A Junta de Freguesia de Alvarelhos foi palco de uma colheita de sangue organizada pelo Lions Clube da Trofa. Cenfim juntou-se à iniciativa e divulgou a sua oferta formativa.

Foi a primeira vez que Rui Costa deu sangue e ao NT confessou que “não custou nada”. Gostaria de dar mais vezes, mas é impedido pela saúde. “O problema são as tensões”, confessou. Este sábado fez a boa acção do dia logo pela manhã, na Junta de Freguesia de Alvarelhos, acompanhado de muitos outros que já conhecem estas “andanças”. Maria Moreira repetiu este acto de solidariedade pela nona vez. Maria dá sangue duas vezes por ano em Alvarelhos. “Se a mim me sobra e se não me faz falta, tenho de o dar para ajudar outras pessoas que precisam”, reiterou.

“Aumentar as dádivas de sangue” tem sido um dos objectivos do Lions Clube da Trofa, que repete este tipo de colheitas mais de 20 vezes por ano. Os destinatários são os doentes do Hospital de S. João no Porto e o Instituto Português do Sangue, no entanto o Lions transporta também dadores que queiram repetir o gesto nas instalações do IPO – Instituto Português de Oncologia do Porto.

“Estamos a tentar aumentar as dádivas de sangue e o balanço tem sido positivo, há dadores novos que vêm dar sangue pela primeira vez, fruto de uma campanha que fazemos para incentivar as pessoas, sobretudo através da imprensa local e dos párocos da freguesia. Nota-se um acréscimo pequeno e lento”, adiantou José Carneiro, director do pelouro do Sangue do Lions.

E porque nunca é demais pedir ajuda: “Apelamos às pessoas que já fizeram 18 anos e que tenham mais de 50 quilos, para darem sangue, fazemos este apelo, porque os hospitais têm carências, não são auto-suficientes de sangue”.

A próxima colheita está marcada para o dia 27 de Novembro, entre as 9 e as 12.30 horas, no Salão Paroquial de S. Cristóvão do Muro.

Cenfim junta-se ao Lions e divulga oferta formativa

Já não é a primeira vez que o Cenfim da Trofa se junta a uma colheita de sangue para divulgar as ofertas formativas. De acordo com Maria do Céu Gomes, responsável pelo Centro de Novas Oportunidades (CNO) do Cenfim, este “é o momento certo para chegar até às pessoas e passar alguma informação”.

As pessoas “manifestam interesse e têm já algum conhecimento sobre o Cenfim”. Alguns já tiveram filhos a estudar na escola, mas agora o objectivo é mesmo chegar aos pais. “Temos formação à noite, no horário pós-laboral e formação de curta duração”, explicou a responsável. O Cenfim divulgou assim a sua oferta formativa nas áreas da manutenção industrial, construções mecânicas, instalação de painéis solares térmicos, climatização, e diferentes acções de formação, quer de nível secundário, quer de nível básico e ainda os processos de Reconhecimento Validação e Certificação de Competências (RVCC) para o 6º, 9º e 12º anos.