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Edição 433

Carlos Martins, presidente da Junta de Freguesia do Muro, fez balanço de mandato

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“Em termos de qualidade de vida temos praticamente tudo, só nos falta o metro”

 Numa entrevista ao NT, o presidente da Junta de Freguesia do Muro, Carlos Martins, elencou as obras que gostaria de ver realizadas antes de terminar o mandato. A não vinda do metro para a Trofa é o único ponto que considera negativo.

 O Notícias da Trofa (NT): Como avalia a sua presidência na Junta de Freguesia do Muro?

Carlos Martins (CM): Quem faz a avaliação são os murenses e não propriamente eu, mas tenho a consciência que é uma avaliação positiva, porque se já fomos eleitos para dois mandatos é porque os murenses gostaram e gostam do nosso trabalho. Tentamos ser uma Junta de Freguesia que correspondesse à necessidade de toda a gente, tentamos sempre fazer o bem comum e coletivo e tratar, independentemente da ideologia, da raça, cor ou religião, toda a gente por igual na sua freguesia.

Leia a reportagem completa no jornal O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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Edição 433

O país não precisa de um líder (in)Seguro

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O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, meteu-se numa alhada tremenda, ao travar a remodelação governamental anunciada pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, que propôs uma nova estrutura governamental com o líder do CDS, Paulo Portas, a vice-primeiro-ministro, com a coordenação da área económica, das negociações com a “troika” e da reforma do estado. Em alternativa, Cavaco Silva decidiu fazer uma intervenção pública a apelar aos três partidos políticos do arco da governabilidade (PSD, PS e CDS) para se entenderem num “compromisso de salvação nacional”.

As conversações entre o PSD, CDS e PS, para um “compromisso de salvação nacional” foram um exercício de hipocrisia política, pois sabia-se à partida que ia ficar tudo na mesma. As pressões exercidas, desde o início, sobre o líder do PS, António José Seguro, foram muitas. O líder do PS, que ficou entalado entre a espada (Presidente da República) e a parede (alguns dinossauros do Partido Socialista), teve uma oportunidade de se afirmar como um verdadeiro líder, mas decidiu escolher o caminho do “suicídio político” ao terminar, de forma abrupta e desastrada, o fim das conversações. O seu tempo de liderar os socialistas chegou ao fim do prazo de validade

O líder socialista mostrou que é um líder fraco, com um fim à vista e sem margem de manobra para negociar com quem quer que seja. Se António José Seguro tivesse assinado o acordo, teria ganho aos olhos dos portugueses, uma dimensão de Estado, que nunca teve. O próprio Partido Socialista mostrou que é um partido só preocupado com o seu interior e com a ambição do poder. Atingir o poder a qualquer custo é típico de um partido pouco responsável, politicamente.

Em toda a nossa História, nunca estivemos tão dependentes como agora e, também por isso, precisamos de partidos e de políticos que coloquem o país e os portugueses acima dos seus interesses partidários. O país não precisa de um líder (in)Seguro. Um governo socialista, com este líder, conduziria o país a uma tragédia e assim sendo, não fazia qualquer sentido convocar eleições antecipadas para entregar o poder a este partido, que não merece. O país e os portugueses merecem muito melhor.

Cavaco Silva, depois de mais este erro que cometeu, inclusive ter anunciado uma coisa inédita em Democracia: a “morte a prazo” da Assembleia da República, retificou o erro e não marcou eleições antecipadas. Foi uma excelente decisão, pois a incerteza dos resultados eleitorais, poderiam deixar o país numa situação ingovernável.

Com toda esta crise, a maioria saiu mais forte e até mais reforçada. O Governo, como órgão de soberania que o é, não responde perante “assembleias populares” de rua, organizadas pelos tradicionais “comités”, mas responde perante a Assembleia da República. É assim desde a revisão constitucional de 1982, a tal Constituição que muitos acenam quase permanentemente para falar de “direitos adquiridos”, mas que se esquecem dela quando não lhes convém. É a nossa democracia no apogeu da política “bolorenta”. A Assembleia da República é eleita pelos portugueses para um mandato de quatro anos. Cumpra-se!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Edição 433

Cronica Verde – Embalagens

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Nunca lhe aconteceu olhar para o seu caixote de lixo e/ou ecoponto e pensar: “Ainda ontem te esvaziei e já estás quase cheio outra vez?”

Sem nos apercebermos, o nosso lixo doméstico mudou nas últimas décadas. Agora, tudo o que compramos tem mais “camadas”, incluindo os bens que consumimos diariamente: 50% das embalagens produzidas são alimentares. Por exemplo, um pacote de bolachas era, normalmente, constituído por bolachas envoltas numa embalagem de plástico. Agora, uma grande parte das bolachas vêm em pacotes individuais de plástico dentro de uma embalagem maior de cartão. Também houve uma mudança de hábitos e compram-se mais refeições prontas, congeladas, que, também elas, implicam mais embalagens.

Se começarmos a olhar para as nossas compras mensais (ou semanais) com olhos de ver, notamos que há um número absurdo de pacotes, caixas, sacos. Até a fruta e os vegetais são vendidos em embalagens de esferovite envoltas em película plástica.

Muito dirão: “Pois, mas eu separo o meu lixo e envio-o para a reciclagem”. E se até parece que é verdade que mais de 60% dos portugueses admitem separar o lixo, apenas 12% dizem fazê-lo com a totalidade dos seus resíduos: os mais separados são o vidro, seguido pelos jornais e revistas; os menos separados são as embalagens de metal, as bases de esferovite para alimentos e as embalagens de iogurte (http://tinyurl.com/649kp7o).

E todo este lixo que fazemos (e não reciclamos!) é enviado para incineração ou para um aterro, não “desaparece”: vai poluir o ar, a terra, a água. E mesmo se reciclar é – regra geral – melhor que “fazer de novo”, ainda assim este processo consome recursos e gera desperdícios.

A solução? O primeiro dos 3 R’s: REDUZIR.

Voltar a comprar mais coisas a granel. Preferir os mercados, as feiras, as mercearias, onde é possível comprar quase tudo sem embalagem: fruta, vegetais, grãos, cereais, condimentos. Gosta de chá? Nas ervanárias, pode comprá-lo avulso ou num saco, ao invés de vir numa saqueta de papel, dentro de uma embalagem de papel (ou de plástico), dentro de uma caixa de cartão. E é muito mais saboroso! E por falar em sabor, o café em grão, acabado de moer não dá um café muito melhor do que o das pastilhas e cápsulas? Demora mais tempo? Será assim tanto? Suja mais? Nada que um pano húmido não resolva.

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E se não quer – para já – abdicar do seu supermercado, comece a optar pelas bolachas que só têm uma embalagem, pela fruta sem esferovite, quem sabe até pelos iogurtes em embalagem de vidro. Até já há uma cadeia de hipermercados com uma zona dedicada ao granel, onde encontra um sem número de artigos ao peso, incluindo cereais para o pequeno-almoço.

Experimente mudar um hábito de cada vez, vai ver que não lhe custa nada e, ao fim de algum tempo, vai reparar que tem que ir menos vezes despejar o caixote de lixo/ecoponto. E, provavelmente, também vai notar na sua carteira, porque as embalagens são caras!

Ainda não está convencido?!

Comece a ver o lixo de forma diferente, algo que não gosta nada de ter em casa, seja esta o seu lar ou… o planeta que o acolhe! Entusiasme-se em produzir o mínimo possível de desperdício. Vai ver que se torna numa aventura: e um dia, dá por si a sentar-se numa esplanada e a pedir – conscientemente – um sumo natural sem palhinha…

 

ema magalhães | APVC – Associação para a Protecção do Vale do Coronado.

http://facebook.com/valedocoronado

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http://valedocoronado.blogspot.com

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