Assembleia de Santiago de Bougado ficou marcada pela discussão sobre a possível agregação da freguesia com S. Martinho de Bougado. Orçamento e Plano para 2013 aprovados com abstenção do PS.

 Na última sessão do ano, que serviu para discutir o orçamento e plano de atividades para 2013, o tema que “inflamou” a Assembleia de Freguesia de Santiago de Bougado foi a reforma administrativa. Carlos Portela, do PS, foi quem introduziu o tema, ainda antes da ordem do dia, anunciando que, perante a proposta da Unidade Técnica da Reorganização Administrativa do Território (UTRAT), que contempla a fusão de Santiago com S. Martinho de Bougado, o PS de Santiago, “apoiado por um grupo de bougadenses, encarregou uma sociedade de advogados de iniciar, de imediato, e por todos os meios legais ao seu dispor, a defesa dos legítimos interesses da freguesia”. Os socialistas contratam uma empresa do Porto e ainda ponderam se vão avançar com uma providência cautelar ou com uma intimação judicial.

Esta é uma “outra fase da luta pela autonomia e independência de Santiago”, afirmou o socialista que justificou a posição do partido com o facto de a lei “agredir e cortar as raízes das freguesias, a ligação democrática das populações e, no que diz respeito a Santiago, é penosa e agressiva”. “Nós não somos o pai desta monstruosa lei”, sublinhou.

Para contrapor, Filipe Couto Reis, do PSD considera que “o PS de Santiago não pode sacudir a água do capote”, responsabilizando “os elementos que representam Santiago na Assembleia Municipal” pela “dita agregação”, já que votaram contra as propostas de agregação do PSD, que “defendia os interesses do povo desta freguesia”. 

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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