A clínica AMD Saúde abriu portas no edifício O Navegador, na Rua Infante D. Henrique, em S. Martinho de Bougado, a 24 de outubro.

Com uma equipa “especializada e multidisciplinar”, a AMD Saúde dedica-se às áreas da Psicologia, Neuropsicologia, Gerontopsicologia, Psicopedagogia, Terapia da Fala, Nutrição e Terapia Ocupacional.

A sócia-gerente Maria Dias afirmou que a AMD Saúde pretende “prestar serviços na zona da Trofa, não exclusivamente na sua sede, mas em vários locais públicos, desde que estejam disponíveis para os acolher”. Nesse sentido, Maria Dias contou que vão ser feitas “várias parcerias com outras entidades”, levando assim “a terapia até junto daqueles que mais precisam, minimizando até custos para quem está mais longe”.

A equipa médica da AMD Saúde é constituída por Ângela Leite (diretora clínica e psicóloga), Pedro Sousa (médico), Teresa Souto (psicóloga), Maria Dias (psicóloga), Patrícia Carvalho (Terapeuta da Fala). Margarida Mesquita (nutrição) e Isidora Martins (Intervenção Educativa). “(Os serviços) são para todas as idades e para qualquer pessoa, principalmente para quem tenha dificuldades. Não pretendemos ter apenas crianças e adolescentes, mas também acolher idosos e desenvolver competências cognitivas”, adiantou.

Além destas vertentes, a AMD Saúde aposta no “apoio educativo especializado”, que vai ser trabalhado “em parceria com a parte clínica”. Segundo Arminda Martins, também sócia-gerente, “os diagnósticos das necessidades dos estudantes” vão ser feitos em colaboração com psicólogos e terapeutas da fala, sendo que depois há “a parte do apoio educativo especializado”. “Vamos trabalhar necessidades especiais dos utentes e trabalhar nesta multidisciplinaridade e nesta ligação com a parte clinica, para em conjunto levarmos o projeto a bom porto e termos os melhores resultados possíveis”, referiu.

A psicóloga Teresa Souto frisou que a ideia deste projeto passa por “trabalharem para melhorar a qualidade de vida das pessoas”. “A introdução da psicologia ligada aos seniores e da neuropsicologia tem muito a ver com isso, ou seja, com a possibilidade de fazer despistes precoces e alterações que começam a atingir as pessoas nas faixas dos 40 anos e onde sabemos que uma avaliação muito bem-feita e rigorosa e um plano de intervenção adequado vai dar maior tempo e com a maior qualidade de vida”, explicou.

Teresa Souto mencionou que este projeto “entra em áreas que são novas também no mundo da saúde”, sendo que “a ideia” passa por “abrir um bocadinho também esta perspetiva à população de que não é preciso ter noção de que alguma coisa corre muito mal connosco para pensar falar com alguém da psicologia, psiquiatria ou neurologia”.