quant
Fique ligado
presidenteadapta presidenteadapta

Ano 2011

ADAPTA sem corpos diretivos

Publicado

em

Prestes a completar três anos à frente da ADAPTA (Associação de Defesa do Ambiente e do Património da Trofa), Cândido Novais anunciou que vai deixar o cargo de presidente da associação.

Em junho, Cândido Novais completaria três anos enquanto presidente da ADAPTA. Depois de ter assumido um mandato de dois anos, o ambientalista continuou à frente da associação, uma vez que não apareceu nenhuma lista para substituir a atual direção.

“Comprometi-me para um mandato e assumi-o, porque considerei que era uma obrigação cívica, mas também há sócios que devem assumir as suas responsabilidades. Depois de ponderar, cheguei à conclusão que não estava a prestar um bom serviço à ADAPTA continuando nesta indefinição. É necessário encontrar novas soluções e isso passa por uma direção”, explicou.

Ao longo destes anos, a coletividade tornou-se mais conhecida, através de várias iniciativas descentralizadas, que foi promovendo em todas as freguesias, como as caminhadas. Para além de pôr “as pessoas a mexer”, o objetivo da ADAPTA era também dar a conhecer o património do concelho.

“A associação ganhou reconhecimento e responsabilidade, sobretudo desde março do ano passado, quando passou a ser reconhecida como pessoa coletiva de utilidade pública”, reconheceu Cândido Novais.

Em jeito de balanço, o ambientalista garante que o melhor de tudo foi “a entrega” ao longo de todo este tempo e o “muito” que recebeu. “Fiquei muito grato pelas atividades que fomos levando a cabo, incluindo a resolução de alguns problemas que a população nos colocou. Fizemos marcação cerrada à poluição de algumas linhas de água na Trofa e a situação melhorou”, afiançou. No reverso da medalha, “não há nada que tenha sido complicado”, mas Cândido Novais lembra aos “sócios, amigos e população em geral” que “devem empenhar-se um pouco mais, porque na Trofa as linhas de água ainda servem de esgoto, o ar que se respira é bastante poluído e ainda há muito a fazer”.

Publicidade

Sócio da ADAPTA desde o ano 2000, Cândido Novais promete que vai manter o “compromisso com a qualidade de vida dos trofenses e com a defesa do ambiente e do património”.

Ainda não há listas conhecidas para substituir a direção encabeçada por Cândido Novais e embora os estatutos da ADAPTA definam que o secretário deve tomar o lugar do presidente em caso de impossibilidade deste, ainda nada foi definido e também não foi agendada nova assembleia.

 

{fcomment}

Continuar a ler...
Publicidade
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

Publicado

em

Por

A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

Publicidade

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

{fcomment}

(mais…)

Continuar a ler...

Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

Publicado

em

Por

O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

{fcomment}

Publicidade
Continuar a ler...
EuroRegião Talks

Inscrições EuroRegião Talks

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também