Candidato da coligação sugere primeira fase do Metro até ao Muro

O metro até à freguesia do Muro, uma nova ponte sobre o Rio Ave e uma rotunda no cruzamento da Carriça. Estes são três dos projetos que resultaram da assinatura do protocolo entre Sérgio Humberto, candidato pelo PSD/CDS à Câmara da Trofa, e Paulo Cunha e Bragança Fernandes, candidatos pela mesma coligação às autarquias de Vila Nova de Famalicão e da Maia, respetivamente.

Numa reunião que se realizou no Restaurante Julinha, em Santiago de Bougado, a 28 de agosto, as acessibilidades entre os três concelhos vizinhos foram discutidas para “demonstrar ao Governo que são importantes para o desenvolvimento da região”, afirmou ao NT o candidato trofense, que garante avançar com estas alternativas, caso vença as eleições a 29 de setembro.

A nova travessia sobre o Rio Ave esteve em cima da mesa, mas “ainda não está acordada” a localização. “Se é a nascente ou a poente ainda não sabemos, não se pode tomar essa decisão de forma prematura, pois tem que ser muito bem estudada”, justificou Sérgio Humberto.

Também a construção da rotunda no cruzamento da Carriça, que visa “resolver o problema do trânsito entre as Estradas Nacionais (EN) 14 e 318”, ainda não tem solução definitiva e pode derivar de um dos “três projetos” estudados. Sérgio Humberto não quis avançar o valor do orçamento para esta empreitada, pois “depende da opção que for tomada”.

Já para tirar o projeto do metro na Trofa da gaveta do Governo, os candidatos sugerem que este seja feito, “numa primeira fase”, até à freguesia do Muro. Sérgio Humberto garante ainda “não baixar os braços” para ver o meio de transporte chegar até Paradela, a última estação prevista no projeto da Metro do Porto. Para esta alternativa, Sérgio Humberto avançou com um número: “Se vier numa primeira fase, o projeto envolve 15 milhões de euros”.

“Vamos ter mais desenvolvimentos no futuro, pois já estamos a trabalho para quando chegarmos à Câmara podermos apresentar, de forma célere, junto da tutela, estes estudos que estão a ser feitos por pessoas com profissionalismo, valia técnica e visão política”, sublinhou.

O candidato trofense afirmou ainda que as variantes às EN 14 e 104 “não estão esquecidas” e que também serão reivindicadas junto da Secretaria de Estado, para que as faça, nem que seja “num projeto low cost”.