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Castro Fernandes disse que a AMAVE defende a continuação do Metro do Porto até à cidade da Trofa e a sua ligação à linha férrea Santo Tirso/Guimarães, a beneficiação da Via Intermunicipal, Joane/Vizela, a construção da Via do Ave, que irá ligar Vieira do Minho e Póvoa de Lanhoso, ao AVePark, nas Caldas das Taipas e ao nó da auto-estrada A3.

O edil tirsense  falava em conferência de imprensa, na sede da AMAVE, para apresentar o Plano de Actividades para 2007, na sequência da reeleição, a 16 de Janeiro, do Conselho de Administração a que preside.

"Queremos que o Governo se inteire dos problemas específicos da região, nomeadamente o do desemprego de longa duração", acrescentou Castro Fernandes, autarca que lidera a AMAVE.

O dirigente referiu que a associação  vai apresentar projectos no novo Quadro Comunitário nas áreas da competitividade e criação de emprego, recursos humanos e no ambiente.

"Esperamos conseguir investimentos para a região, através de projectos a apresentar ao Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), pelo menos correspondentes à população da zona, cerca de 500 mil pessoas", disse.

Castro Fernandes apontou as prioridades da AMAVE, inseridas num Plano de Acção 2007/13, que passam pela concretização do projecto da "Região do Conhecimento e da Inovação" e pela iniciativa "Vale do Ave Digital".

Referiu que o Plano de Acção envolve a promoção da inovação, começando na "simplificação e na formação, quer dos serviços da AMAVE quer das câmaras municipais que a integram".

"Pretendemos adaptar o Vale do Ave às novas realidades da competitividade no mundo global, articulando-o com as restantes instituições da região, e modernizar o sistema urbano regional, através de um Programa Polis específico para a região do Ave", acrescentou.

 

O plano  do organismo destaca a recente aprovação, pelo Fundo de Coesão da União Europeia, de uma candidatura de 14 milhões de euros para investir no SIRVA – Sistema Intermunicipal de Resíduos Sólidos Urbanos.

Sobre o Sistema de Despoluição do Vale do Ave, Castro Fernandes afirmou que foram investidos até agora, 100 milhões de euros, em estações de tratamento e ligações ás redes municipais e às indústrias.

O autarca revelou também que será preciso investir ainda mais 125 milhões de euros para completar o sistema de despoluição do rio.

Castro Fernandes sublinhou, no entanto, que há já 350 empresas ligadas ao sistema – pagando a respectiva tarifa de tratamento – e frisou que "o rio está muito melhor".

"Ainda há dias foi pescada, em Santo Tirso, uma carpa com oito quilos", disse.