi o país “mais medalhado” num mundial, com 26 medalhas, destronando a Espanha, com 16, que era o “país dominante ao longo dos últimos anos”.

Como “nunca tinha apostado tanto” nesta espécie, João Pedro Silva estava satisfeito, pois as aves foram “muito bem pontuadas e classificadas”, o que para si é “um motivo de muito orgulho”. “Pela primeira vez consegui ter medalhas nas aves que mais aprecio”, afirmou, denotando que o Diamante Gould é de “uma beleza extraordinária, parecendo quase pintadas à mão, como um arco íris, tal a definição e separação das várias cores brilhantes e coloridas que possui”.

Esta ave é originária da Austrália e, depois de domesticada, foram criadas “uma enorme variedade de mutações, desde azul, peito branco, pasteis”, entre outros.

Estes prémios são também “muito gratificantes” devido às “muitas horas de trabalho” que dedica aos pássaros, no mínimo, “uma hora por dia”. “Quero deixar aqui o meu agradecimento à minha família, esposa e filhos, meus pais e meu irmão, por todo o apoio, compreensão e motivação, para que eu possa dedicar algum do meu tempo livre a este hobbie de tanta paixão”, concluiu.

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A FONP – Federação Ornitológica Nacional Portuguesa e FOP – Federação Ornitológica Portuguesa Cultural e Desportiva organizaram um almoço, que se realizou no domingo, dia 17 de fevereiro, em Coimbra, para a entrega dos prémios obtidos pelos criadores portugueses no Campeonato do Mundo. Foi aí que o criador trofense recebeu os diplomas e as respetivas medalhas de ouro e de prata.

 

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