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Edição 757

CDU no Coronado renova “compromissos” com a Trofa

A CDU esteve em campanha em S. Romão do Coronado. A cabeça de lista pelo distrito veio reiterar os compromissos com o concelho, como “a batalha” pelo metro.

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A CDU esteve em campanha em S. Romão do Coronado. A cabeça de lista pelo distrito veio reiterar os compromissos com o concelho, como “a batalha” pelo metro.

Parte da tarde de segunda-feira foi passada em S. Romão do Coronado para, junto da população, “divulgar as propostas da CDU para o distrito”. Diana Ferreira, cabeça de lista pelo Porto da Coligação Democrática Unitária (CDU), esteve acompanhada de Fernando Sá, trofense que também é candidato pelo distrito, e por outros militantes do concelho, numa “ação de proximidade”, que também visou “reafirmar o compromisso” para com este município.

“Seja em questões mais centrais, que temos colocado em vários momentos na intervenção que temos feito, no âmbito da valorização geral dos salários, do reforço dos direitos laborais, das pensões, do cumprimento dos direitos sociais e do reforço do investimento no serviço nacional de saúde também, mas também em matéria de mobilidade. E estamos num concelho em que as questões da mobilidade não são pouco importantes, até considerando o seu afastamento de zonas mais centrais da própria cidade do Porto”, sublinhou a candidata, que lembrou a luta pelo metro até à Trofa.


“É uma luta que não esquecemos e que também isso está inscrito no nosso compromisso. A Trofa pode contar connosco nessa batalha. É da mais inteira justiça”.

Além disso, e ainda no capítulo dos transportes, Diana Ferreira fez saber que a CDU propõe que haja “mais e melhores transportes, seja na ferrovia, seja até garantindo a STCP enquanto operadora interna em toda a Área Metropolitana do Porto, bem como a necessidade do alargamento da redução tarifária a todo o distrito, rumo a um caminho de gratuitidade dos transportes”.
Na Trofa, a CDU perdeu representatividade, nomeadamente na Assembleia Municipal, órgão no qual não conseguiu reeleger o elemento que assumiu funções no mandato anterior.

Diana Ferreira não considera que este sinal dado pela população seja sinónimo de falha na mensagem que a CDU transmite, mas tem a certeza de que “são as populações que perdem com a ausência da representatividade e da força da CDU”. “Perdem uma força política que assume um compromisso pleno com um conjunto de princípios, que cumpre os compromissos que assume, que propõe todas as propostas que apresenta à população e que luta pela melhoria das condições de vida”, acrescentou.

Fernando Sá, por sua vez, referiu que, feita a reflexão política interna, a ideia que permanece a é que “os resultados nas autárquicas não refletem o trabalho que foi feito na Assembleia Municipal, mas refletem que as pessoas quiseram dar oportunidade a uma nova força política de estar representada”. “Entendemos, mas continuaremos a desenvolver o nosso trabalho como até aqui, acompanhar as questões do concelho e, apesar de estarmos fora da Assembleia Municipal, continuaremos a enviar as nossas posições a este executivo e a manter este contacto próximo com a população, como temos feito até agora”.

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Quanto à importância de ser um trofense entre os candidatos a deputados, Fernando Sá aponta para “a possibilidade de levar as preocupações deste concelho” à Assembleia da República e promete que, se for eleito, dedicará “um dia por mês a ouvir a população”, algo para o qual, diz, “os outros deputados da Trofa nunca estão disponíveis”.

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Feira Anual cancelada pelo segundo ano consecutivo

A azáfama que ano após ano invade a Junta da União de Freguesias de Bougado nos meses que antecedem a Feira Anual da Trofa não se sente, deixando antever que em março não se vai realizar o evento.

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A azáfama que ano após ano invade a Junta da União de Freguesias de Bougado nos meses que antecedem a Feira Anual da Trofa não se sente, deixando antever que em março não se vai realizar o evento.
A confirmação chega pela boca do presidente da junta, Luís Paulo Sousa que em declarações ao NT confirma o pior cenário: “À semelhança do que aconteceu em 2021, não vamos realizar a nossa Feira”.
Com um trabalho preparatório árduo que se inicia muitos meses antes de março, e face as incertezas da forma como iria evoluir a pandemia “o executivo da junta reuniu e tomou a decisão de, para segurança de todos, este ano não realizarmos a Feira Anual da Trofa” .
A decisão está tomada e está agora a ser tornada pública, numa altura em que o número de novas infeções por covid-19 continua a crescer, assim como o número de mortes e de internamentos. “Por uma questão de bom senso e cautela tomamos esta difícil decisão para bem de todos”, frisou o autarca.

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Memórias e Histórias da Trofa: Quando Alvarelhos, Guidões e S. Cristóvão queriam voltar a ser da Maia

No ano de 1834 eram lançadas as primeiras sementes do futuro concelho de Santo Tirso e com o passar dos anos as futuras freguesias do concelho da Trofa seriam incluídas neste novo território que iriam deixar de ser pertença do concelho maiato.

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No ano de 1834 eram lançadas as primeiras sementes do futuro concelho de Santo Tirso e com o passar dos anos as futuras freguesias do concelho da Trofa seriam incluídas neste novo território que iriam deixar de ser pertença do concelho maiato.
A transferência seguramente não foi pacífica, até porque eram séculos de histórias e tradições que eram interrompidas por decreto e urgia tentar inverter essa situação. Novamente o centralismo institucional do país demonstrava as suas guerras e terá sido um dos muitos exemplos desta prática que até hoje perdura no tempo.
Anos depois, em 1843, concretamente a 4 de março, na Câmara dos Pares, era discutida, por iniciativa do deputado Pimentel Freire, uma representação dos moradores das freguesias de Alvarelhos, Guidões e S. Cristóvão do Muro para apelarem relativamente a uma futura desanexação do concelho de Santo Tirso. Queriam reverter aquela situação a favor do concelho da Maia.
Os habitantes destas freguesias deslocavam-se pela primeira vez à Câmara dos Pares, no atual Palácio de S. Bento, para serem ouvidos junto da nata da elite política nacional, na expectativa que o seu pedido fosse atendido. Serve de valorização o facto de os habitantes daqueles pequenos territórios conseguirem ter expressão e serem ouvidos pelos elementos que governavam o país, conseguindo levar as suas preocupações ao principal palco político nacional.
Atendendo ao que nos diz a história, este pedido não foi atendido, ou melhor, acabou em parte por ser atendido com a mudança para a autonomia concelhia da Trofa no ano de 1998. As freguesias continuaram a ser pertença do concelho de Santo Tirso por vários anos e décadas, alimentando-se a divergência e diferentes formas de estar que se foram tornando insanáveis.

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