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Ano 2007

CERTIFICAÇÃO DE QUALIDADE

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O processo de Certificação, na vertente qualitativa, duma Entidade (privada ou pública) consiste na concepção, criação, implementação e correspondente certificação de um Sistema da Qualidade, conforme o Modelo de Garantia da Qualidade mais adequado.

  A certificação de um Sistema de Garantia da Qualidade inicia-se com a identificação dos processos operativos que caracterizam as actividades da Entidade e que são objecto de procedimentos escritos, consistindo em demonstrar a sua conformidade com uma das normas de Garantia da Qualidade.

 A certificação de Entidades não é feita pelo Estado, é uma actividade de serviços existente no mercado, no âmbito de um quadro nacional para o desenvolvimento da qualidade, designado por Sistema Português da Qualidade e que é gerido pelo IPQ (Instituto Português da Qualidade).

Mas afinal o que tem essa Entidade de fazer para se certificar, muito resumidamente?

A Entidade tem que se organizar, preparar uma série de documentos e procedimentos escritos associados à implementação do seu Sistema da Qualidade, que integrarão um dossier final que se destina a ser apreciado por um dos organismos acreditados pelo IPQ para certificar Sistemas de Garantia da Qualidade. Ou seja, aqueles procedimentos serão controlados através de uma auditoria, tendo como objectivo final a obtenção do certificado de conformidade.

Deve, no mínimo, conhecer as Normas, fazer formação de quadros e de todo o pessoal, definir um cronograma, organizar o seu Manual da Qualidade (este deve ser feito pelo pessoal da Entidade) e pedir uma auditoria a um organismo de certificação credível.

Um pedido de certificação exige um grande envolvimento das diversas partes da organização, pelo que a Entidade tem de o querer. Contudo, cada vez mais se torna uma imposição do mercado, mesmo a nível internacional.

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De notar que qualquer certificação é temporária, pois a Entidade tem de efectuar revisões periódicas ao sistema, designadamente através da realização de auditorias internas.

A certificação tem vantagens tanto a nível interno da Entidade, como a nível externo.

Verifica-se uma melhoria do funcionamento da organização, a diversos níveis: a certificação actua como um factor motivador ao exigir a participação de todos e ao estabelecer obrigações na formação dos Recursos Humanos, contribuindo para a criação de uma nova cultura no sentido da melhoria contínua da Qualidade nessa mesma Entidade; determina, ainda, a definição clara de responsabilidades; contribui para a redução de custos, devido à diminuição de desperdícios, rejeições e reclamações, …, etc.

 

Certificar uma Entidade deve significar o seu limiar mínimo de bom funcionamento e o ponto de partida para atingir a QUALIDADE TOTAL, pois o "mercado" assim o exige.

Face ao exposto gostaríamos de louvar o esforço que está a ser feito pela Câmara Municipal da Trofa, pela Trofáguas e por todas as Empresas da Trofa que actualmente estão a trabalhar no sentido de obterem esta Certificação. Terminamos dizendo:

EXIJA QUALIDADE!

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Alberto Maia

 

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