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Na cerimónia de encerramento e perante um plateia completamente cheia, Costa Pinto, Presidente da Comissão Executiva da Caixa Central e  consultor do Banco de Portugal falou da conjuntura europeia, portuguesa e revelou um pouco do desenvolvimento da própria Caixa.

Foi de olhos postos no futuro e ao som da música de Camané que a Caixa de Credito Agrícola de Santo Tirso pôs fim às comemorações dos seus 25 anos de existência no concelho de Santo Tirso. Tendo aberto as suas primeiras instalações na Trofa, antigo concelho tirsense, a Caixa foi gradualmente crescendo e detém hoje três agências nos municípios de Santo Tirso e Trofa, uma em Santo Tirso, outra em S. Martinho do Campo e uma outra na Trofa.

João Ribeiro presidente da Direcção da Caixa de Credito Agrícola de Santo Tirso salientou a importância “que a Caixa tem tido nesta região, e faço um balanço muito positivo da sua existência, tivemos um crescimento sustentado é certo, mas firme. Posso dizer que a Caixa se tem vindo a impor e que se vai implantando um pouco por todo o lado”.

Presidente da Caixa de Santo Tirso e agora Trofa, há 11 nos, João Ribeiro fala com orgulho da compra das instalações das Caixa na Trofa e também em S. Martinho do Campo.

Na cerimónia de encerramento e perante uma plateia completamente cheia, Costa Pinto, Presidente da Comissão Executiva da Caixa Central e consultor do Banco de Portugal falou da conjuntura europeia, portuguesa e revelou um pouco do desenvolvimento da própria Caixa.

Para João Costa Pinto “há hoje dois tipos de factores que estão a condicionar a evolução da economia mundial. Por um lado processo de que toda a gente fala, que é o processo da globalização, mas por outro lado mais, recentemente começou a emergir uma questão que hoje ganha uma importância crescente, que é a imersão de duas economias asiáticas que é a China e a Índia”.

No que diz respeito à Caixa de Credito Agrícola, representa no quadro nacional mais de cinco por cento de cota de depósitos, quatro por cento de cota de crédito, doze por cento de clientes, com cerca de um milhão e duzentos mil clientes activos, tem quatrocentos mil associados, um total de depósitos que ultrapassam sete mil milhões e meio de euros, crédito seis mil milhões de euros, tem activos oito mil milhões de euros.

“ Tem uma situação líquida hoje que dá a indicação da sua pujança económica, patrimonial e a sua situação financeira, de mais de seiscentos e cinquenta milhões de euros e só o ano passado teve resultados líquidos de noventa milhões de euros. São centro e treze caixas, seiscentos e vinte e cinco balcões. Duas companhias de seguros, uma do ramo real outro do ramo de vida, gestão de patrimónios, consultadoria, corretagem, para além de outras empresas que prestam serviço ao próprio grupo”, frisou o responsável.

“A Caixa de Crédito Agrícola de Santo Tirso apresenta hoje um activo líquido de trinta e seis milhões de euros, uma situação líquida de 13,6 milhões de euros. Depósitos de clientes de trinta milhões de euros. É um número simpático que reflecte a confiança de muitos milhares de clientes na sua solidez” acrescentou Costa Pinto.

O presidente da Assembleia-geral, António Castro fez um balanço da actividade da Caixa e salientou um dos pontos altos das comemorações das Bobas de Prata da instituição com a inauguração das novas instalações, na cidade da Trofa.

 

 

 

 

 

 

Para o presidente da Assembleia “ o êxito desta instituição assenta em primeiro lugar na direcção, cujos membros têm sabido de uma forma digna, dinâmica e empenhada conduzir este estabelecimento de Crédito, em segundo lugar os funcionários, cuja competência, profissionalismo e dedicação muito tem contribuído para esse sucesso e os utentes, a todos os que utilizam os nossos serviços acorrendo aos balcões para todos o nosso agradecimento pela confiança depositada”, concluiu.

Depois do jantar volante e da cerimónia de encerramento Camané subiu ao palco para fechar com chave “de prata” as comemorações dos 25 anos da Caixa de Credito Agrícola Mutuo de Santo Tirso/Trofa.