Num espaço novo, o Clube Slotcar da Trofa promoveu na quarta-feira (15 de outubro) a primeira prova interna.

Foram “cerca de duas dezenas” as pessoas que estiveram presentes na primeira prova de slotcar organizada pelo Clube Slotcar da Trofa na nova sede. Depois de algum tempo inativa, a modalidade regressou e mostrou a intenção da direção da coletividade de recuperar as competições já feitas anteriormente, graças às novas instalações.
A disputar um troféu interno do clube, foram quatro as equipas a competir, num total de cinco elementos cada uma e cujos nomes representavam marcas de automóveis.
“As pessoas vêm, divertem-se no clube e é para mim um motivo de grande satisfação perceber que o Slotcar está vivo e tem todas as condições pra voltar”, afirmou João Pedro Costa, presidente do clube, salientando que este tipo de atividades permitem, semanalmente, “poder ter na própria sede pessoas a reverem-se na modalidade e, ao mesmo tempo, a frequentar a sua colectividade” e não ser só a prova de 24 horas Slotcar da Trofa um pergaminho internacional.
As competições têm data marcada para as quartas-feiras à noite. Os interessados, podem não só assistir às provas como também experimentar a modalidade.
Apenas com quatro calhas, e não oito como o habitual nas grandes competições, a pista do Slotcar não é “propriamente” uma pista de competição. Numa prova de 24, por exemplo, a pista apresenta um perímetro de “cerca de 60 metros” sendo que esta tem “apenas 30 metros”, o básico da modalidade.
Pedro Machado é um dos associados do Clube Slotcar da Trofa que participou na competição. A “amizade”, a “boa disposição” e o “convívio” são as principais razões que o fazem deslocar-se do Porto para a Trofa. “É sempre bom ver novos associados, ver novos corredores a vir para cá, misturados com aqueles que andam mais um bocadinho, concilia-se uma coisa com a outra. Isto no fundo é uma festa do Slotcar e para cativar nova gente para vir para cá”, contou.
Já Ricardo Lopes, membro permanente da equipa Slotcar da Tofa, foi um dos participantes da iniciativa. Habituado a jogar futebol, “trabalhar com as mãos” numa modalidade como esta obrigou-o a uma grande “concentração” e “perícia”, numa experiência de que “não estava à espera”. “Gostei muito e espero com muito treino poder subir mais nesta modalidade”.
Com a presença de alguns campeões do mundo, correr ao lado dos profissionais foi para Ricardo Lopes “uma pressão enorme”, mas conseguiu fazer “um bom tempo”.
Destaque para a equipa vencedora, Porshe, com 440 voltas.
“Faço um convite a todos que nos queiram visitar. Estamos na disposição de passar um bocadinho do que foi a nossa vivência nos últimos dez anos e, ao mesmo tempo, lançar alicerces para muitos mais anos para a frente, dentro desta modalidade na Trofa”, apelou o presidente do clube, João Pedro Costa.