“Triste linho. O que ele padeceu para chegar a ser branco e útil. Foi semeado, arrancado, ripado, moído, espadelado, sedado, fiado, ensarilhado, meado, cozido, corado, dobrado, novelado, urdido e tecido”. São estas as fases por que passa a transformação do linho, desde o seu cultivo até ao branqueamento final…

Mas, o que é o linho e qual a sua composição? É uma planta herbácea, que chega a atingir um metro de altura e pertence à família das lineáceas (com flor azulada). O linho compõe-se basicamente de uma substância fibrosa, da qual se extraem as fibras longas para a fabricação de tecidos e de substância lenhosa. Produz sementes oleaginosas e a sua farinha é utilizada para cata-plasmas de papas, usadas para fins medicinais. O linho é um dos tecidos mais antigos da humanidade; acredita-se que foi descoberto há mais de 36.000 anos. Para a antiga sociedade egípcia, era de uma importância fulcral, sendo igualmente reverenciada pelas tribos de Israel.

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