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Edição 660

Chuva “estragou” desfile de Carnaval (C/Vídeo e Foto Galeria)

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S. Pedro não deu tréguas, mas nem isso impediu os heróis e os vilões das Histórias e Contos da nossa infância de desfilarem pela zona envolvente à estação de comboios. 

O Hino da Trofa, interpretado pelos Head Phone, Orquestra Urbana da Trofa e Rufos do Castro, “abriu” o Desfile de Carnaval da Trofa, que ficou marcado pela chuva. A Avenida foi invadida pelos anões da Branca de Neve, interpretada pela EB1/JI Paranho. Seguiram-se os Três Mosqueteiros, pela EB1/JI Paradela, a história da Bela e o Monstro, contada pela EB1/JI Lagoa, a interpretação do filme RIO pela EB1/JI Finzes, a do Capuchinho Vermelho pela EB1/JI Cedões e a dos SMURFS pela EB1/JI Bairros. A EB1/JI Cerro 1 recriou o Sítio do Picapau Amarelo, enquanto a EB1/JI Cerro 2 recordou a história de Alibaba e os 40 Ladrões. A EB1/JI Estação apresentou a Barbie, a EB1/JI de Portela recriou a história da Carochinha, enquanto a EB1/JI de Querelêdo contou a história da Rapunzel e a EB1/JI Vila representou a história Alice no País das Maravilhas.
Devido às condições climatéricas, as escolas básicas de Feira Nova e de Fonteleite optaram, apenas, por apresentar os carros alegóricos, enquanto as escolas de Esprela e de Giesta não participaram no desfile.

A concorrer ao prémio dos foliões, patrocinado pela Junta de Freguesia de Bougado, esteve a MTV4Dance com os Capuchinhos Vermelhos e a Academia ALVA com os vilões das histórias, que lhes valeu o título de vencedores. Sílvia Cruz, da Academia Alva, sentia que o Carnaval da Trofa “não podia ser” para eles, mas dada “a falta de foliões” consideraram que “seria interessante participar”. A preparação, confidenciou, foi “complicada”, porque estão “no meio de competições e de preparativos para o espetáculo”. “Mas quando o Alva participa, tentamos participar ao máximo e dar o máximo possível de nós. Tentamos trazer a parte má das histórias e dos contos e tentamos fazer algo à Alva”, contou, destacando a participação de “cerca de 70 pessoas” no desfile e de outras que “ajudaram”, sendo que o camião apenas foi preparado no sábado.

“As associações não quiseram” parar o desfile
O Desfile de Carnaval foi organizado pela Câmara Municipal e a Federação das Associações de Pais do concelho da Trofa (FAPTrofa). Duarte Araújo, presidente da FAPTrofa, afirmou que, “este ano”, estavam “um pouco nas expectativas” e tinham “algumas informações de que, eventualmente, a partir do início da tarde poderia haver alguma melhoria”. Como “isso não aconteceu” e dado que “as condições não eram as melhores”, a organização deixou, “um pouco”, a decisão de continuar o desfile “ao critério das associações”. “Uma vez que tinham tido o trabalho com os carros alegóricos, com as roupas e depois de todo o trabalho que tiveram na preparação das coreografias, não atuarem era muito frustrante para as crianças e decidiram que deveriam participar. As condições não foram as melhores, a chuva prejudicou imenso, mas foi o que tivemos”, referiu.
O presidente disse que, durante o desfile, houve “um determinado momento em que pensaram parar, mas as associações (de pais) não quiseram, porque as crianças tinham feito a preparação toda para as coreografias” e queriam “apresentar aos pais o que andaram a treinar”.
A decisão de adiar o desfile não esteve em cima da mesa, pois, segundo o presidente da FAPTrofa, previa-se “melhorias” no domingo. Além disso, para terça-feira previa-se “mais chuva” e depois seria “difícil de adiar por questões religiosas”.

“Por unanimidade de todas as escolas foi decidido não haver classificações”
Durante a entrevista a Duarte Araújo, dois pais da EB1/JI da Estação, do Muro, interromperam-na, para dizer que era “uma vergonha cancelar as votações” para as classificações das escolas, que trabalharam “noite e dia” para se apresentarem no desfile. “Não nos disseram antes de começar o desfile de que não iria haver votações. Mudaram as regras a meio não sei porquê. Os nossos filhos também podiam ter ido para casa, como todos os outros, mas nós trabalhamos imenso neste sentido e é muito lamentável”, disse.
Duarte Araújo explicou que o facto de “não haver classificações foi uma decisão tomada”, por “unanimidade”, pelo “representante de cada escola, que estava no júri”. Segundo o presidente, as associações tomaram esta decisão, porque “não houve condições de igualdade para todas as escolas”. “Houve escolas que fizeram a sua atuação sem chuva, outras com alguma chuva e outras com muita chuva”, completou.

FAPTrofa marca reunião
No final do corso, houve “uma associação de pais” que decidiu que “o elemento que tinha sido escalado para representar a escola não tinha legitimidade para decidir” sobre as classificações. Por essa razão, e como a FAPTrofa “não quer nenhum desconforto”, decidiu “marcar uma reunião para as 19 horas” do mesmo dia, com todos os presidentes das associações de pais, “à exceção da EB1/JI de Vila” que foi representada por outro elemento, para que “fosse novamente analisada esta situação”. Colocada “à consideração das associações de pais”, estas votaram “por unanimidade” não haver classificação do desfile, “inclusive, a associação que tinha mostrado desconforto”. “Acharam que não havia motivos para mudar a primeira decisão”, completou Duarte Araújo.

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Edição 660

DS Seguros abre na Trofa

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Abriu na Trofa a DS Seguros, integrante do Grupo Decisões e Soluções, que conta com uma equipa de profissionais especializados, trabalha com 14 seguradoras para dar a melhor solução qualidade/preço em cada caso.

Faz parte da maior rede de consultadoria imobiliária e financeira a atuar em Portugal e está disponível na Trofa desde o início de novembro. A DS Seguros Trofa, que integra o Grupo Decisões e Soluções, abriu portas no Edifício Habitat, junto à Rotunda do Bombeiro, no centro da cidade, com uma equipa de profissionais especializados em mediação de seguros, que garantem um serviço de aconselhamento personalizado e independente, a particulares e empresas, graças ao facto de representarem 14 empresas seguradoras.
A partir do momento em que entra na DS Seguros Trofa, o cliente tem à disposição soluções 360º na área de mediação de seguros, através de um aconselhamento eficaz e apresentação da melhor solução para cada caso. Com a ajuda da DS Seguros, mais de 300 mil clientes viram os seus encargos mensais reduzidos significativamente.
A inauguração da DS Seguros Trofa contou com a presença de pessoas de vários quadrantes, nomeadamente da banca, seguros, cultura e empresas, incluindo o diretor coordenador nacional da DS Seguros, Luís Tavares, e do coordenador regional, Sérgio Nolasco.

Seguros Multirriscos habitação

O seguro multirriscos é uma modalidade de seguro patrimonial, que integra um grupo alargado de garantias numa mesma apólice e destinam-se à habitação (Multirriscos Habitação) ou a profissões e atividades comerciais (Multirriscos establecimentos comerciais), sendo que neste caso estão vocacionados para empresas de pequena e média dimensão.
Atendendo a dados do Eurostat, uma grande parte dos portugueses tem casa própria, no entanto muitas dessas casas não têm seguro multirriscos habitação. É também muito comuns situações em que a compra da casa foi realizada através do banco, tendo-lhes sido proposto um seguro base, que poderá não o proteger contra uma série de riscos.
Num momento em que cada vez mais somos confrontados com fenómenos extremos da natureza, ter a nossa habitação protegida é da maior importância, dado que em regra este é o bem patrimonial de maior valor de cada família. Por outro lado, quem já tem seguro multirriscos habitação, deverá confirmar se tem as coberturas que lhe permitam estar salvaguardado perante um sinistro.
Vamos desta forma responder as algumas questões que poderão ser importantes no momento de escolher o seu seguro e lembre-se que a sua casa será um dos bens patrimoniais mais importantes para si e para a sua família.
O que é o seguro multirriscos habitação?
O seguro multirriscos habitação é um seguro abrangente que oferece um conjunto de garantias facultativas, é assim um contrato através do qual o segurador cobre os principais riscos relativos a um imóvel (habitação), quer os riscos relativos aos bens móveis da habitação (recheio).

Quais as coberturas do seguro multirriscos habitação?
O seguro multirriscos habitação tem normalmente um conjunto de garantias base, às quais se podem acrescentar coberturas complementares, sendo o prémio calculado em função das coberturas contratadas
Indicamos algumas das coberturas base que compõem o seguro:
Incêndio, queda de reio e explosão
Tempestadades
Inundações
Danos por água
Furto ou roubo
Queda de aeronaves e travessia da barreira do som
Choque ou impacto de veículos terrestres ou animais
Derrame acidental de óleo
Greves, tumultos e alterações da ordem pública
Atos de terrorismo, vandalismo, maliciosos ou de sabotagem
Quebra de vidros
Quebra ou queda de antenas
Quebra ou queda de paineis solares
Demolicão e remoção de escombros
Danos em bens do senhorio
Perda de rendas
Privação temporária do uso do local arrendado ou ocupado
Responsabilidade Civil extracontratual e despesas judiciais
Riscos Pessoais domésticos
Como coberturas complementares encontramos normalmente:
Fenómenos sismicos
Aluimento de terras
Riscos elétricos
Desenhos e documentos
Assistência ao lar

O preço do seguro é igual em todas os seguradores?
O preço não é igual em todos os seguradores, dado que cada segurador é livre de fixar os seus preços. Também as caracteristicas do imóvel, o número de anos do imóvel, a localização, os sistemas de proteção, períodos de desabitação, são fatores que influênciam o risco e consequentemente o preço do seguro.
Como escolher o seu seguro multirriscos habitação?
Ao escolher o seu seguro deve solicitar ao seu mediador informação sobre as coberturas do base, sobre as coberturas complementares e exclusões.
Será igualmente importante conhecer os valores que terá como opção de franquia. A franquia é o valor que em caso de sinistro fica a cargo do tomador do seguro ou do segurado, pelo que a franquia tem influencia no preço do seguro.
Qual o valor do capital a considerar?
O capital seguro será sempre o valor máximo que o segurador irá pagar em caso de sinistro. O tomador do seguro é responsável por establecer ao longo do contrato o valor do capital seguro, seja para o imóvel seja para recheio. No caso do imóvel, o valor a considerar é o valor de reconstrução do imóvel tendo em conta o tipo de construção e outros fatores que possam ter influência no valor de reconstrução (à exceção do valor do terreno). Já no caso do recheio deve ser considerado o valor de substituição por novo dos bens.
Na proposta de seguro devem ser identificados os bens a segurar e o seu valor, os objetos especiais e de elevado valor devem ser individualmente identificados, descritos, se possível fotografados e atribuido o valor a cada.
Sabe o que é a regra da proporcionalidade?
A regra proporcional aplica-se quando o capital seguro do imóvel é inferior ao valor de reconstrução ou o capital seguro do recheio é inferior ao valor de substituição dos bens. É portanto muito importante que exista um correto entendimento da definicão do capital a considerar para efeito do seguro.
Em caso de sinistro, caso o valor do capital seguro seja inferior ao valor de reconstrução do imóvel ou ao valor de sustituição por novo do recheio, o segurador só paga a parte dos prejuízos proporcional à relação entre o custo de reconstrução ou substituição à data do sinistro e o capital seguro. Por exemplo, se um bem valer 1.000 Euros mas estiver seguro por 500 Euros, o segurador só pagará 50% dos danos.

O que fazer em caso de sinistro?
Em caso de sinistro o tomador de seguro ou o segurado, devem no mais curto espaço de tempo comunicar por escrito ao segurador. O prazo máximo de comunicação não poderá exceder 8 dias desde o momento em que o tomador ou o segurado tiveram conhecimento da situação. Na comunicação deve ser indicado de forma clara como ocorreu o sinistro, as causas e consequências do mesmo.

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Os Rostos da Conquista

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“Foram tantos e bons momentos! Preparar tudo para levar no autocarro, de S. Romão foi um autocarro e cerca de 20 carros particulares. Preparar cartazes, bandeiras, camisolas, contactar um, contactar outro. Chegando a Lisboa, ver a união de uma região em prol dum melhor presente e num outro futuro. A Trofa, a pequena Trofa que só pedia para ser concelho, fazia parar toda uma cidade, a grande capital Lisboa.
Com o lema ‘Eu sou da Trofa e a Trofa é minha’, esperamos pelo ansioso Sim! Espera algo desesperante, mas sempre confiante! Ali eram milhares a gritar, eram novos e menos novos, orgulhosamente dizendo ‘Somos da Trofa!’. Foi um dia sem igual, ímpar onde milhares sem se conhecerem de lado nunhum fizeram a mesma estrada, abraçaram-se, sorriram uns para outros e diziam ‘Conseguimos!””
Camilo Faria

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