EN 318, Carnaval e taxa das queimadas foram temas em discussão na Assembleia Municipal da Trofa. A Estrada Nacional 318 também foi um dos temas de debate da Assembleia Municipal da Trofa.

Carlos Martins, presidente da Junta de Freguesia do Muro, lamentou a intervenção que foi realizada: “Os buracos foram tapados, mas vindo as primeiras chuvas vai ficar tudo igual. Eu sei que não há dinheiro, mas por ali passa muita gente e há um desequilíbrio muito grande relativamente ao asfalto de Vila do Conde e da Maia”. O assunto voltou à berlinda pela voz de Luísa Campos, no período de intervenção do público. A jovem social-democrata afirmou que esperava que fosse feita “mesmo uma requalificação” e não “apenas uma lavagem de cara a metade da Nacional 318 e à Rotunda dos Bombeiros, não utilizando sequer a lixívia necessária para tirar as nódoas e as manchas de óleo que lá estavam”.

Joana Lima “comunga” de todas as palavras de Carlos Martins, afirmando que a intervenção feita resultou de um orçamento de “dez mil euros” e que se trata de “uma solução irrisória”. “Não temos dinheiro para mais. Estamos a estudar uma solução através do QREN a ver se conseguimos uma obra definitiva, porque sobra-nos alguma da verba adstrita à Câmara da Trofa, aquando da distribuição dos fundos, na altura do anterior executivo. Quero pedir desculpa a toda a população, porque não conseguimos fazer mais do que aquilo, para já”, afiançou.

Já Fernando Moreira, autarca de Covelas, alertou para a deposição de lamas em Covelas: “Camiões e camiões depositam as lamas pelo meio dos montes. Eu não sei como trabalha o Ambiente e como é possível meter-se tantas lamas em linhas de águas em Covelas. Não há quem veja isso?”, questionou.

Reportagem alargada na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa.

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