assembleia_municipal.jpg

 

 

 

 

 

As obras (ou a falta delas) na ponte sobre o Rio Trofa, na Estrada Nacional 104 foi um dos assuntos que mais uma vez marcou a sessão

da Assembleia Municipal da Trofa, que reuniu a 23 de Fevereiro, no Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários. Quem trouxe o assunto à discussão, antes da ordem do dia, foi Manuel Silva da bancada Socialista que mostrou a sua preocupação pela “falta de segurança” naquele local e chegou mesmo a sugerir que “caso haja algum acidente naquele local, a Empresa Publica Estradas de Portugal seja responsabilizada”.

Já Jaime Toga, da CDU sugeriu que também o Estado fosse chamado à responsabilidade já que “a Estradas de Portugal é uma empresa estatal”, salientando ainda que a obra, já há muito prometida continua por realizar colocando em risco as pessoas que diariamente têm de utilizar aquela via.

O encerramento “precoce” da Estação da Trofa e a falta de horários no exterior daquele equipamento foi outra das preocupações do deputado Socialista Manuel Silva que aproveitou para questionar sobre a vinda do metro até à Trofa e a quase inexistências de transportes públicos com carreiras que “sirvam os interesses das populações.

Também Renato Pinto Ribeiro, do CDS/PP alertou para a necessidade de se criarem carreiras de autocarros que sirvam “melhor as populações de S.Mamede do Coronado, mais concretamente do lugar de Mendões, que não têm como se deslocar quer à cidade da Trofa, quer ao centro de S.Romão e S.Mamede”.

António Barbosa do PPD/PSD os presentes que foi “eleito para integrar a Assembleia Metropolitana do Porto e tudo farei para em sede de Área Metropolitana defender os interesses da Trofa e dos trofenses, sobretudo no que diz respeito à linha de metro prevista para a Trofa”, frisou.

Por seu lado Carlos Martins, da bancada do CDS/PP alertou o executivo para o facto de “a população da freguesia d Muro estar a pagar um imposto, que mais nenhuma freguesia do concelho tem de pagar. A população continua a questionar o porque deste imposto”, frisou. Outra das preocupações de Carlos Martins prende-se com a linha de Metro que ainda não chegou à Trofa e que ninguém sabe quando vai chegar.

“As populações quer do Muro quer de Santiago de Bougado, eram servidos pelo comboio da via estreita, e que foi desactivado para dar lugar ao metro, estão agora sem transporte publico. Hoje nos jornais já não de fala da Linha da Trofa mas da Linha do Ismai”, demonstrando a sua preocupação com a demora da conclusão da obra.

O presidente da Câmara, Bernardino Vasconcelos salientou que “continuo a ver nos jornais a Linha da Trofa” advertindo que “o Metro até á Trofa será uma realidade”, frisou.

O presidente da autarquia salientou ainda que o pedido de desafectação dos terrenos para a construção das piscinas municipais foi aceito pelo que deixaram de estar inseridos na Reserva Agrícola.