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Edição 774

Amadeu Dias recandidata-se ao PS no “momento decisivo para travar o PSD”

“Momento decisivo para travar o PSD”. É convicto desta premissa que Amadeu Dias avança para nova recandidatura à comissão política concelhia do Partido Socialista na Trofa.

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“Momento decisivo para travar o PSD”. É convicto desta premissa que Amadeu Dias avança para nova recandidatura à comissão política concelhia do Partido Socialista na Trofa. Apesar de não ter conseguido convencer a maioria do eleitorado, quer nas autárquicas de 2017, quer nas de 2021, o socialista considera-se, novamente, capaz de “propor a mudança e reconquistar” o concelho. Avança em lista única, que deverá ser sufragada nas eleições internas de 7 e 8 de outubro.
Em entrevista ao NT, Amadeu Dias começou por dizer que refletiu “profundamente” sobre “a decisão” de se recandidatar e justificou a legitimidade com o “balanço feito”, em conjunto com a equipa, ao “mandato anterior”. “Temos a convicção que o PS Trofa cresceu, reorganizou-se, abriu-se à participação da sociedade civil, esteve mais próximo da sua militância e mais presente junto dos trofenses. Esses eram objetivos que tínhamos fixado e que conseguimos alcançar. Mas não podemos esquecer que atravessámos uma pandemia que nos impossibilitou de estar em permanente contacto com as pessoas. E a política faz-se de pessoas. Portanto, é natural que eu e a minha equipa saibamos reconhecer que ficaram coisas por concretizar”, referiu, para logo depois complementar com a “reflexão pessoal” que resultou na garantia de que está “disposto” a, mais uma vez, comandar um “exercício de resiliência” e “dar o corpo às balas”.
“O forte apoio” que diz ter sentido da “maioria dos militantes”, dos “muitos simpatizantes que se têm juntado ao PS Trofa” e dos dirigentes regionais – com o presidente da Distrital do PS Manuel Pizarro à cabeça – e nacionais, foi, igualmente, “determinante” para esta decisão de avançar para as eleições internas.
Sem esconder que “foco” do novo mandato “está objetivamente posto nas eleições autárquicas de 2025”, Amadeu Dias usa a vitória do PS nas eleições europeias e legislativas para assegurar que “os trofenses não têm problemas em votar no PS”. E isso, acrescenta, “não pode ser dissociado da estrutura concelhia do PS e dos seus dirigentes”, que são “os mesmos a dar a cara”.
“Agora o importante é demonstrar que somos uma alternativa de confiança, que nos podem confiar o seu voto (nas autárquicas)”.
Para isso, há que “dar ainda mais visibilidade” aos dirigentes “altamente qualificados” que, no seio da comunidade, “granjeiam o respeito e o reconhecimento dos seus pares nas suas áreas de atividade” e aos independentes. Por outro lado, há que mobilizar os trofenses “com uma mensagem que é benéfica e valiosa para eles e que os façam envolver-se nas nossas propostas que são realistas, exequíveis e vêm colmatar as falhas desta governação”.
Quanto a cenários, Amadeu Dias prefere “deixar-se de rodeios”, deixando, no entanto, uma janela entreaberta: “Esta é uma candidatura ao PS Trofa. Não é uma candidatura à Câmara Municipal da Trofa. Até lá faltam sensivelmente três anos. Se nos momentos mais difíceis, e onde provavelmente poucos diriam presente, eu assumi essa responsabilidade, não será em 2025 que eu abandonarei o PS. É evidente que eu terei a vantagem de conhecer por dentro os dossiers do nosso concelho, as suas principais carências e todo o seu potencial. Em termos de reconhecimento dos Trofenses também é natural que a notoriedade seja elevada atendendo a que terei oito anos como vereador na Câmara Municipal, em 2025. Mas, felizmente, o PS Trofa tem muitos outros dirigentes qualificados e capazes para esta missão”.
Ao longo do próximo mandato, Amadeu Dias propõe-se “fazer crescer a estrutura em número de militantes”, reativar secções, como a de Alvarelhos, e apostar na formação de autarcas e militantes, através da “Academia Socialista – Tomé Carvalho”, destinada aos mais jovens, e das “Jornadas Autárquicas – José Sá”.

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Obra de 2 milhões vai transformar centro urbano de Alvarelhos

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A Assembleia Municipal da Trofa autorizou a repartição de encargos em mais do que um ano económico do procedimento relativo à empreitada de requalificação do espaço público do centro urbano de Alvarelhos.
A proposta, apreciada na reunião de 30 de setembro, foi aplaudida pelo presidente da Junta de Freguesia de Alvarelhos e Guidões, Lino Maia, que reiterou “a urgência” de avançar com aquela obra.
O presidente da Câmara Municipal, Sérgio Humberto, explicou que o investimento resulta do pedido de empréstimo feito pela autarquia “o ano passado”, com a intenção de conseguir aceder a fundos comunitários colocados em “overbooking”. Nesta modalidade, o Município da Trofa, garantiu Sérgio Humberto, está já habilitado “a ir buscar dez milhões de euros”.
Sobre a empreitada em Alvarelhos, o autarca sublinhou que se trata de uma intervenção de “dois milhões de euros”, que, mais tarde, será complementada com “a criação de acessos pedonais” à Junta de Freguesia, Centro de Saúde e futuro lar residencial da Santa Casa da Misericórdia. “Vamos transformar o centro de Alvarelhos num espaço digno”, sublinhou.

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Memórias e Histórias da Trofa: Crises de Identidade

Relativamente à falta de desenvolvimento de identidade, não é apenas no assunto dos santeiros que isso se verifica, poderíamos falar da questão do património industrial que se limita à valorização da antiga fábrica das rações em edifício municipal e também a colocação da máquina do “Sampaio” na alameda.

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Um dos elementos que nos define como comunidade é a nossa identidade que se interliga com a nossa cultura, sendo imperioso o seu desenvolvimento para a consolidação do nosso crescimento e sobretudo da nossa sociedade.
Assumo que durante dezenas de anos a nossa identidade era um elemento forte, alicerçado no bairrismo que tantas lutas venceu, desde, por exemplo, a criação do código postal da Trofa (possivelmente o primeiro grande momento que contribuiu para a nossa emancipação relativamente a Santo Tirso), a evolução a vila, cidade, e fundamentalmente, a concelho.
Somos senhores do nosso destino desde há mais de duas épocas, os elementos exteriores à nossa identidade tentam ainda vender o célebre discurso: “… a Trofa é uma rotunda”, todavia, é facilmente percetível que esse tipo de discurso é apenas e somente dores passadas ainda mal resolvidas.
O caminho percorrido para ultrapassar esse tipo de situações e inverter esse cenário tem tido alguns avanços positivos, concretamente a valorização da arte santeira, o esforço de valorizar o legado dos caminhos de ferro, como também, timidamente, e de forma praticamente despercebida o nosso histórico industrial.
Ouvir alguns dos agentes políticos locais a falarem de cultura e políticas culturais é extremamente penoso, até porque, o discurso é sempre o mesmo, a valorização é sempre a mesma, mas… e o resto? Que me interessa elogiar a minha esposa todos os dias se não faço depois mais nada além disso? É necessário sempre mais e mais e apenas afirmar que os Santeiros do Coronado fizeram a imagem de Nossa Senhora de Fátima, repetindo isto até à exaustão e nada mais fazer é apenas e só se me permitem o abuso para aborrecer.
Se existe uma valorização com este pilar da nossa cultura/identidade, porque não passar ao passo seguinte e definir um plano forte, que seja possível de executar e, sobretudo, que valorize investimentos já efetuados. Até, fundamentalmente, fundamentar esses referidos investimentos, porque senão não passará de desperdício de verbas públicas.
Relativamente à falta de desenvolvimento de identidade, não é apenas no assunto dos santeiros que isso se verifica, poderíamos falar da questão do património industrial que se limita à valorização da antiga fábrica das rações em edifício municipal e também a colocação da máquina do “Sampaio” na alameda.
Atendendo ao parágrafo anterior, até pode ser falácia da minha parte, mas, muitas pequenas coisas podem fazer a diferença. Sobretudo, se atendermos à não existência de uma agenda contínua e apenas meros atos isolados de valorização do património que surgem pontualmente e por vezes deslocadas de contexto.
Concluindo, as grandes caminhadas começam com pequenos passos, contudo, não são impossíveis de concretizar e a soma das pequenas ações seguramente que irá permitir um grande resultado, minimizando por momentos o esforço inicial.
Não nos devemos envergonhar do nosso passado como território industrial, devendo valorizar o nosso património e os elementos ligados a essa área, como também devemos tentar eliminar os mitos “urbanos” da história que em nada nos engradece e apenas faz com que vivamos numa mentira.
Recentemente comemoramos o 92.º aniversário da instituição desportiva da cidade, quando a mesma já existe desde 1928… como este, muitos outros exemplos poderiam ser dados…

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