Residentes e técnicas da TrofaSénior Residências festejaram na sexta-feira, dia 22, o santo popular.
Num ambiente de festa, com o espaço decorado a rigor, a TrofaSénior Residências organizou um arraial de S. João, onde não faltaram os comes e bebes, a sardinha e a música tradicional portuguesa. Uma quadra festejada com muita animação para todos.
Esta foi a primeira festa de Irene Aguiar, residente há cerca de um mês, que afirmou que, em todas as idades, a “alegria pode ser motivada”. Um ponto, na sua opinião, “muito bem explorado” por toda a direção e restantes colaboradores da TrofaSénior Residências. “Todos temos que fazer um bocadinho pelos outros e conviver, porque as nossas alegrias agora são estas, assim como as nossas novas vivências e aquilo que ficará connosco para sempre. Isto é maravilhoso. É como diz o outro: melhor é impossível”, asseverou. 

Afirmação corroborada por Yolanda Matos, residente há quatro anos, que acrescentou que esta é uma “boa maneira de ajudar a passar o tempo”. Só é pena que não possa dançar, devido a um “problema de ossos”. Também Odete Moura, residente há ano e meio, estava satisfeita com a “ótima festa”, que contou com a ajuda do tempo, que estava “bom”.

Já é habitual este clube residencial promover estas festas, que, segundo Jorge Pedrosa, médico, são “importantes” para os residentes, pois transmitem “um ambiente familiar, alegria” e fazem “desenvolver a atividade e
vitalidade”. Marta Paulino, diretora técnica da TrofaSénior Residências, corroborou: “Vamos festejando, porque estamos em nossa casa e com a nossa família e, como sempre, vamos fazendo as festas com a nossa família. E o S. João é uma delas. Como diz Jorge Pedrosa é uma forma também de dinamizar a casa e darlhes vitalidade que é preciso para todos nós”. A diretora acrescentou que tem sempre uma resposta positiva dos residentes quanto à organização de festas, complementando que estas são como “um tratamento farmacológico”. O presidente do Sindicato dos Bancários do Norte, Mário Mourão, também marcou presença nesta comemoração, anunciando que se “está a pensar em alargar e determinar uma política social mais abrangente”, de forma a “contemplar aqueles bancários com mais carências, que tenham doenças crónicas e que sofrem de isolamento”. A festa decorreu durante toda a tarde com muita animação, onde residentes e técnicas auxiliares mostraram as suas capacidades para a dança e para a música