Agostinho Lima regressou ao clube de onde tinha saído com alguma mágoa, depois de se ter “sentido pressionado” para abandonar o comando técnico, e pela frente tinha uma missão quase hercúlea: fazer com que a equipa se mantivesse na Divisão de Honra. O NT entrevistou o técnico para perceber como viveu os momentos aflitivos, na luta pela salvação.

A sete jornadas do final da temporada, o conjunto bougadense – até então treinado pelo trofense Emanuel Costa – encontrava-se no 14.º lugar (linha de água), com 19 pontos, mais um que o “aflito” Valonguense e mais dois que o “lanterna vermelha” Livração.
“A primeira mensagem que transmiti ao grupo logo que entrei foi a de que não íamos descer de divisão. Aceitei regressar depois de alguns atletas mais antigos me terem pedido e iniciei um trabalho árduo. Os jogadores estavam desmotivados e havia muitas lacunas no plantel. Quando cheguei só tinha 12 jogadores. Liguei para alguns que tinham desistido e fui buscar três juniores, conseguindo reforçar o plantel para 18 unidades”, contou o treinador, em entrevista ao NT.

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foto: arquivo