Na informação sobre a atividade do executivo, na Assembleia de Freguesia de Covelas, Feliciano Castro, presidente da Junta, deu conta de que será feito um “novo estudo” para o projeto de alargamento do cemitério. “O estudo que havia era de 2007 e era um esboço, nem tinha projeto de especialidades feito e, numa altura, chamei uma empresa de arquitetos da Trofa e o entendimento deles é outro. Fizeram um levantamento e estão a fazer um novo estudo, porque entendem que a entrada para o cemitério deve ser feita pelo atual, em escadas e em rampa, na zona do cruzeiro”, explicou. O autarca afirmou ainda que “já foi feita uma inspeção” no local, que confirmou que a zona “por ser dura”, não permite a construção de fundações, pelo que só serão permitidas sepulturas aeróbias (construções em altura, a partir do nível do chão).
Feliciano Castro informou ainda a Assembleia que, apesar de “não estar incluída no plano de atividades” da Junta, pretende intervir na Rua de Campos, uma via que “está esquecida há muitos anos”. “Depois de visitar, fizemos uma pequena intervenção, com limpeza de ervas, mas é muito pouco. É uma necessidade calcetar, porque ninguém gosta de ter ruas em terra batida, que no verão traz pó e no inverno traz lama”, postulou.
Depois de ter sido “abordado” por algumas pessoas, Feliciano Castro explicou na Assembleia que “há zonas da freguesia que não serão contempladas” com a rede de abastecimento de saneamento básico e que “nada é possível ser feito, uma vez que o projeto não é de agora e tem vários anos”. “O que eles (concessionário) dizem é que, por duas ou três casas, o investimento é muito grande e depois não têm o retorno financeiro”, acrescentou.
O autarca afirmou ainda que “só é pena” que as obras de abastecimento de água não sejam feitas enquanto as ruas “estão esventradas” e que obrigarão a nova intervenção.

“Perigo” na ponte pedonal do apeadeiro da Portela

No final da sessão, Laurinda Martins, presidente da Assembleia, fez um “alerta” sobre a ausência das grelhas na ponte pedonal do apeadeiro da Portela, estando agora buracos “de 15 a 20 centímetros de largura”, que “constituem um perigo para a população”. “Já enviei vários ofícios para a Refer, mas ainda não obtive resposta”, frisou, apontando também para o crescimento das silvas no parque de estacionamento do apeadeiro.
O presidente da Junta afirmou que também alertou a empresa, mas também ainda não recebeu nenhum feedback.