Na data em que se comemora o Dia da Energia, a Savinor promoveu um workshop para “quatro turmas” da EB 2/3 e Secundária de S. Romão, no dia 29 de maio.

Placas de canelado plástico ou cartão, papel autocolante refletor, fita cola larga, lápis ou caneta, x-ato, régua, fita métrica, transferidor, corda ou fio, recipiente em vidro com tampa ou saco plástico para altas temperaturas, panela preta e uma caixa de sapatos ou algo similar. Este é um exemplo de materiais usados para a construção de um forno solar que pode ser usado para cozinhar.

Com estes materiais, “cerca de 120 alunos, divididos em três sessões”, foram desafiados a construir uma réplica de uma forno solar, que, “nas condições apropriadas, são dos mais versáteis e eficazes métodos de aproveitamento do sol para diversos fins”. Um forno solar usa a energia do sol para aquecer e ferver água, cozinhar uma refeição completa, desidratar frutos e vegetais, secar objetos, entre outros.

Quanto à formação, a formadora Dina Marques, engenheira do Ambiente, contou que durante a sessão mostrou “as potencialidades desta tecnologia solar que é de baixo custo”, trazendo, para isso, “um conjunto de fornos para poder passar a mensagem de que é possível cozinhar com energia livre e gratuita do sol, o que é verdadeiramente fabuloso nos dias de hoje”. “Dentro do programa de Físico Química falam sobre a energia solar e nesta fase em que falam da aplicação das diferentes energias renováveis é oportuno passar esta ideia de que é possível cozinhar de uma forma eficiente com o sol, que é uma energia renovável”, denotou.

Já Inês Nabais, diretora de marketing da Savinor, afirmou que dentro do “programa de Educação Ambiental, no Dia da Energia recordam a energia solar e fazem fornos solares com os alunos”, sensibilizando-os e demonstrando “as opções viáveis e alternativas existentes” à “excessiva dependência da energia, desencadeando diversos alertas e consciencialização ambiental, para a necessidade da energia ser explorada de forma mais eficiente e com origem em fontes renováveis”.

“Os alunos apreciam e aprendem, brincando, fazendo e vendo o trabalho prático daquilo que estão a realizar. No workshop aprendem a prática teórica e depois fazem um forno solar, onde vão cozinhar um bolo para degustarem e verem o fruto do seu trabalho”, complementou.